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BRAVE NEW WORLD / ADMIRÁVEL MUNDO NOVO / UN MUNDO FELIZ (Part 2 of 2)

THE MIKE WALLACE INTERVIEW - GUEST: ALDOUS HUXLEY - 05/18/1958. ENTREVISTA DE MIKE WALLACE -  CONVIDADO: ALDOUS HUXLEY - 18/05/1958....

22 janeiro 2013

MOTO CONTÍNUO / MOTO PERPÉTUO

Moto contínuo

Um moto-contínuo, ou máquina de movimento perpétuo (o termo em latim perpetuum mobile não é incomum) são classes de máquinas hipotéticas as quais reutilizariam indefinidamente a energia gerada por seu próprio movimento. A existência de um dispositivo moto-contínuo é geralmente aceita como sendo impossível, de acordo com o nosso atual conhecimento das leis da física.


O frasco com auto-fluxo de Robert Boyle preenche a si próprio neste diagrama, porém tal efeito não se produz na realidade.

Em particular, um moto-contínuo para existir deve violar ou a primeira ou a segunda lei da termodinâmica. A comunidade científica não exclui a possibilidade de o atual conhecimento das leis da física estar incompleto ou incorretos; um dispositivo de moto-contínuo pode não ser impossível, porém a demonstração de tal dispositivo exigiria a reavaliação de várias leis da física.

Idealização de Moto-Perpétuo (máquina impossível).

Outras imágens de idealizações utópicas para Moto-Perpétuo.
Mas seriam todas as idealizações impossíveis?

Um moto-contínuo (mecânico) além de violar as lei da termodinâmica violaria também a chamada Lei Áurea da Mecânica, onde o trabalho aplicado é igual ou maior que o trabalho realizado.

Classificação

Uma classificação de máquinas de moto-contínuo refere-se a qual das leis da termodinâmica a máquina propõe-se a violar:

Moto-contínuo de primeira espécie

Um moto-contínuo de primeira é uma máquina de movimento perpétuo que viola a Primeira Lei da Termodinâmica, fornecendo ao exterior mais energia (sob a forma de trabalho ou calor) do que aquela que consome.

Moto-contínuo de segunda espécie

Um moto-contínuo de segunda espécie é uma máquina de movimento perpétuo que viola a Segunda Lei da Termodinâmica, tendo um rendimento de 100%.

Visto que um moto-contínuo é um processo cíclico seria necessário que em todas etapas do ciclo todas as transformações de energia tivessem também um rendimento de 100%, no entanto a segunda lei da termodinâmica postula que não é possível a transformação completa do calor fornecido por uma fonte em trabalho.

Uma categoria mais obscura é a máquina de movimento perpétuo do terceiro tipo, normalmente (mas não sempre) definida como aquela que elimina completamente o atrito e outras forças dissipativas, mantendo o movimento para sempre (devido a sua massa de inércia). Terceiro neste caso refere-se somente à posição no esquema de classificação acima, não diretamente à terceira lei da termodinâmica. Embora seja impossível fazer-se tal máquina, devido a dissipação não poder nunca ser completamente eliminada (os 100% relacionados com a eficiência) em um sistema mecânico, tornando-se impossível alcançar-se esta situação ideal. Tal máquina, mesmo hipotética, não serviria como uma fonte de energia, mas poderia ter utilidade apenas como um dispositivo de estocagem perpétua de energia.

Nesta terceira classificação, pode-se citar a afirmação ingênua de que um pêndulo no vácuo seria uma máquina deste tipo, mas jamais se obtém um fio, não interessando o material ou dispositivo anexo que não apresente dissipação de energia. Grandes máquinas inerciais, com construção giroscópica, podem aparentar ser máquinas deste tipo, mantendo grandes velocidades de rotação durante dias, mas não tardarão a apresentar perda de rotação, seja pelo atrito com gases, e mesmo se no vácuo, que nunca seria perfeito, ainda assim em seus eixos, pois o atrito nulo não existe.

Outras questões

Em cosmologia

Em cosmologia, o universo, como maior objeto a ser estudado pela física, ao se considerar a mecânica celeste, esta aparentemente movimenta-se em um moto-perpétuo, com suas galáxias girando, estrelas girando, planetas girando e ainda produzindo energia em enormes quantidades, ou seja, ao se considerar o próprio meio também como parte integrante do moto-perpétuo, poderíamos aceitar a existência deste fenômeno, porém, como a cosmologia considera o universo como iniciando a partir de um estado denso e quente, na teoria da expansão cósmica, ou "Big Bang", o universo, por ser limitado em tempo, ter uma idade, não é um moto-contínuo na definição clássica.

