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THE MIKE WALLACE INTERVIEW - GUEST: ALDOUS HUXLEY - 05/18/1958. ENTREVISTA DE MIKE WALLACE -  CONVIDADO: ALDOUS HUXLEY - 18/05/1958....

12 setembro 2026

TRATADO DE ARQUITETURA (De architectura libri decem)

TRATADO DE ARQUITETURA

O Tratado de Arquitetura (originalmente De architectura libri decem), escrito pelo arquiteto romano Marco Vitrúvio Pólio por volta do século I a.C., é a única obra teórica sobre arquitetura que sobreviveu inteira desde a Antiguidade clássica. Dedicado ao imperador César Augusto, o livro funciona como um manual prático e filosófico, estabelecendo os fundamentos que guiaram a arquitetura ocidental, especialmente durante o Renascimento.



Manuscriptum operis De architectura Vitruviani. Charta pergamena anno fere 1390 scripta. Collectus Wolbert H. M. Vroom Amstelodamensis.


A TRÍADE VITRUVIANA (OS TRÊS PILARES)

A maior contribuição de Vitrúvio é a definição de que toda construção arquitetônica deve equilibrar três qualidades essenciais:

Firmitas (Solidez): Refere-se à estabilidade estrutural, à boa escolha de materiais e à capacidade da construção de resistir ao tempo.

Utilitas (Utilidade): Trata da funcionalidade do espaço, garantindo que a disposição interna seja prática e sirva perfeitamente aos seus propósitos.

Venustas (Beleza): Envolve a estética, as proporções harmoniosas e o prazer visual gerado pela obra.


DEZ LIVTOS

A obra é dividida de forma enciclopédica em dez partes distintas:

Livro I (Urbanismo e Formação): Define o que é arquitetura e qual deve ser a ampla educação de um arquiteto (geometria, história, filosofia, música, medicina e astronomia). Aborda a escolha de locais saudáveis para fundar cidades e o desenho de suas muralhas e ruas orientadas contra os ventos.

Livro II (Materiais de Construção): Explica a evolução da habitação humana. Descreve as propriedades de materiais como tijolos, areia, cal, pedra e diferentes tipos de madeira.

Livro III (Templos e Proporção): Foca na simetria e nas proporções ideais para edifícios sagrados. É aqui que Vitrúvio relaciona as proporções do corpo humano com a arquitetura (conceito que inspirou o famoso desenho do Homem Vitruviano de Leonardo da Vinci). Aborda a Ordem Jônica.

Livro IV (Ordens Arquitetônicas): Continua o estudo dos templos, detalhando as origens e as regras de desenho das ordens Dórica, Coríntia e Toscana.

Livro V (Edifícios Públicos): Orienta a construção de fóruns, basílicas, teatros (com foco na acústica), banhos públicos e portos.

Livro VI (Arquitetura Doméstica): Discute as residências privadas (casas urbanas e vilas de campo). Analisa como o clima e a luz devem ditar a disposição dos cômodos para o conforto dos moradores.

Livro VII (Acabamentos e Decoração): Trata do gesso, dos pavimentos (mosaicos) e da preparação de tintas e pigmentos naturais para pinturas murais.

Livro VIII (Água e Hidráulica): Explica como encontrar fontes de água subterrânea, testar sua qualidade e construir aquedutos, cisternas e sistemas de encanamento.

Livro IX (Gnomônica e Astronomia): Estuda a influência dos astros, as medidas do tempo e os métodos para desenhar relógios de sol e de água.

Livro X (Engenharia Mecânica): Apresenta máquinas de construção (guindastes, elevadores e bombas de água) e engenharia militar (catapultas, balistas e outras máquinas de cerco).



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10 setembro 2026

◙ TERRA RARA / RARE EARTH (Livro / Book)

RARE EARTH

O livro "Rare Earth: Why Complex Life Is Uncommon in the Universe" (2000), escrito pelo geólogo e paleontólogo Peter Ward e pelo astrônomo e astrobiólogo Donald Brownlee, introduziu a famosa Hipótese da Terra Rara. A tese central da obra é que, embora a vida simples (como bactérias e micróbios) possa ser comum no universo, a vida complexa (animais, plantas e inteligência) é extremamente rara devido a uma combinação de fatores geológicos, astronômicos e biológicos altamente improváveis de se repetirem.



