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THE MIKE WALLACE INTERVIEW - GUEST: ALDOUS HUXLEY - 05/18/1958. ENTREVISTA DE MIKE WALLACE -  CONVIDADO: ALDOUS HUXLEY - 18/05/1958....

12 fevereiro 2013

CRONOLOGIA DA EXPLORAÇÃO ESPACIAL (2)

CRONOLOGIA DA EXPLORAÇÃO ESPACIAL (1971 – 1990)

Apollo 14 - Módulo de Pouso Tripulado na Lua dos EUA - 44,456 kg - (31 de Janeiro a 8 de Fevereiro de 1971)
Tripulação: Alan B. Shepard, Jr., Edgar D. Mitchell, Stuart A. Roosa.
Shepard e Mitchell pousaram na Lua em 5 de Fevereiro de 1971, nas terras altas de Fra Mauro, localizada a 3°40' S e longitude 17°28' E. Recolheram 42.9 quilogramas de amostras lunares e utilizaram um carrinho manual para transportar as rochas e o equipamento.

Mariner 8 - Passagem por Marte dos EUA - (8 de Maio de 1971)
Não conseguiu atingir a órbita terrestre.

Kosmos 419 - Sonda de Marte da URSS - (10 de Maio de 1971)
Não conseguiu deixar a órbita terrestre.


A sonda, pesando 4650 kg, foi lançada em 10 de Maio de 1971 pelo foguete propulsor PROTON SL-12/D-1-e. Após o lançamento a nave foi colocada numa órbita baixa que oscilava entre os 160 e os 175 km. Quando foi iniciada a ignição para coloca-la em marcha com destino a  Marte, os motores não funcionaram. Dois dias mais tarde, em 12 de Maio de 1971, a sonda reentrou na atmosfera terrestre.

Mars 2 - Módulo Orbital e de Pouso de Marte da URSS - 4,650 kg - (19 de Maio de 1971)
O módulo de poiso Mars 2 foi libertado do módulo orbital em 27 de Novembro de 1971. Caiu na superfície porque os foguetes de travagem falharam - não foram enviadas informações e foi criado em Marte o primeiro objeto humano. O módulo orbital enviou informações até 1972.

Mars 3 - Módulo Orbital e de Pouso em Marte da URSS - 4,643 kg - (28 de Maio de 1971)
A Mars 3 chegou a Marte em 2 de Dezembro de 1971. O módulo de pouso foi libertado e tornou-se no primeiro pouso com sucesso em Marte. Falhou após ter enviado 20 segundos de imagens vídeo para o módulo orbital. O módulo orbital Mars 3 enviou informações até Agosto de 1972. Fez medidas da temperatura da superfície e da composição atmosférica.

Mariner 9 - Módulo Orbital de Marte dos EUA - 974 kg - (30 de Maio de 1971 - 1972)
A Mariner 9 chegou a Marte em 3 de Novembro de 1971, e foi colocada em órbita em 24 de Novembro. Este foi a primeira nave espacial americana a entrar em órbita em volta de outro planeta além da Lua. Na altura da sua chegada, estava ativa no planeta uma enorme tempestade de poeira. Muitas das experiências científicas foram atrasadas até a tempestade acalmar. Foram obtidas as primeiras imagens em alta-resolução das luas Fobos e Deimos. Foram descobertos formações do tipo de rios e canais. A Mariner 9 ainda está em órbita marciana.

Apollo 15 - Módulo de Pouso Lunar Tripulado - 46,723 kg - (26 de Julho a 7 de Agosto de 1971)
Tripulação: David R. Scott, James B. Irwin, Alfred M. Worden.
Scott e Irwin poisaram na Lua em 30 de Julho de 1971. O local de alunissagem foi Hadley-Apennine na latitude 26°6' N e longitude 3°39' E. Recolheram amostras num total de 76.8 quilogramas. Um Veículo Lunar foi transportado nesta missão (e em todas as seguintes) o que permitiu aos astronautas afastarem-se vários quilômetros do local de alunissagem. O módulo de serviço de comando foi o primeiro a transportar sensores orbitais e a libertar um subsatélite em órbita lunar. Worden efetuou o primeiro passeio no espaço para recuperar o filme do módulo de serviço.

Luna 18 - Módulo de Pouso Lunar da URSS - 5,600 kg - (2 de Setembro de 1971 - 1972)
Tentativa de regresso sem sucesso. Despenhou-se na superfície durante o pouso.

Luna 19 - Módulo Orbital Lunar da URSS - 5,600 kg - (28 de Setembro de 1971 - 1972)
O módulo está agora em órbita lunar.

Luna 20 - Módulo de Pouso Lunar da URSS - 5,600 kg - (14 de Fevereiro de 1972)
Pousou na Lua e trouxe amostras para a Terra. Pousou em 21 de Fevereiro de 1972, em Terras Altas Apollonius localizado na latitude 3°32' N e longitude 56°33' E. Obteve 30 gramas de amostras lunares que trouxe para Terra.

Pioneer 10 - Voo de Passagem por Júpiter dos EUA - 259 kg - (3 de Março de 1972)
A Pioneer 10 passou por Júpiter em 1 de Dezembro de 1973. Passou a 132,250 quilômetros dos topos das nuvens de Júpiter. Enviou mais de 500 imagens de Júpiter e das suas luas. O maior feito da Pioneer 10 foi a obtenção de dados sobre o campo magnético de Júpiter, as partículas carregadas e a interação com o vento solar. O limite da órbita de Plutão foi atravessado em 13 de Junho de 1983. Deixou agora o sistema solar.

Venera 8 - Módulo de Poiso em Vênus da URSS - 1,180 kg - (27 de Março de 1972)
A Venera 8 chegou a Vênus em 22 de Julho de 1972. Mediu as variações da velocidade do vento enquanto descia pela atmosfera: 100 metros / segundo acima de 48 quilômetros, 40-47 metros / segundo a 42-48 quilômetros e 1 metro / segundo abaixo dos 10 quilômetros. Enviou informações durante 50 minutos após pousar.

Apollo 16 - Módulo de Pouso Lunar Tripulado dos EUA - 46,733 kg - (16-27 de Abril de 1972)
Tripulação: John W. Young, Charles M. Duke, Jr., Thomas K. Mattingly II.
Young e Duke pousaram em 21 de Abril de 1972 na cratera Descartes, localizada na latitude 9°00' N e longitude 15°31' E. deixaram alguns instrumentos, conduziram o veículo lunar e recolheram 94.7 quilogramas de amostras durante as 71 horas que durou a sua estadia na superfície.

Apollo 17 - Módulo de Pouso Lunar Tripulado dos EUA - 46,743 kg - (7-19 de Dezembro de 1972)
Tripulação: Eugene A. Cernan, Harrison H. Schmitt, and Ronald B. Evans.
Cernan e Schmitt poisou na Lua em 12 de Dezembro de 1972. O local de pouso foi Taurus-Littrow na latitude 20°10' N e longitude 30°46' E. Recolheram 110.5 kg de amostras de rocha e solo. Os astronautas percorreram 30.5 quilômetros no veículo lunar durante a sua estadia de 75 horas.

Luna 21 - Módulo e Veículo Lunar da URSS - 4,850 kg - (8 de Janeiro de 1973)
Pousou na Lua com um veículo automático Lunokhod 2.

Pioneer 11 - Voo de Passagem por Júpiter / Saturno - 259 kg - (6 de Abril de 1973 - Novembro de 1995)
A Pioneer 11 passou por Júpiter em 1 de Dezembro de 1974 passando a 42,900 quilômetros dos topos das nuvens de Júpiter. Obteve fotografias melhores do que as da Pioneer 10, e mediu as partículas intensamente carregadas e o campo magnético de Júpiter. Ao passar por Júpiter obteve uma ajuda gravitacional que o desviou para uma rota em direção a Saturno. Em 1 de Setembro de 1979, a Pioneer 11 passou pelo limite exterior ao anel A de Saturno a uma distância de 3,500 quilômetros. Viajou abaixo do sistema de anéis e passou a 20,930 quilômetros dos topos das nuvens de Saturno. Atualmente está afastando-se do sistema solar.