A explicação do "antes", do "início" e da formação do universo, necessariamente passaríamos pela elucidação total do moto-contínuo. Questões de cosmologias cíclicas, como os modelos cíclicos, universo oscilante e outros, apontam para um universo que infinitamente mantenha-se em movimento.

Especulações entre físicos

Físicos podem tentar testar os seus conhecimentos da física provando, sem usar termodinâmica, que um moto-contínuo proposto não pode funcionar. Também, várias vezes físicos irão descobrir aparentes moto-contínuos em seus pensamentos experimentais. Assim como um paradoxo expõe enganos de pensamento das teorias físicas aceitáveis e são considerados pouco instrutivos.

Porque os princípios da termodinâmica são bem estabelecidos, propostas sérias de moto-contínuo são desacreditadas por parte dos físicos, os quais fazem uma discussão de méritos da dificuldade da proposta, se a mesma não for impossível.

Discussões sobre o moto-contínuo ocorrem apenas no trabalho em conjunto com outras teorias como: sistemas abertos, energia livre e energia do vácuo.

Reflexões finais

Um átomo funciona por todo o sempre?
E não sofre fadiga?
As partículas subatômicas se desgastam?



*  *  *  *  *

21 janeiro 2013

THE GREATEST DRIVER

Este vídeo mostra quem foi Ayrton Senna - Piloto - (The Greatest Driver) "Top Gear".

Há considerações e o reconhecimento geral de Fernando Alonso, Felipe Massa, Rubens Barrichello, Jarno Trulli, Michael Schumacher, Mika Hakkinen, Mark Webber, Lewis Hamilton, David Coulthard e muito mais; um importante depoimento do grande piloto Martin Brundle, que com seu conhecimento fez avaliações que resumem como era Ayrton Senna nas pistas.
 
Vídeo de 12 min. 55 seg. "Ayrton Senna Top Gear Tribute 2010".

Acho que o material é suficiente para demostrar o fato, e há um certo momento quando Martin Brundle e o apresentador do "Top Gear" Jeremy Clarkson estão acompanhando uma das voltas de classificação do Senna, e Brundle comenta: "Isso é um absurdo".

16 janeiro 2013

CRONOLOGIA DA EXPLORAÇÃO ESPACIAL (1)

CRONOLOGIA DA EXPLORAÇÃO ESPACIAL (1912 – 1970)

Voo em balão - Europa - (1912)
Descoberta dos raios cósmicos.

Descoberta dos Raios Cósmicos.

Foguete NRL V-2 - EUA - (1946)
Primeira observação do espectro UV do Sol.

Foguete NRL V-2 - USA - (1949)
Primeira observação dos raios-X solares.

Sputnik-1 - URSS - (1957)
O primeiro satélite artificial.

Explorer III - EUA - (1958)
Descobriu o cinturão de radiação da Terra.

Pioneer 0 - Orbital Lunar dos EUA - (17 de Agosto de 1958)
O primeiro andar explodiu.

Pioneer 1 - Orbital Lunar dos EUA - (11 de Outubro de 1958)
Não conseguiu atingir a velocidade de escape.

Programa "PIONEER" USA.

Pioneer 3 - Passagem pela Lua dos EUA - (6 de Dezembro de 1958)
Não conseguiu atingir a velocidade de escape.

Luna 1 - Passagem pela Lua da URSS - 361 kg - (2 de Janeiro de 1959)
Luna 1 foi a primeira nave a passar pela Lua. Descobriu o vento solar e está agora em órbita solar.

"LUNA 1" URSS.

Pioneer 4 - Passagem Distante pela Lua dos EUA - 5.9 kg - (3 de Março de 1959)
A sonda espacial está agora em órbita solar.

Luna 2 - Módulo Lunar da URSS - 387 kg - (12 de Setembro de 1959)
Luna 2 foi a primeira nave espacial a atingir a superfície lunar em 14 de Setembro de 1959.

Luna 3 - Passagem pelo Lado Afastado da Lua da URSS - 278.5 kg - (4 de Outubro de 1959)
Encontrou a Lua em 7 de Outubro de 1959 e enviou a primeira imagem do lado oculto da Lua. A sonda espacial está agora numa órbita decadente Terra-Lua.