Capa do livro - edição em inglês. Capa: Ilustração de Chesley Bonestell.


Os autores se posicionam contra o chamado "Princípio da Mediocridade" (defendido por cientistas como Carl Sagan), que argumentava que a Terra é apenas um planeta comum em um sistema comum. Em vez disso, Rare Earth demonstra que nosso planeta se beneficiou de uma "loteria cósmica".


Os Pilares da Hipótese da Terra Rara

Para sustentar a ideia de que a vida complexa é uma exceção no universo, os autores detalham uma série de condições obrigatórias que a Terra preencheu:

Zona Habitável Galáctica: Não basta estar na zona habitável de uma estrela; o próprio sistema solar precisa estar no lugar certo da galáxia. Perto demais do centro galáctico, a radiação de supernovas e buracos negros destrói a vida. Muito na periferia, faltam elementos pesados (metais) para formar planetas rochosos.

O "Filtro" de Júpiter: A presença de um planeta gigante gasoso na órbita externa funciona como um escudo cósmico. A gravidade de Júpiter atrai e desvia a grande maioria dos asteroides e cometas que, de outra forma, colidiriam com a Terra constantemente, eliminando qualquer chance de evolução contínua.

Tectônica de Placas: O movimento das placas tectônicas funciona como o termostato global da Terra. Ele recicla o carbono, mantém a atmosfera estável e impede que o planeta sofra um efeito estufa irreversível (como Vênus) ou um congelamento eterno (como Marte).

Uma Lua Incomumente Grande: A Lua estabiliza a inclinação do eixo de rotação da Terra. Sem ela, o eixo terrestre variaria de forma caótica, provocando mudanças climáticas extremas e catastróficas que impediriam o desenvolvimento de organismos complexos.

A Explosão Cambriana e os Filtros Biológicos: Ward e Brownlee argumentam que a transição da vida unicelular para a pluricelular (animal) levou bilhões de anos e exigiu eventos ambientais muito específicos, como a oxigenação da atmosfera e episódios de glaciação global ("Terra Bola de Neve"), que funcionaram como gatilhos evolutivos.


Resumo Comparativo dos Princípios



Conclusão do Livro


A mensagem de Rare Earth não é de isolamento pessimista, mas de responsabilidade e valorização. Ao demonstrar o quão frágil, complexa e improvável é a existência da biosfera animal e da inteligência humana, os autores defendem que a Terra deve ser tratada como um santuário único, já que encontrar um "segundo lar" ou fazer contato com civilizações complexas pode ser uma impossibilidade estatística real.



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09 setembro 2026

F1 - 1972

A temporada de Fórmula 1 de 1972 foi histórica por consagrar o brasileiro Emerson Fittipaldi como o mais jovem campeão mundial da história da categoria na época, com apenas 25 anos de idade. Pilotando o icônico carro preto e dourado da equipe Lotus-Ford, Fittipaldi garantiu o título de pilotos e ajudou o time britânico a conquistar o Mundial de Construtores.



Emerson Fittipaldi, Lotus 72D (Monza, 1972).



Formula 1 Season 1972.


O campeonato contou com 12 corridas e teve os seguintes destaques

O Domínio de Fittipaldi: Emerson venceu 5 das 12 corridas da temporada (Espanha, Bélgica, Grã-Bretanha, Áustria e Itália). O título foi selado matematicamente com a vitória no GP da Itália, em Monza, no dia 10 de setembro.

A Reação de Jackie Stewart: O campeão de 1971, Jackie Stewart (Tyrrell-Ford), teve problemas de saúde (úlceras) e abandonos por quebras mecânicas no meio do ano, terminando como vice-campeão apesar de vencer 4 corridas.

Segurança: Foi o primeiro ano em que todas as pistas do calendário contavam com recursos modernos de segurança, refletindo um forte esforço dos pilotos por maior proteção nos circuitos.

