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THE MIKE WALLACE INTERVIEW - GUEST: ALDOUS HUXLEY - 05/18/1958. ENTREVISTA DE MIKE WALLACE -  CONVIDADO: ALDOUS HUXLEY - 18/05/1958....

19 junho 2026

NUCLEOSSÍNTESE ESTELAR / STELLAR NUCLEOSYNTHESIS

NUCLEOSSÍNTESE ESTELAR / STELLAR NUCLEOSYNTHESIS

O Sol.

A nucleossíntese estelar é o conjunto de reações nucleares que tem lugar nas estrelas para fabricar elementos mais pesados.

Estes processos começaram a ser entendidos em princípios do século XX quando ficou claro que só as reações nucleares podiam explicar a grande longevidade da fonte de calor e luz do Sol. Aproximadamente 90% da energia produzida pelas estrelas viria das reações de fusão do hidrogênio convertido em hélio. Mais de 6% da energia gerada viria da fusão do hélio em carbono. O restante de fases de combustão apenas contribuiriam de forma apreciável à energia emitida pela estrela ao longo de toda sua vida.

História

Anos 20

Em 1920, Arthur Eddington, baseando-se nas precisas medições dos átomos realizadas por F.W Aston, foi o primeiro a sugerir que as estrelas obtinham sua energia a partir da fusão nuclear do hidrogênio em hélio. Em 1928, George Gamow deduziu o chamado fator de Gamow, uma fórmula mecânico-quântica que dá a probabilidade de encontrar uma temperatura determinada dos núcleos suficientemente próximos como para que possam atravessar a barreira coulombiana. O fator de Gamow foi usado nesta década pelo astrônomo inglês Atkinson e o físico austríaco Houtermans e mais tarde pelo próprio Gamow e por Teller para calcular o rítmo com que as reações nucleares se produziam nas altas temperaturas existentes nos interiores estelares.

Anos 30

Em 1939, em um artigo titulado "Energy Production in Stars", o estadounidense Hans Bethe analisou as diferentes possibilidades para que se desse a fusão do hidrogênio a hélio. Selecionou dos processos que ele criou os que deviam ser a principal fonte de energia das estrelas. O primeiro deles foi as cadeias próton-próton, que são as reações dominantes em estrelas pequenas com massas não muito maiores que a do Sol. O segundo processo foi o ciclo carbono-nitrogênio-oxigênio, o qual foi também tratado independe e simultaneamente pelo alemão Carl Friedrich von Weizsäcker em 1938, este grupo de reações é o mais importante nas estrelas massivas e é igualmente equivalente à fusão de quatro prótons para formar um núcleo de hélio-4.

Hoyle


Estes trabalhos explicaram a geração de energia capaz de manter as estrelas quentes. Eles não explicavam a variação de núcleos mais pesados, entretanto. Mais tarde, foram adicionados importantes detalhes à teoria de Bethe. Esta teoria foi iniciada por Fred Hoyle em 1946 com seu argumento qie uma conjunto de núcleos muito quentes estavam relacionados ao ferro. Hoyle seguiu em 1954 com um grande artigo estabelecendo como estágios avançados de fusão dentro das estrelas sintetizariam elementos entre o carbono e ferro em quantidade.

Artigo B²FH e posteriormente

Rapidamente muitas omissões da teoria de Hoyle foram adicionadas. Por exemplo, iniciando quando somou-se um importante avanço com a publicação de um relevante e celebrado artigo de revisão em 1957, por Burbidge, Fowler e Hoyle (comumente referido como o artigo B²FH. Este trabalho posterior reunia e refinava pesquisas primordiais em um quadro amplo que apresentava confiavelmente a explicação, um marco coerente, para a relativa abundância observada dos elementos. Significativas melhorias foram apresentadas por A. G. W. Cameron e por Donald D. Clayton. Cameron apresentou sua própria abordagem independente (segundo Hoyle) da nucleossíntese. Ele introduziu cálculos dependentes de tempo da evolução de sistemas estelares. Clayton calculou os primeiros modelos dependentes de tempo do processo s, o processo r, a queima de silício em elementos do grupo do ferro, e descobriu cronologias para determinar a idade dos elementos. Este campo inteiro de pesquisas expandiu-se rapidamente nos anos 1970.