Pioneer 5 - Monitor Solar dos EUA - (11 de Março de 1960)
A sonda espacial está agora em órbita solar.

Mars 1960A - Sonda Marciana da URSS - (10 de Outubro de 1960)
Não conseguiu atingir a órbita terrestre.

Mars 1960B - Sonda Marciana da URSS - (14 de Outubro de 1960)
Não conseguiu atingir a órbita terrestre.

Venera 1 - Passagem por Vênus da URSS - 643.5 kg - (12 de Fevereiro de 1961)
Está agora em órbita solar.

"VENERA 1" URSS.

Aerobee Rocket - USA - (1962)
Observou a primeira estrela de raios-X.

Ranger 3 - Módulo Lunar Pesado dos EUA - 327 kg - (26 de Janeiro de 1962)
A sonda lunar falhou a Lua e está agora em órbita solar.

Ranger 4 - Módulo Lunar Pesado dos EUA - 328 kg - (23 de Abril de 1962)
O primeiro impacto dos EUA na Lua.

Mariner 2 - Passagem por Vênus dos EUA - 201 kg - (27 de Agosto de 1962 - 3 de Janeiro de 1963) 
Em 14 de Dezembro de 1962, a Mariner 2 chegou a uma distância de 34,800 quilômetros de Vênus e percorreu a superfície com radiômetro de infravermelho e de microondas, obtendo dados que mostram que a superfície de Vênus tem uma temperatura de cerca de 425°C (800°F). Três semanas depois da passagem por Vênus a Mariner 2 afastou-se em 3 de Janeiro de 1963. Está agora em órbita solar.

Ranger 5 - Passagem pela Lua dos EUA - 340 kg - (18 de Outubro de 1962) 
A Ranger 5 devia ter pousado mas tornou-se unicamente numa passagem por causa de uma falha na nave espacial. Está agora em órbita solar.

Mars 1962A - Passagem por Marte da URSS - (24 de Outubro de 1962) 
A nave espacial não conseguiu deixar a Terra depois do último andar do foguete ter explodido.

Mars 1 - Passagem por Marte da URSS - 893 kg - (1 de Novembro de 1962) 
As comunicações falharam durante a viagem.

Mars 1962B - Módulo de Pouso em Marte da URSS - (4 de Novembro de 1962) 
Não conseguiu deixar a órbita terrestre.

Luna 4 - Sonda Lunar da URSS - 1,422 kg - (2 de Abril de 1963) 
A Luna 4 devia pousar na Lua mas falhou o satélite. Está agora numa órbita Terra-Lua.

Rnager 6 - Módulo Pesado de Pouso Lunar dos EUA - 361.8 kg - (30 de Janeiro de 1964 
As câmaras falharam; a sonda lunar caiu na superfície da Lua.

Zond 1 - Passagem por Vênus da URSS - 890 kg - (2 de Abril de 1964) 
As comunicações falharam em viagem; está agora em órbita solar.

Ranger 7 - Módulo de Pouso Lunar Pesado dos EUA - 362 kg - (28 de Julho de 1964) 
Chegou em 31 de Julho de 1964, enviou fotografias de perto e caiu na Lua.

Mariner 3 - Passagem Por Marte dos EUA - 260 kg - (5 de Novembro de 1964) 
Tentativa de passagem por Marte. Os painéis solares não abriram, impedindo a passagem por Marte. A Mariner 3 está agora em órbita solar.

Mariner 4 - Passagem por Marte dos EUA - 260 kg - (28 de Novembro de 1964 - 20 de Dezembro de 1967) 
A Mariner 4 chegou a Marte em 14 de Julho de 1965 e passou a 9,920 quilômetros da superfície do planeta. Enviou 22 fotos de perto que mostram uma superfície de crateras. Confirmou-se que a fina atmosfera é composta de dióxido de carbono na ordem dos 5-10 mbar. Foi detectado um pequeno campo magnético intrínseco. A Mariner 4 está agora em órbita solar.

Zond 2 - Passagem por Marte da URSS - (30 de Novembro de 1964) 
Perdeu-se o contacto durante a viagem.

Ranger 8 - Módulo de Pouso Lunar Pesado dos EUA - 366 kg - (17 de Fevereiro de 1965) 
A Ranger 8 chegou à Lua em 20 de Fevereiro de 1965. Enviou para Terra imagens em alta resolução até cair no Mar da Tranquilidade.