Skylab - Estação Espacial dos EUA - (26 de Maio de 1973)
A Skylab, que foi a primeira estação espacial americana, foi tripulada durante 171 dias por três equipes em 1973 e 1974. A estação espacial incluía o Apollo Telescope Mount (ATM), que os astronautas usaram para obter mais de 150,000 imagens do Sol. A Skylab foi abandonada em Fevereiro de 1974 e reentrou na atmosfera terrestre em 1979.


Skylab (USA) - Estação espacial da NASA que foi lançada em 1973, a uma altitude de 435 km, e reentrou na atmosfera destruindo-se prematuramente em 1979.

Explorer 49 - Sonda Solar dos EUA - 328 kg - (10 de Junho de 1973)
Sonda da física solar colocada em órbita lunar.

Mars 4 - Orbital de Marte da URSS - 4,650 kg - (21 de Julho de 1973)
A Mars 4 chegou a Marte em Fevereiro de 1974, mas não conseguiu entrar em órbita devido a uma avaria no sistema de travagem. Passou a 2,200 quilômetros da superfície do planeta. Enviou imagens e informações.

Mars 5 - Orbital de Marte da URSS - 4,650 kg - (25 de Julho de 1973)
A Mars 5 entrou em órbita marciana em 12 de Fevereiro de 1974. Adquiriu dados de imagens para as missões Mars 6 e 7.

Mars 6 - Módulo Orbital de Marte e de Pouso da URSS - 4,650 kg - (5 de Agosto de 1973)
Em 12 de Março de 1974, a Mars 6 entrou em órbita e lançou o módulo de poiso. Este módulo enviou informações atmosféricas durante a descida, mas falhou ainda antes de pousar.

Mars 7 - Módulo Orbital de Marte e de Poiso Suave da URSS - 4,650 kg - (August 9, 1973)
Em 6 de Março de 1974, a Mars 7 não conseguiu entrar na órbita de Marte e o módulo de pouso falhou o planeta. Os dois módulos estão agora em órbita solar.

Mariner 10 - Voo de Passagem por Mercúrio e Vênus dos EUA - 526 kg - (3 de Novembro de 1973 - 24 de Março de 1975)
A Mariner 10 foi a primeira missão de dois planetas. Passou por Vênus em 5 de Fevereiro de 1974 para uma ajuda pela força da gravidade em direção ao planeta Mercúrio. A Mariner 10 foi a primeira nave espacial a ter um sistema de processamento de imagem. Registou circulação na atmosfera venusiana e mostrou que a temperatura dos topos das nuvens é de -23°C. A Mariner 10 passou por Mercúrio 3 vezes em 29 de Março de 1974, 21 de Setembro de 1974 e 16 de Março de 1975. Estes três encontros produziram mais de 10,000 fotografias cobrindo 57% do planeta. Registou as temperaturas da superfície que variavam de 187°C a -183°C nos lados de dia e de noite. Foi detectado um campo magnético fraco mas não conseguiu detectar uma atmosfera. A Mariner 10 está agora em órbita solar.

Luna 22 - Módulo Orbital Lunar da URSS - 5,600 kg - (29 de Maio de 1974 - 1975)
Entrada com sucesso em órbita lunar.

Luna 23 - Sonda Lunar da URSS - 5,6000 kg - (28 de Outubro de 1974)
Despenhou-se na superfície lunar.

Helios 1 - Sonda Solar (EUA e Alemanha Ocidental) - 370 kg - (10 de Dezembro de 1974 - 1975)
A sonda solar está agora em órbita solar; chegou até 47 milhões de quilômetros do Sol.

Venera 9 - Módulo Orbital e de Pouso em Vênus da URSS - 4,936 kg (8 de Junho de 1975)
A Venera 9 chegou a Vênus em 22 de Outubro de 1975, três dias antes da sua irmã Venera 10. Ambas as orbitais fotografaram as nuvens e olharam para a atmosfera superior. Descobriram diferenças entre as camadas de nuvens a 57-70 quilômetros, 52-57 quilômetros e 49-52 quilômetros da superfície. O módulo de pouso chegou à superfície venusiana em 22 de Novembro de 1975. Durante um período de 53 minutos, transmitiu as primeiras imagens em preto e branco da superfície do planeta. Mostrou rochas planas de bordas afiadas e um terreno basáltico. A sonda está agora em órbita venusiana.

Venera 10 - Módulo Orbital e de Pouso em Vênus da URSS - 5,033 kg - (14 de Junho de 1975)
A Venera 10 chegou a Vênus em 25 de Outubro de 1975, três dias depois da sua irmã Venera 9. Ambas as orbitais fotografaram as nuvens e olharam para a atmosfera superior. Descobriram diferenças entre as camadas de nuvens a 57-70 quilômetros, 52-57 quilômetros e 49-52 quilômetros da superfície. O módulo de poiso chegou à superfície venusiana em 25 de Novembro de 1975. Durante um período de 65 minutos, transmitiu imagens em preto e branco da superfície do planeta. O terreno estava mais erodido do que no local de pouso da Venera 9.

Viking 1 - Módulo Orbital e de Pouso em Marte dos EUA - 3,399 kg - (20 de Agosto de 1975 - 7 de Agosto de 1980)
As Viking 1 e 2 foram criadas com base nas Mariner. Consistiam nos módulos orbital e de pouso. O módulo orbital pesava 900 kg e o de pouso 600 kg. Viking 1 entrou em órbita marciana em 19 de Junho de 1976. O módulo de pouso tocou na superfície em 20 de Julho de 1976 no declive de Chryse Planitia. Ambos os módulos tinham prevista a pesquisa de micro-organismos marcianos. Os resultados destas pesquisas ainda estão em debate. Os módulos de pouso forneceram vistas panorâmicas coloridas detalhadas do terreno marciano. Também monitorizaram o tempo marciano. Os módulos orbitais obtiveram informações para desenhar mapas da superfície do planeta, adquirindo mais de 52,000 imagens. A orbital Viking 1 foi desativada em 7 de Agosto de 1980 quando se esgotou o combustível de controlo de altitude. O módulo de pouso da Viking 1 foi acidentalmente desativado em 13 de Novembro de 1982, e nunca se recuperou as comunicações.

Viking 2 - Módulo Orbital e de Pouso em Marte dos EUA - 3,399 kg - (9 de Setembro de 1975 - 25 de Julho de 1978)
As Viking 1 e 2 foram desenhadas com base nas naves Mariner. Consistiam nos módulos orbital e de pouso. O módulo orbital pesava 900 kg e o de pouso 600 kg. Viking 2 entrou em órbita marciana em 24 de Julho de 1976. O módulo de poiso tocou na superfície em 7 de Agosto de 1976 na Utopia Planitia. Ambos os módulos tinham prevista a pesquisa de micro-organismos marcianos. Os resultados destas pesquisas ainda estão em debate. Os módulos de pouso forneceram vistas panorâmicas coloridas detalhadas do terreno marciano. Também monitorizaram o tempo marciano. Os módulos orbitais obtiveram informações para desenhar mapas da superfície do planeta, adquirindo mais de 52.000 imagens. A orbital Viking 2 foi desativada em 25 de Julho de 1978 quando se esgotou o combustível de controle de altitude. O módulo de pouso da Viking 2 usou o orbital Viking 1 como auxiliar de comunicações e teve que ser desativado ao mesmo tempo do orbital em 7 de Agosto de 1980.

Helios 2 - Sonda Solar de EUA e Alemanha Ocidental - (16 de Janeiro de 1976)
A sonda solar chegou a 43 milhões de quilômetros do Sol.

Luna 24 - Módulo de Pouso Lunar da URSS - 4,800 kg - (9 de Agosto de 1976)
O local de pouso foi Mare Crisium na latitude 12°45' N e longitude 60°12' E. Foram trazidas da Lua amostras num total de 170 gramas.