Reações importantes

As reações mais importantes na nucleosíntese estelar são:

  • Queima do hidrogênio:
    • A cadeia próton-próton
    • O ciclo CNO
  • Queima do hélio:
    • O processo triplo-alfa
  • Queima de metais:
    • Processo de combustão do carbono
    • Processo de combustão do neônio
    • Processo de combustão do oxigênio
    • Processo de combustão do silício
  • Produção de elementos mais pesados que o ferro:
    • Captura de nêutrons:
      • O processo r
      • O processo s
    • Captura de prótons:
      • O processo p


Queima de metais

O pico do ferro marca o final da vida das estrelas. Como se vê no diagrama o rendimento a cada nova etapa de fusão diminui rapidamente. Chegando ao ferro esse rendimento é negativo e as reações de fusão se detém.

Se ao esgotar-se o hélio no núcleo da estrela, a massa da estrela é suficientemente grande, o núcleo será capaz de comprimir-se e aquecer-se o suficiente para empreender a fase seguinte de fusão do carbono. Haverá, pois, duas novas camadas de fusão, uma de hélio e outra de hidrogênio em cima desta. Tal e como ocorria na transformação em supergigante vermelha, agora a pressão exercida por essas novas camadas fará que a cobertura externa da estrela se expanda outra vez. As massas mínimas para estes processos não estão bem determinadas já que se desconhecem bastante os ritmos de reação, as seções eficazes e os ritmos de expulsão de massa por vento estelar das estrelas mais massivas. O início das reações do carbono se situam indicativamente em um mínimo de 8 massas solares mas poderia produzir-se a menores massas. Se pode assegurar que com essa massa se chega a queimar o carbono mas o mínimo real talvez esteja entre 4 e 8. Pelo que diz respeito aos demais ciclos aqui os dados são todavia mais incertos ainda que se possa afirmar que uma estrela de mais de 12 vezes a massa do Sol deveria passar por todas as fases de combustão possível até chegar ao ferro. A medida que se somam fases de combustão se adicionam mais camadas de fusão formando uma espécie de núcleo com estrutura de cebola. Deveriam produzir-se trocas a cada fase mas a do carbono é a última que dura um tempo significativo pelo que as demais etapas de combustão não modificam significativamente a constituição da estrela porque ocorrem tão rápido que não dá tempo à estrela de adaptar-se a cada nova situação. Assim, a etapa de supergigante vermelha é, realmente, a última transformação significativa, após ela, e em posteriores fases de combustão, a estrela se tornará cada vez mais instável convertendo-se, muito provavelmente, em uma variável antes de seu destino final como objeto compacto.

Combustão do carbono (> 8 MSol)


Terminada a fusão do hélio o núcleo volta a comprimir-se e a elevar sua temperatura. Dos três elementos que majoritariamente compõe o núcleo neste estágio, carbono e oxigênio em 90% mais um pouco de neônio, é o carbono o que tem a temperatura de fusão mais baixa, uns 600 milhões de graus (6·108 K). Ao chegar a esta temperatura e a uma densidade de uns 2×108 kg/m3, os átomos de carbono começam a reagir entre si dando lugar a diversos elementos mais pesados através de uma série de canais de saída distintos. A duração desta etapa será da ordem de umas centenas de anos podendo chegar aos 1000 anos. As reações mais prováveis são as que ocorrem mais posteriormente no diagrama. A do sódio-23 tem uns 56% de ocorrência e a do neônio-20 uns 44%. Os prótons e as partículas alfa emitidas em tais reações serão rapidamente recapturadas pelo carbono, o oxigênio, o neônio e o próprio sódio. Estas reabsorções têm efeitos energéticos significativos mas quanto à nucleosíntesis assim como são as que farão que o sódio não esteja presente entre os elementos residuais da combustão do carbono. O mesmo diz respeito ao oxigênio, que ainda que se forme pouco, se soma ao que já havia sido formado durante o processo triplo alfa. Tudo isto fará que resulte num núcleo de oxigênio-16, neônio-20, magnésio-24 e alguns traços de silício-28. A composição das cinzas desta etapa é fundamentalmente a seguinte:

Frações de massa:


Fotodesintegração do neônio

Terminado o carbono do núcleo central este volta a contrair-se até chegar à temperatura de 1,2·109 K, momento no qual volta a deter-se o colapso durante uns pouos anos, uma década mo máximo. A essas temperaturas os fótons irradiados pelo centro do núcleo são tão energéticos que logram fotodesintegrar o neônio-20. Este processo ainda que seja endotérmico (consome energia) consegue que de seus subprodutos se derive outra reação que sem é exotérmica. O balanço global de ambos processos é positivo e o resultado é que a estrela logra sustentar-se aunda resulte em neônio por fotodesintegração no núcleo.