Ranger 9 - Módulo de Pouso Lunar Pesado dos EUA - 366 kg - (21 de Março de 1965) 
Esta sonda lunar enviou imagens do seu impacto na Lua.

Luna 5 - Módulo de Pouso Lunar da URSS - 1,474 kg - (9 de Maio de 1965) 
O módulo de poiso na Lua falhou e caiu na Lua.

Luna 6 - Módulo de Pouso Lunar da URSS - 1,440 kg - (8 de Junho de 1965) 
Falhou a Lua e está agora em órbita solar.

Zond 3 - Passagem pela Lua da URSS - 959 kg - (18 de Julho de 1965) 
Enviou fotografias do lado oposto da Lua. Está agora em órbita solar.

Luna 7 - Módulo de Pouso Lunar da URSS - 1,504 kg - (4 de Outubro de 1965) 
A Luna 7 falhou e caiu na Lua.

Venera 2 - Passagem por Vênus da URSS - 962 kg - (12 de Novembro de 1965 - 1966) 
Perderam-se as comunicações pouco antes da chegada. Está agora em órbita solar.

Venera 3 - Sonda Atmosférica da URSS para Vênus - 958 kg - (16 de Novembro de 1965 - 1966) 
Perderam-se as comunicações pouco antes da entrada na atmosfera. Despenhou-se em Vênus.

Luna 8 - Módulo de Pouso Lunar da URSS - 1,550 kg - (3 de Dezembro de 1965) 
A Luna 8 falhou e caiu na Lua.

Pioneer 6 - Sonda Solar dos EUA - 63.4 kg - (16 de Dezembro de 1965 - Presente) 
A sonda ainda está a transmitir da órbita solar.

Luna 9 - Módulo de Pouso Lunar da URSS - 1,580 kg - (31 de Janeiro de 1966) 
A Luna 9 pousou na superfície lunar e enviou as primeiras fotografias da superfície.

Luna 10 - Módulo Orbital Lunar da URSS - 1,597 kg - (31 de Março de 1966) 
A Luna 10 está atualmente em órbita lunar.

Surveyor 1 - Módulo de Pouso Lunar dos EUA - 269 kg - (30 de Abril de 1966 a 1967) 
A Surveyor 1 foi a primeira nave espacial americana a pousar suavemente na superfície lunar.

Lunar Orbiter 1 - Orbital Lunar dos EUA - 386 kg - (10 de Agosto de 1966) 
A Lunar Orbiter 1 orbitou a Lua, fotografou o lado afastado e caiu na superfície por comando.

"LUNAR ORBITER 1" USA. 

Pioneer 7 - Sonda Solar dos EUA - 63 kg - (17 de Agosto de 1966 - ?) 
A sonda em órbita solar foi recentemente desativada.

Luna 11 - Módulo Orbital Lunar da URSS - 1,638 kg - (24 de Agosto de 1966) 
A Luna 11 está atualmente em órbita lunar.

Surveyor 2 - Módulo de Pouso Lunar dos EUA - 292 kg - (20 de Setembro de 1966) 
A Surveyor 2 falhou e despenhou-se na Lua.

Luna 12 - Módulo Orbital Lunar da URSS - 1,620 - (22 de Outubro de 1966-1967) 
Luna 12 está em órbita lunar.

Lunar Orbiter 2 - Módulo Orbital Lunar dos EUA - 390 kg - (6 de Novembro de 1966) 
Orbitou a Lua, fotografou o lado afastado à procura de locais potenciais para pouso das naves Apollo, e depois caiu por comando.

Luna 13 - Módulo de Pouso Lunar da URSS - 1,700 kg - (21 de Dezembro de 1966) 
Pousou na superfície lunar.

Lunar Orbiter 3 - Orbital Lunar dos EUA - 385 kg - (5 de Fevereiro de 1967) 
Orbitou a Lua, fotografou o lado afastado à procura de locais potenciais para pouso das naves Apollo, e depois caiu por comando.

Surveyor 3 - Módulo de Pouso Lunar dos EUA - 283 kg - (17 de Abril de 1967)
Pousou na superfície lunar.

Lunar Orbiter 4 - Módulo Orbital Lunar dos EUA - 390 kg - (4 de Maio de 1967) 
Orbitou a Lua em inclinação polar e caiu por comando.