Voyager 2 - Voo de Passagem por Júpiter/Saturno/Úrano/Neptuno de EUA - 800 kg - (20 de Agosto de 1977)
A Voyager 2 passou por Júpiter em 9 de Julho de 1979, por Saturno em 26 de Agosto de 1981, por Úrano em 24 de Janeiro de 1986 e por Neptuno em 24 de Agosto de 1989.

Voyager 1 - Voo de Passagem por Júpiter/Saturno de EUA - 800 kg - (5 de Setembro de 1977)
A Voyager 1 passou por Júpiter em 5 de Março de 1979 e por Saturno em 12 de Novembro de 1980.

Pioneer Venus 1 - Orbital de Vênus dos EUA - 582 kg - (20 de Maio de 1978 - 8 de Outubro de 1992)
A Pioneer Venus 1 (também conhecida por Pioneer 12) chegou a Vênus em 4 de Dezembro de 1978. Operou continuamente desde 1978 até 8 de Outubro de 1992, quando se perdeu o contato com a nave espacial. Esperava-se que ardesse na atmosfera venusiana 6 dias depois. A orbital foi a primeira nave espacial a utilizar o radar na obtenção de dados para desenhar o mapa da superfície. A aparelhagem de campo de elétrons detectou explosões de sinais de rádio presumivelmente causadas por relâmpagos. Não foram detectados campos magnéticos. De 1978 a 1988 a quantidade de dióxido de enxofre na atmosfera diminuiu em 10%. A razão desta diminuição é desconhecida. Talvez um grande vulcão tenha entrado em erupção pouco antes da orbital ter chegado e a quantidade de dióxido de enxofre decaiu lentamente.

Pioneer Venus 2 - Sonda da Atmosfera de Vênus dos EUA - 904 kg - (8 de Agosto de 1978)
A Pioneer Venus 2 (também conhecida por Pioneer 13) transportou quatro sondas atmosféricas. Uma grande e outras três mais pequenas. Chegaram a Vênus em 9 de Dezembro de 1978 e mergulharam na atmosfera. As quatro sondas desceram pela atmosfera com paraquedas enquanto a nave espacial ardia na alta atmosfera. A uma altitude de 70-90 quilômetros as sondas encontraram uma camada fina de nevoeiro. Entre 10-50 quilômetros havia pouca convecção atmosférica e abaixo dos 30 quilômetros a atmosfera estava limpa.

Explorador Internacional Sol-Terra 3 - Monitor Interplanetário dos EUA - 479 kg - (12 de Agosto de 1978)
O Explorador Internacional Sol-Terra mudou de nome para Explorador Cometário Internacional (International Cometary Explorer - ICE). Em 11 de Setembro de de 1985 passou pela cauda de plasma do cometa Giacobini-Zinner.

Venera 11 - Módulo de Passagem e de Pouso em Vênus da URSS - 4,940 kg - (9 de Setembro de 1978)
A Venera 11 poisou em Vênus em 25 de Dezembro de 1978, e enviou informações durante 95 minutos. O sistema de processamento de imagens falhou.

Venera 12 - Módulo de Passagem e de Pouso em Vênus da URSS - 4,940 kg - (14 de Setembro de 1978)
A Venera 12 pousou em 21 de Dezembro de 1978 e enviou informações durante 110 minutos. Ficaram registadas descargas elétricas, provavelmente de relâmpagos.

Missão Solar Máximo - Sonda Solar dos EUA - (14 de Fevereiro de 1980)
A Missão Solar Máximo (Solar Maximum Mission - SMM) foi criada para fornecer observações coordenadas da atividade solar, em particular as chamas solares, durante um período de atividade solar máxima. A nave espacial sofreu uma falha em órbita. Uma missão de reparação no STS-41C em 1984, durante a qual os astronautas do vai-vem se encontraram com a SMM, foi bem sucedida. A SMM recolheu dados até 24 de Novembro 1989, e re-entrou em 2 de Dezembro de 1989.

Venera 13 - Módulo de Passagem e de Poiso em Vénus da URSS - 5,000 kg - (30 de Outubro de 1981)
A Venera 13 poisou em 1 de Março de 1982. Enviou vistas em preto e branco, e as primeiras vistas panorâmicas coloridas da superfície venusiana. Também realizou análises do solo usando um espetrômetro fluorescente de raios-X. A amostra foi determinada como sendo basalto leucite, um tipo de rocha rara na Terra.

Venera 14 - Módulo de Passagem e de Pouso em Vénus da URSS - 5,000 kg - (4 de Novembro de 1981)
A Venera 14 poisou em Vénus em 5 de Março de 1982. Enviou vistas em preto e branco, e as vistas panorâmicas coloridas da superfície venusiana. Também realizou análises do solo usando um espetrômetro fluorescente de raios-X. A amostra foi determinada como sendo basalto toleítico semelhante ao encontrado nas cordilheiras a meio do oceano na Terra.

Venera 15 - Módulo Orbital de Vénus da URSS - 5,000 kg - (2 de Junho de 1983)
A Venera 15 chegou a Vénus em 10 de Outubro de 1983. O seu sistema de processamento de imagens de alta resolução produziu imagens com resolução de 1-2 quilômetros. As sondas Venera 15 e 16 produziram um mapa do hemisfério norte desde o polo até 30°N. Encontraram diversas manchas quentes, possivelmente causadas por atividade vulcânica.

Venera 16 - Módulo Orbital de Vénus da URSS - 5,000 kg - (7 de Junho de 1983)
A Venera 16 chegou a Vénus em 14 de Outubro de 1983. O seu sistema de processamento de imagens de alta resolução produziu imagens com resolução de 1-2 quilômetros. As sondas Venera 15 e 16 produziram um mapa do hemisfério norte desde o polo até 30°N. Encontraram diversas manchas quentes, possivelmente causadas por atividade vulcânica.

Vega 1 - Voo de Passagem por Vénus / Cometa Halley da URSS 4,000 kg - (15 de Dezembro de 1984)
A Vega 1 passou por Vénus em 11 de Junho de 1985 no seu caminho para uma passagem pelo cometa Halley. Largou um módulo de poiso do estilo da Venera e um balão para investigar a camada média de nuvens de Vénus. Os aparelhos de solo do módulo falharam. O balão flutuou na atmosfera durante cerca de 48 horas a uma altitude de 54 quilômetros. Entre as Vega 1 e 2, foram medidas rajadas descendentes de 1 metro/segundo e ventos à velocidade de 240 quilômetros/hora. O encontro com o Cometa Halley ocorreu em 6 de Março de 1986. A sonda Vega 1 está agora em órbita solar.

Vega 2 - Sonda de Vénus / Cometa Halley da URSS - 4,000 kg - (21 de Dezembro de 1984)
A Vega 2 passou por Vénus em 15 de Junho de 1985 no seu caminho para uma passagem pelo cometa Halley. Largou um módulo de poiso do estilo da Venera e um balão para investigar a camada média de nuvens de Vénus. Os aparelhos de solo do módulo de poiso obtiveram amostras de anorthosite-troctolite que se encontra nas terras altas lunares mas é raro na Terra. O balão flutuou na atmosfera durante cerca de 48 horas a uma altitude de 54 quilômetros. Entre as Vega 1 e 2, foram medidas rajadas descendentes de 1 metro/segundo e ventos à velocidade de 240 quilômetros/hora. O encontro com o Cometa Halley ocorreu em 9 de Março de 1986. A sonda Vega 1 está agora em órbita solar.

Sakigake - Voo de Passagem por Cometa do Japão - 141 kg - (7 de Janeiro de 1985)
O encontro com o Cometa Halley ocorreu em 1 de Março de 1986.


Sakigake (Japão) - Interceptou o Cometa Halley.

Giotto - Voo de Passagem por Cometa da Europa - 512 kg - (2 de Julho de 1985)
O encontro com o Cometa Halley ocorreu em 13 de Março de 1986. Depois da passagem pelo Halley, a Giotto foi posta em hibernação, e acordado em 1990. Com ajuda de uma passagem por perto da Terra, a sua trajetória foi alterada para permitir uma passagem próximo do Cometa Grigg-Skjellerup em 10 de Julho de 1992. A distância de passagem foi na verdade menos do que de Halley (cerca de 200 quilômetros do núcleo).