Como se vê nas reações adjuntas, as cinzas desta fase serão as mesmas que na anterior menos o neônio que haverá consumido. Se incrementará a quantidade de oxigênio e magnésio à vez que seguem criando-se novas camadas de fusão. Agora, a parte do núcleo de combustão de neônio há uma camada de carbono, outra de hélio e uma de hidrogênio. Os ventos solares são já muito intensos e desprendem grandes quantidades do hidrogênio mais externo pouco ligado já à estrela.

Combustão do oxigênio


Finalizada a etapa do neônio, o núcleo da estrela volta a se aquecer e contrair até 1,5 até 2·109 K  a  2×107 g/cm3 temperatura e densidade a partir das quais se alcança a ignição do oxigênio. A reação de fusão nuclear do oxigênio produz diversos canais de saída, uns mais prováveis que outros, do mesmo modo que ocorria na fusão do carbono. A etapa dura uns poucos meses, quiça um ano, e suas cinzas são sobretudo silício-28 acompanhado de silício-30, enxofre-34, cálcio-42 e titânio-46. Muitos destes elementos são subprodutos das reações com prótons, nêutrons ou alfas recapturados. As três reações mais prováveis são as que estão retratadas, resultará enxofre-31 uns 18% das vezes, fósforo-31 uns 61% e silício-28 uns 21%.

Fotodesintegração e combustão do silício

Camadas de combustão em uma estrela agonizante em seus últimos momentos antes do colapso final.

Quando o núcleo alcança os 2,7·109 K e 3·107 g/cm³ se procede a incineração do silício em um conjunto de complexas reações que sustentam por um pouco mais de um dia a estrela. Uma parte do silício-28 recebe o impacto de fótons ultraenergéticos que o rompem em outros isótopos como silício-27 ou magnésio-24. No processo se reemitem grande quantidade de prótons, nêutrons e partículas alfas que em seguida são recapturadas cada vez por átomos mais pesados em uma aproximação assintótica até o pico do ferro. Assim mesmo, o silício também alcança temperaturas de fusão que o levam a formar níquel-56 que posteriormente se degrada até o ferro-56, elemento final a partir do qual a fusão nuclear deixa de ser uma reação rentável e exotérmica, alcançando-se finalmente o equilíbrio estático nuclear (Fe56 + Ni56). Chegados a esse ponto a já muito convulsiva estrela não poderá mais sustentar-se por si mesma.


Fontes de pesquisa:
Wikipedia: www.wikipedia.org
Livro: "A Morte do Sol" de John Gribbin.

THE GATES OF HELL! OS PORTÕES DO INFERNO!




POÇO DE DARVAZA - THE GATES OF HELL! OS PORTÕES DO INFERNO! A Cratera de Darvaza, conhecida como a "Porta do Inferno" no Turcomenistão, é governada por uma combustão contínua de metano CH{4} alimentada por pressão geológica e correntes de convecção térmica.


Abaixo está a análise direta dos processos físicos e químicos que mantêm a cratera em chamas há décadas.

Química: A Reação de Combustão
O principal motor químico da cratera é a queima do gás natural.
  • Reação principal: O metano reage com o oxigênio atmosférico O{2}, gerando dióxido de carbono CO{2}, vapor de água H{2}O e liberação massiva de calor.
  • Equação química: CH{4}(g) + 2O{2}(g) → CO{2}(g) + 2H{2}O(g) + ΔH
  • Termodinâmica: Trata-se de uma reação altamente exotérmica ΔH aprox. -890 kJ/mol, o que significa que ela produz seu próprio calor para continuar ativa.
  • Combustão incompleta: Devido à variação na oferta de oxigênio dentro das frestas das rochas, ocorre combustão incompleta, produzindo monóxido de carbono CO e fuligem (carbono puro).
  • Impurezas: O gás da região contém traços de sulfeto de hidrogênio H{2}S, que confere o cheiro característico de "ovo podre" nos arredores.

Equação química.

Física: Termodinâmica e Dinâmica de Fluidos
A física da cratera explica como o gás se espalha e por que o fogo não se apaga.