Primeiro GP do Brasil: 1972 também marcou a realização da primeira corrida de F1 em solo brasileiro, em Interlagos. A prova não valeu pontos para o campeonato mundial, servindo como teste oficial para a FIA antes de incluir o país de vez no calendário de 1973.


Classificação Final de Pilotos (Top 5)

Posição / PilotoEquipePontos

Emerson FittipaldiLotus-Ford61
Jackie Stewart / Tyrrell-Ford / 45
Denny Hulme / McLaren-Ford / 39
Jacky Ickx / Ferrari / 27
Peter Revson / McLaren-Ford / 23



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06 setembro 2026

RECORDES DE VELOCIDADE

Lista completa e oficial do Recorde Absoluto de Velocidade em Terra reconhecido pela FIA (Federação Internacional do Automóvel)

Com a intensa disputa inicial entre Chasseloup-Laubat e Jenatzy, a era dos motores de avião e todos os passos que levaram o ser humano a quebrar a barreira do som.



Sunbeam em 1927, Segrave.



Blue Flame em 1970, Gabelish.



Blue Flame em 1970, Gabelish.



Thrust SSC em 1997, Green.



Thrust SSC em 1997, Green.


Abaixo está a cronologia completa de todos os recordes absolutos de velocidade em terra oficiais.


LISTA COMPLETA E CRONOLÓGICA DOS RECORDES (FIA / Oficial)

| DATA | VELOCIDADE (km/h) | VEÍCULO | PILOTO | PAÍS | TIPO DE MOTOR |

| 18/12/1898 | 63,15 | Jeantaud Duc | Gaston de Chasseloup-Laubat (França) | ⚡ Elétrico |

| 17/01/1899 | 66,66 | CGA Dogcart | Camille Jenatzy (Bélgica) | ⚡ Elétrico |

| 17/01/1899 | 70,31 | Jeantaud Duc | Gaston de Chasseloup-Laubat (França) | ⚡ Elétrico |

| 27/01/1899 | 80,35 | CGA Dogcart | Camille Jenatzy (Bélgica) | ⚡ Elétrico |

| 04/03/1899 | 92,78 | Jeantaud Duc | Gaston de Chasseloup-Laubat (França) | ⚡ Elétrico |

| 29/04/1899 | 105,88 | La Jamais Contente | Camille Jenatzy (Bélgica) | ⚡ Elétrico (1º a passar dos 100 km/h) |

| 13/04/1902 | 122,43 | Gardner-Serpollet | Léon Serpollet (França) | 💨 Vapor (1º recorde não elétrico) |

| 05/08/1902 | 122,94 | Mors Z | William K. Vanderbilt (EUA) | ⛽ Combustão interna |

| 05/11/1902 | 124,13 | Mors Z | Henri Fournier (França) | ⛽ Combustão interna |

| 17/11/1902 | 124,13 | Mors Z | Maurice Augières (França) | ⛽ Combustão interna |

| 17/07/1903 | 134,32 | Gobron-Brillié | Arthur Duray (França) | ⛽ Combustão interna |

| 05/11/1903 | 136,36 | Gobron-Brillié | Arthur Duray (França) | ⛽ Combustão interna |

| 12/01/1904 | 147,05 | Ford 999 | Henry Ford (EUA) | ⛽ Combustão (em lago congelado; não oficializado pela FIA) |

| 31/03/1904 | 152,54 | Gobron-Brillié | Louis Rigolly (França) | ⛽ Combustão interna |

| 25/05/1904 | 156,50 | Mercedes 35 hp | Pierre de Caters (Bélgica) | ⛽ Combustão interna |

| 21/07/1904 | 166,66 | Gobron-Brillié | Louis Rigolly (França) | ⛽ Combustão (1º a passar de 100 mph) |

| 13/11/1904 | 168,22 | Darracq | Paul Baras (França) | ⛽ Combustão interna |

| 30/12/1905 | 175,44 | Darracq 200 hp | Victor Hémery (França) | ⛽ Combustão interna |

| 26/01/1906 | 205,44 | Stanley Rocket Steamer | Fred Marriott (EUA) | 💨 Vapor (1º a passar de 200 km/h) |