Suisei - Voo de Passagem por Cometa do Japão - 141 kg - (18 de Agosto de 1985 - Fevereiro de 1991)
A passagem pelo Cometa Halley ocorreu em 8 de Março de 1986.

Fobos 1 - Orbital / Pouso em Marte da URSS - 5,000 kg - (7 de Julho de 1988)
A Fobos 1 foi enviada para investigar a lua marciana Fobos. Perdeu-se na viagem para Marte por causa de um comando errado em 2 de Setembro de 1988.

Fobos 2 - Passagem/Pouso em Fobos da URSS - 5,000 kg - (12 de Julho de 1988)
A Fobos 2 chegou a Marte e foi colocada em órbita em 30 de Janeiro de 1989. A orbital chegou até 800 quilômetros de Fobos e então falhou. O módulo de pouso nunca chegou a Fobos.

Magalhães - Orbital de Vênus dos EUA - 3,545 kg - (4 de Maio de 1989 - 1994)
A Magalhães foi libertada em órbita terrestre de um vai-vem espacial e inserida numa órbita de transição para Vênus por um andar superior. A sua missão principal era fazer um mapa de Vênus com um radar de abertura sintética. A superfície de Vênus está obscurecida por nuvens espessas de dióxido de carbono o que torna a superfície invisível para os instrumentos óticos. Chegou a Vênus em 10 de Agosto de 1990. O seu sistema de imagens por radar conseguiu produzir imagens com uma resolução de 300 metros/pixel.

Galileo - Orbital de Júpiter / Sonda Atmosférica dos EUA e Europa - 2,222 kg - (18 de Outubro de 1989)
A Galileo foi desenhada para estudar a atmosfera de Júpiter, os satélites e a magnetosfera circundante durante 2 anos. Para lá chegar, usou técnicas de ajuda pela gravidade para conseguir velocidade suficiente para passar Vénus em 10 de Fevereiro de 1990. Passou a Terra e a Lua em 8 de Dezembro de 1990 e novamente em 8 de Dezembro de 1992. Teve encontros com o asteróide 951 Gaspra em 29 de Outubro de 1991 e com o asteróide 243 Ida em 28 de Agosto de 1993.

Muses-A - Orbitais Lunares Japonesas - (24 de Janeiro de 1990)
Consistiram de dois pequenos orbitais que falharam ao tentar enviar informações das suas órbitas à roda da Lua. Foi a primeira sonda não americana nem da URSS a atingir a Lua.

Hubble Space Telescope - Telescópio dos EUA e da Europa - (25 de Abril de 1990)
O Telescópio Espacial Hubble enviou imagens em alta resolução de Marte e dos outros planetas exteriores do Sistema Solar. Em Julho de 1994, fotografou a colisão do Cometa Shoemaker-Levy 9 com Júpiter.


Telescópio Espacial Hubble (USA) - (Clique na imagem para ampliar).

Ulysses - Voo de Passagem pelo Sol dos EUA e da Europa - 370 kg - (6 de Outubro de 1990)
A nave espacial Ulysses é um projeto internacional para estudar os polos do Sol e o espaço interestelar acima e abaixo dos polos. Usou Júpiter para uma ajuda pela gravidade para sair fora do plano eclíptico e seguir em direção aos polos solares. A passagem por Júpiter ocorreu em 8 de Fevereiro de 1992. A primeira passagem pelos polos solares ocorreu em Junho de 1994. A nave espacial passou o equador solar em Fevereiro de 1995 e passou acima do polo norte em Junho de 1995.

03 fevereiro 2013

FÁBULA CHINESA (2)

O sonho de Zhuangzi (Zhuangzi)

"Uma vez, ao pôr do sol, Zhuangzi cochilava debaixo de uma árvore quando sonhou que havia se transformado numa borboleta.


O sonho da borboleta.

Ele bateu asas, certo de que era uma borboleta...

Esvoaçou aqui e ali com tal regozijo que logo se esqueceu de que era Zhuangzi. E ficou confuso: era essa a magnífica borboleta que Zhuangzi havia sonhado, ou era essa borboleta que havia sonhado ser Zhuangzi?

Talvez Zhuangzi fosse a borboleta! Ou talvez a borboleta fosse Zhuangzi!

Esse é o resultado da transformação das coisas.

Zhuangzi (369-286 a.C.).

RAIZ QUADRADA (Métodos Interessantes)

Aqui vão alguns métodos simples e interessantes para calcular RAIZ QUADRADA sem o uso de calculadoras eletrônicas.




São Métodos que dão aproximações razoáveis, e que na maioria dos casos as Raízes Quadradas calculadas servem para serem usadas em cálculos onde não precisamos de precisão de muitas casas decimais depois da vírgula, o que é suficiente na maioria dos casos.

Método Babilônio (exemplificado)

O método babilônio é um método que dá uma aproximação da raiz quadrada e apresenta uma margem de erro pequena, desprezível para cálculos que não necessitam de muita precisão. Porém, dependendo da aproximação necessária, todas as casas decimais estarão corretas.

Extrair por exemplo a Raiz Quadrada de 68:

1) Encontrar o quadrado perfeito que mais se aproxima com o número.

5² = 25
6² = 36
7² = 49
8² = 64
9² = 81

Nesse caso o quadrado que mais se aproxima de 68 é o 64.

Observação: Nunca usar um quadrado que seja maior que o número que você quer extrair a Raiz Quadrada, mesmo que esse quadrado perfeito esteja mais próximo do número.

No nosso caso a Raiz Quadrada de 64 é 8. Chmaremos 8 de A.

Divida o número original por A até que tenhamos o dobro de casas decimais de A.

68 / A = 8,5

Chamaremos 8,5 de B.

Some A com B e divida tudo por 2.

(A + B) / 2 = (8 + 8,5) / 2 = 8,25.

Chamaremos 8,25 de C.

Divida agora o número original 68 por C até que tenhamos o dobro de casas decimais de C.

68 / C = 8,2424

Chamaremos 8,2424 de D.

Agora some C com D e divida tudo por 2.

(C + D) / 2 = (8,25 + 8,2424) / 2 = 8,2462

Essa deve ser a Raiz Quadrada de 68. Poderíamos seguir com o processo adiante, mas isso resultaria em algumas imprecisões.

Nosso resultado obtido RAIZ QUADRADA de 68 = 8,2462
Resultado na calculadora da RAIZ QUADRADA de 68 = 8,24621125........

Cálculo realizado com boa precisão.

Depois coloco outros métodos.

27 janeiro 2013

A ERUPÇÃO DO VESÚVIO / THE ERUPTION OF VESUVIUS

Erupção do Vesúvio ano 79

A erupção do Vesúvio em 79 d.C., há quase 2000 anos atrás,  foi uma das mais conhecidas e catastróficas erupções vulcânicas de todos os tempos. As cercanias romanas de Pompeia, Herculano e Estabia foram afetadas, com Pompeia e Herculano sendo completamente destruídas. O Vesúvio espalhou uma nuvem mortal de rochas, cinzas e fumaça a uma altura de mais de 30 quilômetros, emitindo lava e púmice a uma proporção de 1,5 milhão de toneladas por segundo e liberando no total uma energia térmica centenas de milhares de vezes maior do que a do bombardeamento de Hiroshima.

Estima-se que 16.000 cidadãos de Pompeia e Herculano morreram devido ao fluxo piroclástico hidrotermal de temperaturas superiores a 700 °C. Desde 1860, quando escavações sistemáticas passaram a ser realizadas em Pompeia, os arqueólogos descobriram nos limites da cidade as cascas petrificadas dos corpos decompostos de 1044 vítimas.

Erupção do Vesúvio de 79 d.C. (concepções artísticas).

Antecedentes

O Vesúvio sofreu diversas erupções. A mais conhecida, ocorrida em 79 d.C., foi precedida por diversas outras na pré-história, incluindo pelo menos três de significante impacto, a mais célebre delas sendo a erupção de Avelino por volta de 1800 a.C., que engolfou diversos povoados da Idade do Bronze e depositou no monte Vesúvio aproximadamente 0,32 km³ de púmice branca, enquanto uma segunda e mais intensa explosão levantara uma coluna de 31 km e depositara 1,25 km³ de púmice cinza.