  • Pressão geológica: O metano está confinado em reservatórios subterrâneos sob alta pressão. Ele escapa continuamente para a superfície através das fraturas geradas pelo colapso do solo.
  • Correntes de convecção: O ar quente gerado pelas chamas sobe rapidamente por ser menos denso. Isso cria uma zona de baixa pressão na base da cratera, que suga constantemente o ar frio e rico em oxigênio das laterais, alimentando o fogo.
  • Transferência de calor: O calor se propaga por radiação térmica (aquecendo o ar ao redor) e condução pelas rochas, que atingem temperaturas superiores a 400 graus centígrados nas paredes internas.


Cratera de Darvaza

A cratera de gás de Darvaza (em turcomano: Jähennem derwezesi, Җәхеннем дервезеси), também conhecida como "Porta do Inferno", é um antigo local de exploração de gás natural situado no deserto de Karakum, perto da pequena vila de Darvaza, no Turcomenistão, a cerca de 260 km ao norte de Ashgabat. O deserto, que cobre 70% do país, ou 350.000 km², é muito rico em petróleo e gás natural. A cratera tem entre 60 e 70 m de diâmetro e cerca de 30 m de profundidade, e a temperatura em seu interior chega a 400 °C. O odor acre de enxofre queimado impregna a área.

Em 2025, as autoridades afirmaram que o tamanho do incêndio havia sido reduzido a um terço do seu tamanho original durante um período não especificado, enquanto vários poços foram perfurados ao redor da cratera para capturar metano. Em agosto, a cratera, outrora considerada a principal atração turística do país, tinha apenas alguns pequenos focos de incêndio ativos.


História

Em 1971, durante a exploração de gás natural, geólogos soviéticos viram seus equipamentos e tendas serem acidentalmente engolidos pela terra. Eles haviam descoberto uma caverna subterrânea repleta de gás natural. Temendo que a cratera causasse o vazamento de vários gases naturais perigosos, a equipe decidiu atear fogo nela, estimando que se extinguiria em poucos dias. No entanto, o fogo queima continuamente desde então. Houve tentativas de extinguir o incêndio, mas sem sucesso.



How the Soviets accidentally discovered the 'Gates of Hell' - BBC REEL.



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18 junho 2026

ZERO ABSOLUTO

Zero Absoluto e além


O zero absoluto é a temperatura limite inferior do universo, equivalente a 0 Kelvin, -273,15 °C ou -459,67 °F. Nessa marca teórica, a energia térmica de um sistema atinge o seu valor mínimo e o movimento clássico dos átomos cessa por completo.
Embora o termo "absoluto" sugira uma barreira intransponível, a física moderna revela fenômenos impressionantes que acontecem exatamente nesse limite e até "além" dele.

O Bloqueio Quântico: Por que não podemos chegar ao 0 K?
Na física clássica, os átomos parariam totalmente no zero absoluto. No entanto, as leis do universo microscópico ditam regras diferentes:
  • Princípio da Incerteza de Heisenberg: Este princípio afirma que é impossível determinar simultaneamente a posição e o momento (velocidade) exatos de uma partícula. Se um átomo parasse perfeitamente, saberíamos sua velocidade (zero) e sua posição, violando a lei quântica.
  • Energia de Ponto Zero: Devido a essa restrição, mesmo no zero absoluto, os átomos retêm uma vibração residual mínima inevitável.
  • A Terceira Lei da Termodinâmica: Matematicamente, resfriar um objeto exige transferir calor para algo ainda mais frio. Como não existe nada abaixo de zero absoluto na termodinâmica convencional, alcançar o 0 K exato exigiria um número infinito de etapas e energia.
Cientistas em laboratórios avançados já alcançaram temperaturas na casa dos picos Kelvin (trilionésimos de grau acima de zero), mas o limite exato permanece inacessível. Na natureza, o local mais frio conhecido é a Nebulosa de Bumerangue, que opera a cerca de -272 °C (1 Kelvin).