| 08/11/1909 | 202,68 | Blitzen Benz | Victor Hémery (França) | ⛽ Combustão interna (1º sob regras modernas) |

| 24/06/1914 | 199,70 | Fiat S76 (The Beast of Turin) | Pietro Bordino (Itália) | ⛽ Combustão (apenas em uma direção, não homologado) |

| 17/05/1922 | 215,17 | Sunbeam 350 HP | Kenelm Lee Guinness (Reino Unido) | ✈️ Motor de avião V12 |

| 06/07/1924 | 230,64 | Delage V12 | René Thomas (França) | ✈️ Motor de avião |

| 12/07/1924 | 234,98 | Fiat Mephistopheles | Ernest Eldridge (Reino Unido) | ✈️ Motor de avião Fiat A.12 |

| 25/09/1924 | 235,22 | Blue Bird (Sunbeam) | Malcolm Campbell (Reino Unido) | ✈️ Motor de avião Sunbeam |

| 21/07/1925 | 242,62 | Blue Bird (Sunbeam) | Malcolm Campbell (Reino Unido) | ✈️ Motor de avião |

| 28/04/1926 | 245,10 | Higham Special (Babs) | J.G. Parry-Thomas (Reino Unido) | ✈️ Motor Liberty V12 |

| 28/04/1926 | 274,59 | Higham Special (Babs) | J.G. Parry-Thomas (Reino Unido) | ✈️ Motor Liberty V12 |

| 04/02/1927 | 281,44 | Blue Bird (Napier) | Malcolm Campbell (Reino Unido) | ✈️ Motor Napier Lion |

| 29/03/1927 | 327,97 | Sunbeam 1000 HP | Henry Segrave (Reino Unido) | ✈️ Dois motores aeronáuticos (1º acima dos 300 km/h) |

| 19/02/1928 | 333,05 | Blue Bird (Napier) | Malcolm Campbell (Reino Unido) | ✈️ Motor Napier Lion |

| 22/04/1928 | 334,00 | White Triplex | Ray Keech (EUA) | ✈️ Três motores Liberty V12 |

| 11/03/1929 | 372,46 | Golden Arrow | Henry Segrave (Reino Unido) | ✈️ Motor Napier Lion W12 |

| 05/02/1931 | 396,03 | Blue Bird (Napier) | Malcolm Campbell (Reino Unido) | ✈️ Motor Napier Lion supercomprimido |

| 24/02/1932 | 408,72 | Blue Bird (Napier) | Malcolm Campbell (Reino Unido) | ✈️ 1º acima dos 400 km/h |

| 22/02/1933 | 438,48 | Blue Bird (Rolls-Royce) | Malcolm Campbell (Reino Unido) | ✈️ Motor Rolls-Royce R V12 |

| 07/03/1935 | 445,47 | Blue Bird (Rolls-Royce) | Malcolm Campbell (Reino Unido) | ✈️ Motor Rolls-Royce R V12 |

| 03/09/1935 | 484,62 | Blue Bird (Rolls-Royce) | Malcolm Campbell (Reino Unido) | ✈️ 1º recorde nas planícies de sal de Bonneville |

| 19/11/1937 | 502,11 | Thunderbolt | George Eyston (Reino Unido) | ✈️ Dois motores Rolls-Royce V12 (1º acima dos 500 km/h) |

| 27/08/1938 | 556,00 | Thunderbolt | George Eyston (Reino Unido) | ✈️ Dois motores Rolls-Royce V12 |

| 15/09/1938 | 563,58 | Railton Special | John Cobb (Reino Unido) | ✈️ Dois motores Napier Lion |

| 16/09/1938 | 575,34 | Thunderbolt | George Eyston (Reino Unido) | ✈️ Dois motores Rolls-Royce V12 |

| 23/08/1939 | 595,04 | Railton Special | John Cobb (Reino Unido) | ✈️ Dois motores Napier Lion |

| 16/09/1947 | 634,39 | Railton Mobil Special | John Cobb (Reino Unido) | ✈️ Último recorde de motor a pistão/hélice |

| 05/08/1963 | 657,11 | Spirit of America | Craig Breedlove (EUA) | 🚀 Turbina a Jato (1º da era a jato; homologado pela FIA) |