A erupção de 79 d.C. foi antecedida por um poderoso sismo ocorrido dezessete anos antes, em 5 de fevereiro de 62 d.C., que provocou destruição generalizada em torno do golfo de Nápoles e, particularmente, em Pompeia. Alguns dos danos ainda estavam sendo reparados quando o vulcão irrompeu. A morte repentina de 600 ovelhas nas cercanias de Pompeia, relatada por Séneca, levou o vulcanologista moderno Haraldur Sigurdsson a comparar o fato a mortes similares de animais ocorridas na Islândia devido a poças de dióxido de carbono vulcânico, e a especular que o terremoto de 62 d.C. estava relacionado à nova atividade do Vesúvio.

A erupção

As reconstituições da erupção e seus efeitos variam consideravelmente em detalhes, mas apresentam todas as mesmas características. A erupção teria durado dois dias. A manhã do primeiro dia foi considerada normal pela única testemunha a deixar registros escritos, Plínio, o Jovem. Ao entardecer, uma explosão lançou uma coluna de alta altitude da qual cinzas começaram a cair, cobrindo a região. Resgates e fugas ocorreram durante este período. Em determinada hora da noite ou no começo do dia seguinte, os fluxos piroclásticos começaram a atingir as cercanias mais próximas ao vulcão. As luzes vistas no monte foram interpretadas como sendo um incêndio, e populações de locais distantes como Miseno fugiram para salvar suas vidas. Os fluxos moviam-se rapidamente, eram densos e de temperatura intensa, destruindo parcial ou inteiramente todas as estruturas em seu caminho, incenarando ou sufocando os habitantes remanescentes e alterando a paisagem, incluindo a linha costeira. Ocorriam paralelamente tremores leves, enquanto um maremoto de médio porte atingia o golfo de Nápoles.

Estudos estratigráficos

De acordo com um estudo estratigráfico por Sigurdsson, Cashdollar e Sparks, publicado em 1982 e atualmente considerado uma referência padrão, a erupção de 79 d.C. ocorreu em duas fases: uma erupção pliniana que durou de dezoito a vinte horas, seguida por um fluxo piroclástico na segunda e peleana fase, que alcançou Miseno mas concentrou-se a oeste e noroeste. Dois fluxos piroclásticos engolfaram Pompeia, queimando e asfixiando os habitantes que não foram capazes de fugir. Oplontis e Herculano receberam a maior parte dos fluxos, sendo soterradas por uma cinza fina e pelos depósitos piroclásticos.

Os estudos da erupção de 79 d.C. foram comparados à erupção da Idade do Bronze, adiantando suposições de um possível futuro desastre. Desde uma última erupção em 1944, o Vesúvio permanece relativamente quieto; supõe-se, no entanto, que quanto mais tempo ele permanecer adormecido pior será a erupção, especialmente em relação à região densamente habitada em torno do vulcão.

Fonte: Wikipédia

Comentários adicionais 

Eu estive pessoalmente em Pompéia em novembro de 2010, e tive acesso a praticamente toda a área de escavação arqueológica (scavi) e corpos carbonizados e preservados. Tenho alguns registros fotográficos em postagem anterior: Pompéia / Pompeii, onde se pode ver o Teatro Grande, o Anfiteatro de Pompéia, o Fórum, entre outros.

Há outra postagem Pink Floyd - Live at Pompeii 1971, sobre o show feito no Anfiteatro de Pompéia.

Comentarei em postagens futuras mais sobre o desenvolvimento das escavações arqueológicas (scavi) de Pompéia, que ainda seguem atualmente.

Visite também o site da Superintendência Especial para os bens arqueológicos de Nápoles  Pompéia, no excelente site: Soprintendenza Speciale per i Beni Archeologici di Napoli e Pompei area archeologica vesuviana.

23 janeiro 2013

MOTO PERPÉTUO

Moto Perpétuo foi uma banda brasileira de rock progressivo dos anos 1970. Participaram da banda o cantor e compositor Guilherme Arantes (piano e vocais), Egydio Conde (guitarra solo e vocais), Diogenes Burani (percussão e vocais), Gerson Tatini (contra-baixo e vocais) e Cláudio Lucci (violões, violoncelo, guitarra e vocais).

Moto Perpétuo LP.

A banda foi formada em 1973, quando Guilherme Arantes e Cláudio Lucci se conheceram na Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAU) da USP. Logo convidaram Diógenes Burani, velho amigo de Arantes, e em seguida Gerson Tatini e Egydio Conde. A banda contou com o apoio do empresário Moracy do Val, que havia acabado de lançar o grupo Secos e Molhados, sucesso absoluto na época.

Moto Perpétuo "Três e Eu" 1974.

Três e Eu (Lyrics)

Eram três e eu
noite apontou
eram três e eu
num subúrbio que passou
vagão vago azul
carvão e vapor
eram três e eu
vento escuro nos cabelos.
Só na estação
sob os pés uma cidade
tudo nas mãos
como um louco na neblina.

O Moto Perpétuo lançou, em 1974, um álbum homônimo pela gravadora Continental, notadamente influenciado pelo Clube da Esquina e por famosas bandas de rock progressivo como o Genesis e Yes - influências estas que, entre outras, se fariam sentir na primeira fase da carreira solo de Guilherme Arantes. Este álbum foi remasterizado e já pode ser encontrado em CD, graças ao trabalho de Charles Gavin, dos Titãs.

Em 1975, Guilherme Arantes segue para sua bem sucedida carreira solo. O guitarrista Egydio Conde, por sua vez, foi integrar a banda "Som Nosso de Cada Dia".

No entanto, as atividades do grupo não se encerrariam em 1975, já que, em 1981, três dos membros do Moto Perpétuo - Cláudio Lucci, Gerson Tatini e Diógenes Burani - voltariam a se reunir, desta vez para gravar o álbum São Quixote. A banda foi completada pela vocalista e violonista Monica Marsola. Houve ainda a participação especial de Guilherme Arantes tocando moog e piano em cinco faixas do LP, gravado pelo selo independente Lira Paulistana.

22 janeiro 2013

MOTO CONTÍNUO / MOTO PERPÉTUO

Moto contínuo

Um moto-contínuo, ou máquina de movimento perpétuo (o termo em latim perpetuum mobile não é incomum) são classes de máquinas hipotéticas as quais reutilizariam indefinidamente a energia gerada por seu próprio movimento. A existência de um dispositivo moto-contínuo é geralmente aceita como sendo impossível, de acordo com o nosso atual conhecimento das leis da física.


O frasco com auto-fluxo de Robert Boyle preenche a si próprio neste diagrama, porém tal efeito não se produz na realidade.

Em particular, um moto-contínuo para existir deve violar ou a primeira ou a segunda lei da termodinâmica. A comunidade científica não exclui a possibilidade de o atual conhecimento das leis da física estar incompleto ou incorretos; um dispositivo de moto-contínuo pode não ser impossível, porém a demonstração de tal dispositivo exigiria a reavaliação de várias leis da física.

Idealização de Moto-Perpétuo (máquina impossível).

Outras imágens de idealizações utópicas para Moto-Perpétuo.
Mas seriam todas as idealizações impossíveis?

Um moto-contínuo (mecânico) além de violar as lei da termodinâmica violaria também a chamada Lei Áurea da Mecânica, onde o trabalho aplicado é igual ou maior que o trabalho realizado.

Classificação

Uma classificação de máquinas de moto-contínuo refere-se a qual das leis da termodinâmica a máquina propõe-se a violar:

Moto-contínuo de primeira espécie

Um moto-contínuo de primeira é uma máquina de movimento perpétuo que viola a Primeira Lei da Termodinâmica, fornecendo ao exterior mais energia (sob a forma de trabalho ou calor) do que aquela que consome.

Moto-contínuo de segunda espécie

Um moto-contínuo de segunda espécie é uma máquina de movimento perpétuo que viola a Segunda Lei da Termodinâmica, tendo um rendimento de 100%.