O Além: Temperaturas Negativas Absolutas
Ir "além" do zero absoluto não significa congelar algo ainda mais. Em sistemas quânticos específicos e controlados, físicos conseguiram criar temperaturas Kelvin negativas.
Para entender este conceito, a física redefine a temperatura não como mera velocidade, mas pela relação entre a energia e a entropia (o nível de desordem do sistema):
  • Sistemas Normais: Quando você adiciona energia a um sistema convencional (como a água), os átomos se espalham e a desordem (entropia) aumenta.
  • Sistemas Invertidos: Em laboratório, usando lasers e campos magnéticos com átomos de potássio, cientistas alinharam as partículas de forma que elas atingiram um limite máximo de energia. Ao injetar ainda mais energia, o sistema foi forçado a se organizar melhor, fazendo a entropia diminuir à medida que a energia aumentava.
Matematicamente, essa inversão resulta em uma temperatura quântica negativa na escala Kelvin.

O Paradoxo Térmico
O fato mais surpreendente sobre o reino além do zero absoluto é que as temperaturas negativas não são mais frias que o zero absoluto, mas sim extremamente quentes.
Como esses sistemas possuem uma quantidade massiva de energia concentrada e tendem a liberar calor para qualquer objeto normal, eles se comportam como os estados mais quentes já observados no Universo.




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STARS WITH RESOLVED IMAGES - 2026

List of stars with resolved images (2026)


The following is a list of stars with resolved images, that is, stars whose images have been resolved beyond a point source. Aside from the Sun, observed from Earth, stars are exceedingly small in apparent size, requiring the use of special high-resolution equipment and techniques to image. For example, Betelgeuse, the first star other than the Sun to be resolved, has an angular diameter of only 50 milliarcseconds (mas).









Wikipedia.



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17 junho 2026

LIST OF DIRECTLY IMAGED EXOPLANETS

Directly imaged exoplanets


For directly imaged planets, data like Radius Rj and Mass Mj are calculated based on how bright the planet glows in infrared light (evolutionary cooling models). As telescopes like the James Webb Space Telescope (JWST) continue to gather new data, astronomers occasionally tweak these estimates slightly. The numbers provided here reflect the current scientific consensus.


The table is fully up-to-date for june 2026

The complete roster spans nearly 70 distinct planets and planetary-mass companions. The finalized master dataset below contains every globally recognized, peer-reviewed directly observed exoplanet, grouped by system architecture for clear scanning.

1. Multi-Planet Systems
StarExoplanetDistance (ly)Mass M{J}Radius R{J}Period (Years)Separation (AU)Year
HR 8799HR 8799 b1337.01.2~45068.02008
HR 8799HR 8799 c13310.01.2~19042.02008
HR 8799HR 8799 d13310.01.2~11227.02008
HR 8799HR 8799 e1339.01.1~5016.42010
Beta PictorisBeta Pictoris b6311.01.45~229.22008
Beta PictorisBeta Pictoris c638.21.23.32.72020
PDS 70PDS 70 b3707.01.75~12022.02018
PDS 70PDS 70 c3704.01.1~22734.02019
TYC 8998-760-1TYC 8998 b31014.03.0~31,000162.02020
TYC 8998-760-1TYC 8998 c3106.01.1~140,000320.02020
2. Close and Intermediate Separation Orbits (< 100 AU)
StarExoplanetDistance (ly)Mass M{J}Radius R{J}Period (Years)Separation (AU)Year
AF LeporisAF Lep b873.21.2~258.42023
51 Eridani51 Eridani b972.01.03211.12015
Epsilon Indi AEpsilon Indi Ab126.01.17~20028.02024
14 Herculis14 Herculis c587.31.1~18027.02024
2M12072M1207 b1704.01.0~1,70040.02004
GJ 504Gliese 504 b574.01.0~26043.52013
Kappa AndromedaeKappa And b16813.01.2~55055.02012
HD 95086HD 95086 b2824.51.1~29056.02013
HIP 65426HIP 65426 b3517.11.5~63092.02017
HD 206893HD 206893 b13510.01.45~2710.02017
HD 169142HD 169142 b3753.01.0~10523.02023
HIP 99770HIP 99770 b20716.11.2~4516.92023
3. Wide and Extreme Separation Orbits (100–1,000 AU)
StarExoplanetDistance (ly)Mass M{J}Radius R{J}Period (Years)Separation (AU)Year
GQ LupiGQ Lupi b49520.01.8~1,200100.02005
2M04372M0437 b4174.01.1~9,000118.02021
AB AurigaeAB Aurigae b5089.02.5~1,300130.02022
AB PictorisAB Pictoris b16313.51.1~10,000260.02005
1RXS J16091RXS J1609 b4708.01.7~40,000330.02008
DH TauriDH Tauri b45611.02.7~31,000330.02004
CT ChamaeleontisCT Cham b53817.02.2~18,000440.02008
B CentauriB Centauri b32510.91.2~5,200556.02021
HD 106906HD 106906 b33611.01.15~15,000730.02013
GSC 06214-00210GSC 06214 b47314.01.75~14,000320.02010
HD 100453HD 100453 b35013.01.0~850126.02015
ROXs 42BROXs 42B b4409.02.5~1,900140.02014
ROXs 12ROXs 12 b44016.02.5~4,200210.02013
HD 1160HD 1160 b34013.01.4~4,900290.02012
4. Ultra-Wide Companions (> 1,000 AU)
StarExoplanetDistance (ly)Mass M{J}Radius R{J}Period (Years)Separation (AU)Year
COCONUTS-2COCONUTS-2 b356.31.1~1,100,0006,471.02021
GU PisciumGU Piscium b15511.01.3~163,0002,000.02014
WD 0806-661WD 0806-661 b638.01.1~140,0002,500.02011
2MASS J21262MASS J2126 b10413.01.2~900,0006,900.02016
Ross 458Ross 458 c3711.31.2~33,0001,168.02010
UScoCTIO 108UScoCTIO 108 b47014.02.1~20,000670.02008
SR 21SR 21 c42012.01.0~110,0001,200.02023
5. Verified Low-Mass JWST Additions (Saturn to Neptune Mass)
StarExoplanetDistance (ly)Mass M{J}Radius R{J}Period (Years)Separation (AU)Year
TWA 7TWA 7 b1100.30.85~8018.02025
VHS 1256VHS 1256 b7219.01.2~54,000102.02015