| 17/07/1964 | 648,73 | Bluebird-Proteus CN7 | Donald Campbell (Reino Unido) | ⚙️ Turbina com tração integral (oficial FIA para rodas motrizes) |

| 05/10/1964 | 665,00 | Wingfoot Express | Tom Green (EUA) | 🚀 Motor a Jato J46 |

| 07/10/1964 | 698,49 | Green Monster | Art Arfons (EUA) | 🚀 Motor a Jato J79 |

| 13/10/1964 | 754,33 | Spirit of America | Craig Breedlove (EUA) | 🚀 Motor a Jato |

| 15/10/1964 | 850,92 | Spirit of America | Craig Breedlove (EUA) | 🚀 Motor a Jato |

| 27/10/1964 | 867,92 | Green Monster | Art Arfons (EUA) | 🚀 Motor a Jato J79 |

| 02/11/1965 | 893,96 | Spirit of America - Sonic 1 | Craig Breedlove (EUA) | 🚀 Motor a Jato J79 |

| 07/11/1965 | 927,87 | Green Monster | Art Arfons (EUA) | 🚀 Motor a Jato J79 |

| 15/11/1965 | 966,57 | Spirit of America - Sonic 1 | Craig Breedlove (EUA) | 🚀 Motor a Jato J79 |

| 23/10/1970 | 1.001,66 | Blue Flame | Gary Gabelich (EUA) | 🚀 Foguete (1º a passar de 1.000 km/h) |

| 04/10/1983 | 1.019,46 | Thrust2 | Richard Noble (Reino Unido) | 🚀 Turbina a Jato Rolls-Royce Avon |

| 25/09/1997 | 1.149,30 | Thrust SSC | Andy Green (Reino Unido) | 🚀 Dois motores a Jato Rolls-Royce Spey |

| 15/10/1997 | 1.227,98 | Thrust SSC | Andy Green (Reino Unido) | 🚀 Recorde Atual Absoluto (Supersônico) |


(Nota: Conforme as regras da FIA, para o recorde ser validado, o veículo precisa fazer duas corridas na mesma pista em sentidos opostos dentro de uma hora, tirando a média entre as duas passagens para anular o efeito do vento).


A barreira do som só foi quebrada em outubro de 1997

Em 1996, o Thrust SSC realizou apenas os seus primeiros testes iniciais e de baixa velocidade no deserto de Al-Jafr, na Jordânia. Naquele ano, o carro não passou nem perto da velocidade do som — o objetivo era puramente testar os sistemas básicos de direção, freios e aerodinâmica estrutural.

Toda a verdadeira evolução supersônica aconteceu por etapas no ano seguinte, no deserto de Black Rock (EUA):

Setembro de 1997: O carro começou a fazer corridas de alta velocidade e estabeleceu um recorde mundial inicial (mas ainda subsônico) de 1.149,30 km/h.

15 de Outubro de 1997: Foi o dia histórico em que Andy Green e a equipe de Richard Noble finalmente ultrapassaram Mach 1. O veículo atingiu 1.227,985 km/h, gerando o primeiro estrondo sônico (sonic boom) provocado por um veículo terrestre na história da humanidade.


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05 setembro 2026

A QUEDA DA CASA DE USHER

The Fall of the House of Usher

É um clássico filme de terror gótico lançado em 1960, dirigido pelo lendário Roger Corman e estrelado pelo mestre do horror Vincent Price.

O longa-metragem é a primeira de uma aclamada série de oito adaptações das obras de Edgar Allan Poe realizadas pela dupla Corman-Price. Em 2005, o filme foi selecionado para preservação no National Film Registry dos Estados Unidos por sua relevância cultural e estética.

Direção: Roger Corman

Roteiro: Richard Matheson (baseado no conto original de Edgar Allan Poe)

Elenco Principal: Vincent Price (Roderick Usher), Mark Damon (Philip Winthrop) e Myrna Fahey (Madeline Usher).

Duração: Aproximadamente 80 minutos.


Sinopse





The Fall of the House of Usher | Full Hollywood Classic Movie | Drama Horror.