Visto que um moto-contínuo é um processo cíclico seria necessário que em todas etapas do ciclo todas as transformações de energia tivessem também um rendimento de 100%, no entanto a segunda lei da termodinâmica postula que não é possível a transformação completa do calor fornecido por uma fonte em trabalho.

Uma categoria mais obscura é a máquina de movimento perpétuo do terceiro tipo, normalmente (mas não sempre) definida como aquela que elimina completamente o atrito e outras forças dissipativas, mantendo o movimento para sempre (devido a sua massa de inércia). Terceiro neste caso refere-se somente à posição no esquema de classificação acima, não diretamente à terceira lei da termodinâmica. Embora seja impossível fazer-se tal máquina, devido a dissipação não poder nunca ser completamente eliminada (os 100% relacionados com a eficiência) em um sistema mecânico, tornando-se impossível alcançar-se esta situação ideal. Tal máquina, mesmo hipotética, não serviria como uma fonte de energia, mas poderia ter utilidade apenas como um dispositivo de estocagem perpétua de energia.

Nesta terceira classificação, pode-se citar a afirmação ingênua de que um pêndulo no vácuo seria uma máquina deste tipo, mas jamais se obtém um fio, não interessando o material ou dispositivo anexo que não apresente dissipação de energia. Grandes máquinas inerciais, com construção giroscópica, podem aparentar ser máquinas deste tipo, mantendo grandes velocidades de rotação durante dias, mas não tardarão a apresentar perda de rotação, seja pelo atrito com gases, e mesmo se no vácuo, que nunca seria perfeito, ainda assim em seus eixos, pois o atrito nulo não existe.

Outras questões

Em cosmologia

Em cosmologia, o universo, como maior objeto a ser estudado pela física, ao se considerar a mecânica celeste, esta aparentemente movimenta-se em um moto-perpétuo, com suas galáxias girando, estrelas girando, planetas girando e ainda produzindo energia em enormes quantidades, ou seja, ao se considerar o próprio meio também como parte integrante do moto-perpétuo, poderíamos aceitar a existência deste fenômeno, porém, como a cosmologia considera o universo como iniciando a partir de um estado denso e quente, na teoria da expansão cósmica, ou "Big Bang", o universo, por ser limitado em tempo, ter uma idade, não é um moto-contínuo na definição clássica.

A explicação do "antes", do "início" e da formação do universo, necessariamente passaríamos pela elucidação total do moto-contínuo. Questões de cosmologias cíclicas, como os modelos cíclicos, universo oscilante e outros, apontam para um universo que infinitamente mantenha-se em movimento.

Especulações entre físicos

Físicos podem tentar testar os seus conhecimentos da física provando, sem usar termodinâmica, que um moto-contínuo proposto não pode funcionar. Também, várias vezes físicos irão descobrir aparentes moto-contínuos em seus pensamentos experimentais. Assim como um paradoxo expõe enganos de pensamento das teorias físicas aceitáveis e são considerados pouco instrutivos.

Porque os princípios da termodinâmica são bem estabelecidos, propostas sérias de moto-contínuo são desacreditadas por parte dos físicos, os quais fazem uma discussão de méritos da dificuldade da proposta, se a mesma não for impossível.

Discussões sobre o moto-contínuo ocorrem apenas no trabalho em conjunto com outras teorias como: sistemas abertos, energia livre e energia do vácuo.

Reflexões finais

Um átomo funciona por todo o sempre?
E não sofre fadiga?
As partículas subatômicas se desgastam?



*  *  *  *  *

21 janeiro 2013

THE GREATEST DRIVER

Este vídeo mostra quem foi Ayrton Senna - Piloto - (The Greatest Driver) "Top Gear".

Há considerações e o reconhecimento geral de Fernando Alonso, Felipe Massa, Rubens Barrichello, Jarno Trulli, Michael Schumacher, Mika Hakkinen, Mark Webber, Lewis Hamilton, David Coulthard e muito mais; um importante depoimento do grande piloto Martin Brundle, que com seu conhecimento fez avaliações que resumem como era Ayrton Senna nas pistas.
 
Vídeo de 12 min. 55 seg. "Ayrton Senna Top Gear Tribute 2010".

Acho que o material é suficiente para demostrar o fato, e há um certo momento quando Martin Brundle e o apresentador do "Top Gear" Jeremy Clarkson estão acompanhando uma das voltas de classificação do Senna, e Brundle comenta: "Isso é um absurdo".

16 janeiro 2013

CRONOLOGIA DA EXPLORAÇÃO ESPACIAL (1)

CRONOLOGIA DA EXPLORAÇÃO ESPACIAL (1912 – 1970)

Voo em balão - Europa - (1912)
Descoberta dos raios cósmicos.

Descoberta dos Raios Cósmicos.

Foguete NRL V-2 - EUA - (1946)
Primeira observação do espectro UV do Sol.

Foguete NRL V-2 - USA - (1949)
Primeira observação dos raios-X solares.

Sputnik-1 - URSS - (1957)
O primeiro satélite artificial.

Explorer III - EUA - (1958)
Descobriu o cinturão de radiação da Terra.

Pioneer 0 - Orbital Lunar dos EUA - (17 de Agosto de 1958)
O primeiro andar explodiu.

Pioneer 1 - Orbital Lunar dos EUA - (11 de Outubro de 1958)
Não conseguiu atingir a velocidade de escape.

Programa "PIONEER" USA.

Pioneer 3 - Passagem pela Lua dos EUA - (6 de Dezembro de 1958)
Não conseguiu atingir a velocidade de escape.

Luna 1 - Passagem pela Lua da URSS - 361 kg - (2 de Janeiro de 1959)
Luna 1 foi a primeira nave a passar pela Lua. Descobriu o vento solar e está agora em órbita solar.

"LUNA 1" URSS.

Pioneer 4 - Passagem Distante pela Lua dos EUA - 5.9 kg - (3 de Março de 1959)
A sonda espacial está agora em órbita solar.

Luna 2 - Módulo Lunar da URSS - 387 kg - (12 de Setembro de 1959)
Luna 2 foi a primeira nave espacial a atingir a superfície lunar em 14 de Setembro de 1959.

Luna 3 - Passagem pelo Lado Afastado da Lua da URSS - 278.5 kg - (4 de Outubro de 1959)
Encontrou a Lua em 7 de Outubro de 1959 e enviou a primeira imagem do lado oculto da Lua. A sonda espacial está agora numa órbita decadente Terra-Lua.

Pioneer 5 - Monitor Solar dos EUA - (11 de Março de 1960)
A sonda espacial está agora em órbita solar.

Mars 1960A - Sonda Marciana da URSS - (10 de Outubro de 1960)
Não conseguiu atingir a órbita terrestre.

Mars 1960B - Sonda Marciana da URSS - (14 de Outubro de 1960)
Não conseguiu atingir a órbita terrestre.

Venera 1 - Passagem por Vênus da URSS - 643.5 kg - (12 de Fevereiro de 1961)
Está agora em órbita solar.

"VENERA 1" URSS.

Aerobee Rocket - USA - (1962)
Observou a primeira estrela de raios-X.

Ranger 3 - Módulo Lunar Pesado dos EUA - 327 kg - (26 de Janeiro de 1962)
A sonda lunar falhou a Lua e está agora em órbita solar.

Ranger 4 - Módulo Lunar Pesado dos EUA - 328 kg - (23 de Abril de 1962)
O primeiro impacto dos EUA na Lua.

Mariner 2 - Passagem por Vênus dos EUA - 201 kg - (27 de Agosto de 1962 - 3 de Janeiro de 1963) 
Em 14 de Dezembro de 1962, a Mariner 2 chegou a uma distância de 34,800 quilômetros de Vênus e percorreu a superfície com radiômetro de infravermelho e de microondas, obtendo dados que mostram que a superfície de Vênus tem uma temperatura de cerca de 425°C (800°F). Três semanas depois da passagem por Vênus a Mariner 2 afastou-se em 3 de Janeiro de 1963. Está agora em órbita solar.