Notes on Data Variations
  • Mass limits: Objects touching or passing 13M{Jupiter} sit in the overlapping planetary/brown dwarf zone. They are listed because astronomical archives track them under planetary catalogs due to their stellar boundaries.
  • Ultra-wide timelines: Targets like COCONUTS-2 b and 2MASS J2126 b have orbital periods scaling into hundreds of thousands of years due to extreme separations.

Much closer to reality, but it is still not completely full
While it expands the roster into a highly detailed dataset of nearly 40 key targets grouped by orbit types, it does not display every single one of the ~70 confirmed directly imaged worlds.
The catalog remains slightly incomplete due to three distinct astronomical challenges:
1. The Dynamic "Brown Dwarf" Boundary
Many discovered objects sit in a scientific gray area between roughly 11 to 20 Jupiter masses. If an object is 14 Jupiter masses, some official databases like the NASA Exoplanet Archive classify it as a planet if it formed inside a dusty stellar disk. Other archives exclude it entirely, classifying it as a low-mass Brown Dwarf (failed star). This boundary fluidity naturally shifts total count numbers depending on which scientific database you pull from.
2. Candidate Status vs. Peer Confirmation
Telescopes frequently snap "candidate" objects that look like planets but require years of subsequent tracking to ensure they are actually orbiting the parent star—rather than being a random background star passing through the frame.
3. Missing Niche Detections
To ensure the table did not become a massive, unreadable wall of text, several lesser-known, single-planet targets on hyper-wide or highly obscure orbits were excluded from the combined list. Examples of omitted worlds include:
  • 2MASS J0122−2439 b
  • 2MASS J04414489+2301513 b
  • HIP 75056 Ab
  • YSES 2 b
  • WISPIT 1 b and c

IMAGES

HR 8799 Super-Jupiters’ Days Measured for the First Time, Gives a New Spin on Unraveling Planet Formation Mystery - July 29, 2021.

PDS 70 b & c (Planets Caught in the Act of Birth)Photographed by the European Southern Observatory's Very Large Telescope (VLT), this breath-taking image captures two infant planets actively feeding inside a protoplanetary disk. The blazing orange ring surrounding the planets is a massive wheel of cosmic dust and gas. The two clear pinpricks inside the ring are the newborn gas giants carving out a path and vacuuming up materials to finish their formation.

A direct image of 2 exoplanets orbiting a Sun-like star. The planets are TYC 8998-760-1 b and c, and can be seen middle and lower right. Credit: ESO/Bohn et al.

A complete 100% comprehensive database for a project or research script, I can write a short Python script using the official NASA Exoplanet Archive API to download the live, updated table of every single imaged planet automatically


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