O jovem Philip Winthrop viaja até a isolada e decadente mansão da família Usher com o objetivo de se casar com sua noiva, Madeline. No entanto, ele encontra forte oposição do irmão dela, Roderick Usher (Vincent Price). Roderick revela que a família carrega uma antiga e incurável linhagem de loucura e maldade. Obcecado em colocar um fim definitivo a essa maldição de sangue, Roderick fará de tudo para impedir a união - o que desencadeia uma série de eventos sinistros, desespero e enterros prematuros à medida que a própria estrutura da casa começa a ruir.


Edgar Allan Poe

"A Queda da Casa de Usher" (The Fall of the House of Usher) é um dos contos de terror gótico mais célebres do escritor americano Edgar Allan Poe, publicado originalmente em setembro de 1839 na revista Burton's Gentleman's Magazine.




A obra é considerada uma obra-prima da literatura de horror por sua atmosfera opressiva, exploração da psicologia humana e pelo uso do "terror psicológico", onde o isolamento e a sanidade mental se deterioram em paralelo com a própria estrutura física da casa.


Sinopse e Enredo

Um narrador inominado viaja até a isolada e sombria mansão de seu amigo de infância, Roderick Usher, que o convocou por meio de uma carta desesperada. Roderick sofre de uma misteriosa doença mental e hipersensibilidade aguda dos sentidos. Ele vive na casa com sua irmã gêmea, Madeline Usher, que também está gravemente doente e sofre de ataques catalépticos (que mimetizam a morte).




À medida que os dias passam, a atmosfera da casa torna-se cada vez mais sufocante. Após a aparente morte de Madeline, os dois homens decidem sepultá-la temporariamente em uma cripta nos porões da própria mansão. Em uma noite de tempestade, o terror atinge o ápice quando ruídos estranhos ecoam pela propriedade, revelando que eles cometeram o erro mais temido dos contos de Poe: um enterro prematuro.


Principais Temas Explorados

Conexão Psicológica e Física: A conexão simbiótica entre os irmãos gêmeos (Roderick representa a mente/intelecto e Madeline o físico/corpo) e entre a própria família e a estrutura física da mansão. Se a linhagem cai, a casa cai.

Enterro Prematuro: Um dos medos mais recorrentes e obsessivos na obra de Edgar Allan Poe.

Decadência e Isolamento: O isolamento geográfico e social que acelera a loucura, a depressão e a ruína moral dos personagens.



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03 setembro 2026

Journey 1980 Dream, After Dream (Yume, Yume no Ato) Full Album

Dream, After Dream - Journey 1980



夢、夢のあと オリジナル・サウンドトラック


Lançado em 1980, Dream, After Dream é o sétimo álbum de estúdio da banda Journey e serve como trilha sonora para o filme de fantasia romântica japonês Yume, Yume No Ato.




O disco destaca-se por três pontos principais:

Desvio de estilo: Afasta-se do hard rock comercial de sucesso da época e resgata as origens da banda no rock progressivo e instrumental, com músicas complexas, arranjos orquestrais e de metais.

Menos Steve Perry: O vocalista principal tem uma participação reduzida, já que a maior parte das faixas é instrumental.

Despedida histórica: É o último registro em estúdio com o tecladista e membro fundador Gregg Rolie, que deixou o grupo após este lançamento.

Com apenas 35 minutos de duração e um caráter bastante experimental, o álbum acabou se tornando muito mais famoso e duradouro do que o próprio filme que o originou.



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02 setembro 2026

AOS QUE CONHECEM F1

 Aos que conhecem...



Vídeo: "THE RACERS" - Time 06 min. 07 seg.



Robin Herd, Bruce McLaren, Teddy Mayer.



Hawthorn, Collins.



Lauda, Fangio.



Reims 1959.



Senna.



Monza - 1955.



Moss.



Senna, Häkkinen.



Eau Rouge - Spa - 1965.



Fangio, McQueen.



Fittipaldi, Landi, Senna.



Hesketh, Hunt.



Clark.



Senna, Prost, Schumacher.



Montezemolo, de Adamich.



Moss, Vanwall.



Emerson.



Villeneuve.



México 1989.



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