Ranger 5 - Passagem pela Lua dos EUA - 340 kg - (18 de Outubro de 1962) 
A Ranger 5 devia ter pousado mas tornou-se unicamente numa passagem por causa de uma falha na nave espacial. Está agora em órbita solar.

Mars 1962A - Passagem por Marte da URSS - (24 de Outubro de 1962) 
A nave espacial não conseguiu deixar a Terra depois do último andar do foguete ter explodido.

Mars 1 - Passagem por Marte da URSS - 893 kg - (1 de Novembro de 1962) 
As comunicações falharam durante a viagem.

Mars 1962B - Módulo de Pouso em Marte da URSS - (4 de Novembro de 1962) 
Não conseguiu deixar a órbita terrestre.

Luna 4 - Sonda Lunar da URSS - 1,422 kg - (2 de Abril de 1963) 
A Luna 4 devia pousar na Lua mas falhou o satélite. Está agora numa órbita Terra-Lua.

Rnager 6 - Módulo Pesado de Pouso Lunar dos EUA - 361.8 kg - (30 de Janeiro de 1964 
As câmaras falharam; a sonda lunar caiu na superfície da Lua.

Zond 1 - Passagem por Vênus da URSS - 890 kg - (2 de Abril de 1964) 
As comunicações falharam em viagem; está agora em órbita solar.

Ranger 7 - Módulo de Pouso Lunar Pesado dos EUA - 362 kg - (28 de Julho de 1964) 
Chegou em 31 de Julho de 1964, enviou fotografias de perto e caiu na Lua.

Mariner 3 - Passagem Por Marte dos EUA - 260 kg - (5 de Novembro de 1964) 
Tentativa de passagem por Marte. Os painéis solares não abriram, impedindo a passagem por Marte. A Mariner 3 está agora em órbita solar.

Mariner 4 - Passagem por Marte dos EUA - 260 kg - (28 de Novembro de 1964 - 20 de Dezembro de 1967) 
A Mariner 4 chegou a Marte em 14 de Julho de 1965 e passou a 9,920 quilômetros da superfície do planeta. Enviou 22 fotos de perto que mostram uma superfície de crateras. Confirmou-se que a fina atmosfera é composta de dióxido de carbono na ordem dos 5-10 mbar. Foi detectado um pequeno campo magnético intrínseco. A Mariner 4 está agora em órbita solar.

Zond 2 - Passagem por Marte da URSS - (30 de Novembro de 1964) 
Perdeu-se o contacto durante a viagem.

Ranger 8 - Módulo de Pouso Lunar Pesado dos EUA - 366 kg - (17 de Fevereiro de 1965) 
A Ranger 8 chegou à Lua em 20 de Fevereiro de 1965. Enviou para Terra imagens em alta resolução até cair no Mar da Tranquilidade.

Ranger 9 - Módulo de Pouso Lunar Pesado dos EUA - 366 kg - (21 de Março de 1965) 
Esta sonda lunar enviou imagens do seu impacto na Lua.

Luna 5 - Módulo de Pouso Lunar da URSS - 1,474 kg - (9 de Maio de 1965) 
O módulo de poiso na Lua falhou e caiu na Lua.

Luna 6 - Módulo de Pouso Lunar da URSS - 1,440 kg - (8 de Junho de 1965) 
Falhou a Lua e está agora em órbita solar.

Zond 3 - Passagem pela Lua da URSS - 959 kg - (18 de Julho de 1965) 
Enviou fotografias do lado oposto da Lua. Está agora em órbita solar.

Luna 7 - Módulo de Pouso Lunar da URSS - 1,504 kg - (4 de Outubro de 1965) 
A Luna 7 falhou e caiu na Lua.

Venera 2 - Passagem por Vênus da URSS - 962 kg - (12 de Novembro de 1965 - 1966) 
Perderam-se as comunicações pouco antes da chegada. Está agora em órbita solar.

Venera 3 - Sonda Atmosférica da URSS para Vênus - 958 kg - (16 de Novembro de 1965 - 1966) 
Perderam-se as comunicações pouco antes da entrada na atmosfera. Despenhou-se em Vênus.

Luna 8 - Módulo de Pouso Lunar da URSS - 1,550 kg - (3 de Dezembro de 1965) 
A Luna 8 falhou e caiu na Lua.

Pioneer 6 - Sonda Solar dos EUA - 63.4 kg - (16 de Dezembro de 1965 - Presente) 
A sonda ainda está a transmitir da órbita solar.

Luna 9 - Módulo de Pouso Lunar da URSS - 1,580 kg - (31 de Janeiro de 1966) 
A Luna 9 pousou na superfície lunar e enviou as primeiras fotografias da superfície.

Luna 10 - Módulo Orbital Lunar da URSS - 1,597 kg - (31 de Março de 1966) 
A Luna 10 está atualmente em órbita lunar.

Surveyor 1 - Módulo de Pouso Lunar dos EUA - 269 kg - (30 de Abril de 1966 a 1967) 
A Surveyor 1 foi a primeira nave espacial americana a pousar suavemente na superfície lunar.

Lunar Orbiter 1 - Orbital Lunar dos EUA - 386 kg - (10 de Agosto de 1966) 
A Lunar Orbiter 1 orbitou a Lua, fotografou o lado afastado e caiu na superfície por comando.

"LUNAR ORBITER 1" USA. 

Pioneer 7 - Sonda Solar dos EUA - 63 kg - (17 de Agosto de 1966 - ?) 
A sonda em órbita solar foi recentemente desativada.

Luna 11 - Módulo Orbital Lunar da URSS - 1,638 kg - (24 de Agosto de 1966) 
A Luna 11 está atualmente em órbita lunar.

Surveyor 2 - Módulo de Pouso Lunar dos EUA - 292 kg - (20 de Setembro de 1966) 
A Surveyor 2 falhou e despenhou-se na Lua.

Luna 12 - Módulo Orbital Lunar da URSS - 1,620 - (22 de Outubro de 1966-1967) 
Luna 12 está em órbita lunar.

Lunar Orbiter 2 - Módulo Orbital Lunar dos EUA - 390 kg - (6 de Novembro de 1966) 
Orbitou a Lua, fotografou o lado afastado à procura de locais potenciais para pouso das naves Apollo, e depois caiu por comando.

Luna 13 - Módulo de Pouso Lunar da URSS - 1,700 kg - (21 de Dezembro de 1966) 
Pousou na superfície lunar.

Lunar Orbiter 3 - Orbital Lunar dos EUA - 385 kg - (5 de Fevereiro de 1967) 
Orbitou a Lua, fotografou o lado afastado à procura de locais potenciais para pouso das naves Apollo, e depois caiu por comando.

Surveyor 3 - Módulo de Pouso Lunar dos EUA - 283 kg - (17 de Abril de 1967)
Pousou na superfície lunar.

Lunar Orbiter 4 - Módulo Orbital Lunar dos EUA - 390 kg - (4 de Maio de 1967) 
Orbitou a Lua em inclinação polar e caiu por comando.

Venera 4 - Sonda Atmosférica de Vênus da URSS - 1,104 kg - (12 de Junho de 1967) 
Venera 4 chegou a Vênus em 18 de Outubro de 1967. Foi a primeira sonda a ser colocada diretamente na atmosfera e a enviar de volta informações sobre a atmosfera. Mostrou que a atmosfera tem 90 a 95% de dióxido de carbono. Não detectou nitrogênio. A temperatura à superfície era de 500°C e a pressão de 75 bar. Foi esmagada pela pressão atmosférica em Vênus antes de atingir a superfície.

Mariner 5 - Passagem por Vênus dos EUA - 244 kg - (14 de Junho a Novembro de 1967) 
A Mariner 5 chegou a Vênus em 19 de Outubro de 1967, um dia depois da Venera 4. Passou a 3,900 quilômetros da superfície do planeta. Estudou o campo magnético venusiano e descobriu que a atmosfera é composta por 85-99% de dióxido de carbono. Está agora em órbita solar. 

Surveyor 4 - Módulo Lunar de Pouso dos EUA - 283 kg - (14 de Julho de 1967) 
O Módulo de Pouso falhou e caiu na Lua.

Explorer 35 - Módulo Orbital Lunar dos EUA - 104 kg - (19 de Julho de 1967 - 1972) 
Este módulo adquiriu informações de campos e de partículas.

Lunar Orbiter 5 - Orbital Lunar dos EUA - 389 kg (1 de Agosto de 1967) 
Orbitou a Lua numa inclinação polar, obteve fotografias de alta resolução de muitos locais importantes, e caiu na Lua por comando.

Surveyor 5 - Módulo de Pouso Lunar dos EUA - 279 kg - (8 de Setembro de 1967) 
Pousou na superfície lunar.

Surveyor 6 - Módulo de Pouso Lunar dos EUA - 280 kg - (7 de Novembro de 1967) 
Pousou e levantou da superfície lunar.

Pioneer 8 - Sonda Solar dos EUA - 63 kg - (13 de Dezembro de 1967 - Presente) 
A sonda solar ainda está transmitindo da órbita solar.

Surveyor 7 - Módulo de Pouso Lunar dos EUA - 1,036 kg - (7 de Janeiro de 1968) 
Pousou na superfície lunar.

Luna 14 - Módulo Orbital Lunar da URSS - 1,700 kg - (7 de Abril de 1968) 
A Luna 14 está em órbita lunar-solar.

Zond 5 - Passagem pela Lua da URSS - 5,375 kg - (14 de Setembro de 1968) 
Voo de passagem pela Lua e regresso à Terra.

Pioneer 9 - Sonda Solar dos EUA - 63 kg - (8 de Novembro de 1968 - 3 de Março de 1987) 
Ainda está em órbita solar. Desativou-se em 3 de Março de 1987.

Zond 6 - Passagem pela Lua da URSS - 5,375 - (10 de Novembro de 1968) 
Voo de passagem pela Lua e regresso à Terra.

Apollo 8 - Voo Orbital Tripulado dos EUA - 28,883 kg - (21 a 27 de Dezembro de 1968) 
Tripulação: Frank Borman, James A. Lovell, Jr., William Anders.
A tripulação efetuou o primeiro voo tripulado de passagem pela Lua e regresso a Terra. Os astronautas fizeram 10 órbitas à Lua na véspera de Natal.

Venera 5 - Sonda Atmosférica para Vênus da URSS - 1,128 kg - (5 de Janeiro de 1969) 
A Venera 5 chegou a Vênus em 16 de Maio de 1969. Em conjunto com a Venera 6, enviou dados atmosféricos mostrando que a atmosfera é composta por 93-97% de dióxido de carbono, 2-5% nitrogênio e menos de 4% de oxigênio. A sonda enviou dados até atingir os 26 quilômetros da superfície e então ficou perdida - esmagada pela pressão em Vênus.

Venera 6 - Sonda Atmosférica para Vênus da URSS - 1,128 kg - (10 de Janeiro de 1969) 
A Venera 6 chegou a Vênus em 17 de Maio de 1969. Em conjunto com a Venera 5, enviou dados atmosféricos mostrando que a atmosfera é composta por 93-97% de dióxido de carbono, 2-5% nitrogênio e menos de 4% de oxigênio. A sonda enviou dados até atingir os 11 quilômetros da superfície e então ficou perdida - esmagada pela pressão em Vênus.

Mariner 6 - Passagem por Marte dos EUA - 412 kg - (24 de Fevereiro de 1969) 
A Mariner 6 chegou a Marte em 24 de Fevereiro de 1969, e passou a 3,437 quilômetros da região equatorial do planeta. As Mariner 6 e 7 obtiveram medidas da temperatura da superfície e da atmosfera, composição molecular da superfície e pressão atmosférica. Além disso, foram obtidas mais de 200 fotos. A Mariner 6 está agora em órbita solar.

Mariner 7 - Passagem por Marte dos EUA - 412 kg - (27 de Março de 1969) 
A Mariner 7 chegou a Marte em 5 de Agosto de 1969, e passou a 3,551 quilômetros da região polar sul do planeta. As Mariner 6 e 7 obtiveram medidas da temperatura da superfície e da atmosfera, composição molecular da superfície e pressão atmosférica. Além disso, foram obtidas mais de 200 fotos. A Mariner 7 está agora em órbita solar.

Apollo 10 - Módulo Orbital Lunar Tripulado dos EUA - 42,530 kg - (18-26 de Maio de 1969) 
Tripulação: Thomas Stafford, Eugene A. Cernan, John W. Young.
Voo tripulado de passagem pela Lua e regresso a Terra. Stafford e Cernan testaram o Módulo Lunar, separando-o da nave de Comando e de Serviço e desceram a 50,000 pés da superfície lunar. Os astronautas obtiveram um grande número de fotografias de 70 mm excelentes.

Luna 15 - Módulo de Poiso Lunar da URSS - 2,718 kg - (13 de Julho de 1969) 
Tentativa de regresso sem sucesso. Caiu e destruiu-se na tentativa de pouso.

Apollo 11 - Módulo de Pouso Lunar Tripulado dos EUA - 43,811 kg - (16-24 de Julho de 1969) 
Tripulação: Neil A. Armstrong, Edwin E. Aldrin, Jr., Michael Collins.
A Apollo 11 foi a primeira tripulada a pousar na Lua, o que ocorreu em 20 de Julho de 1969. O lugar de pouso foi Mare Tranquillitatis na latitude de 0°67' N e longitude de 23°49' E. Armstrong e Aldrin juntaram 21.7 quilogramas de amostras de solo e rocha e realizaram diversas experiências.

Zond 7 - Passagem pela Lua da URSS - 5,979 kg - (8 de Agosto de 1969) 
Passagem pela Lua e regresso a Terra.

Apollo 12 - Módulo de Pouso Lunar Tripulado dos EUA - 43,848 kg - (14-24 de Novembro de 1969) 
Tripulação: Charles Conrad Jr., Alan L. Bean, Richard F. Gordon, Jr.
A Apollo 12 foi uma missão de alunissagem em 19 de Novembro de 1969. O lugar de pouso foi Oceanus Procellarum na latitude de 3°12' S e longitude de 23°23' W. Foi o lugar de pouso da Surveyor 3. Conrad e Bean recolheram partes da Surveyor 3, incluindo a câmara. 34.4 quilogramas de amostras foram trazidos da Lua. Os astronautas também levaram a cabo um conjunto de experiências da Apollo (ALSEP), uma estação automática de pesquisa que também foi utilizado por todas as equipas lunares seguintes.

Apollo 13 - Voo de Passagem pela Lua - 43,924 kg - (11-17 de Abril de 1970) 
Tripulação: James A. Lovell, Jr., Fred W. Haise, Jr., John L. Swigert, Jr.
A missão Apollo 13 tornou-se numa missão de sobrevivência para os astronautas a bordo. Durante a viagem translunar uma explosão destruiu os sistemas de energia e de propulsão no Módulo de Serviço de Comando. O Módulo Lunar foi utilizado como salva-vidas para os astronautas.

Venera 7 - Módulo de Pouso em Vênus da URSS - 1180 kg - (17 de Agosto de 1970) 
A Venera 7 chegou a Vênus em 15 de Dezembro de 1970 e foi a primeira nave a pousar com sucesso em outro planeta. Utilizou um sistema de arrefecimento externo que lhe permitiu enviar para Terra 23 minutos de informações. A temperatura à superfície era de 475°C, e a pressão à superfície de 90 bar.

Luna 16 - Módulo de Pouso Lunar da URSS - 5,600 kg - (12 de Setembro de 1970) 
Pousou em 20 de Setembro de 1970 no Mare Fecunditatis localizado na latitude 0°41' S e longitude 56°18' E. 100 gramas de amostras da Lua foram trazidas para Terra.

Zond 8 - Voo de Passagem pela Lua da URSS - (20 de Outubro de 1970) 
Voo de passagem pela Lua e regresso a Terra.

Luna 17 - Módulo de Pouso Lunar e Veículo Lunar da URSS - 5,600 kg - (10 de Novembro de 1970 - 1971) 
Pousou na Lua com um veículo automático Lunokhod 1.

07 janeiro 2013

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