Venera 4 - Sonda Atmosférica de Vênus da URSS - 1,104 kg - (12 de Junho de 1967) 
Venera 4 chegou a Vênus em 18 de Outubro de 1967. Foi a primeira sonda a ser colocada diretamente na atmosfera e a enviar de volta informações sobre a atmosfera. Mostrou que a atmosfera tem 90 a 95% de dióxido de carbono. Não detectou nitrogênio. A temperatura à superfície era de 500°C e a pressão de 75 bar. Foi esmagada pela pressão atmosférica em Vênus antes de atingir a superfície.

Mariner 5 - Passagem por Vênus dos EUA - 244 kg - (14 de Junho a Novembro de 1967) 
A Mariner 5 chegou a Vênus em 19 de Outubro de 1967, um dia depois da Venera 4. Passou a 3,900 quilômetros da superfície do planeta. Estudou o campo magnético venusiano e descobriu que a atmosfera é composta por 85-99% de dióxido de carbono. Está agora em órbita solar. 

Surveyor 4 - Módulo Lunar de Pouso dos EUA - 283 kg - (14 de Julho de 1967) 
O Módulo de Pouso falhou e caiu na Lua.

Explorer 35 - Módulo Orbital Lunar dos EUA - 104 kg - (19 de Julho de 1967 - 1972) 
Este módulo adquiriu informações de campos e de partículas.

Lunar Orbiter 5 - Orbital Lunar dos EUA - 389 kg (1 de Agosto de 1967) 
Orbitou a Lua numa inclinação polar, obteve fotografias de alta resolução de muitos locais importantes, e caiu na Lua por comando.

Surveyor 5 - Módulo de Pouso Lunar dos EUA - 279 kg - (8 de Setembro de 1967) 
Pousou na superfície lunar.

Surveyor 6 - Módulo de Pouso Lunar dos EUA - 280 kg - (7 de Novembro de 1967) 
Pousou e levantou da superfície lunar.

Pioneer 8 - Sonda Solar dos EUA - 63 kg - (13 de Dezembro de 1967 - Presente) 
A sonda solar ainda está transmitindo da órbita solar.

Surveyor 7 - Módulo de Pouso Lunar dos EUA - 1,036 kg - (7 de Janeiro de 1968) 
Pousou na superfície lunar.

Luna 14 - Módulo Orbital Lunar da URSS - 1,700 kg - (7 de Abril de 1968) 
A Luna 14 está em órbita lunar-solar.

Zond 5 - Passagem pela Lua da URSS - 5,375 kg - (14 de Setembro de 1968) 
Voo de passagem pela Lua e regresso à Terra.

Pioneer 9 - Sonda Solar dos EUA - 63 kg - (8 de Novembro de 1968 - 3 de Março de 1987) 
Ainda está em órbita solar. Desativou-se em 3 de Março de 1987.

Zond 6 - Passagem pela Lua da URSS - 5,375 - (10 de Novembro de 1968) 
Voo de passagem pela Lua e regresso à Terra.

Apollo 8 - Voo Orbital Tripulado dos EUA - 28,883 kg - (21 a 27 de Dezembro de 1968) 
Tripulação: Frank Borman, James A. Lovell, Jr., William Anders.
A tripulação efetuou o primeiro voo tripulado de passagem pela Lua e regresso a Terra. Os astronautas fizeram 10 órbitas à Lua na véspera de Natal.

Venera 5 - Sonda Atmosférica para Vênus da URSS - 1,128 kg - (5 de Janeiro de 1969) 
A Venera 5 chegou a Vênus em 16 de Maio de 1969. Em conjunto com a Venera 6, enviou dados atmosféricos mostrando que a atmosfera é composta por 93-97% de dióxido de carbono, 2-5% nitrogênio e menos de 4% de oxigênio. A sonda enviou dados até atingir os 26 quilômetros da superfície e então ficou perdida - esmagada pela pressão em Vênus.

Venera 6 - Sonda Atmosférica para Vênus da URSS - 1,128 kg - (10 de Janeiro de 1969) 
A Venera 6 chegou a Vênus em 17 de Maio de 1969. Em conjunto com a Venera 5, enviou dados atmosféricos mostrando que a atmosfera é composta por 93-97% de dióxido de carbono, 2-5% nitrogênio e menos de 4% de oxigênio. A sonda enviou dados até atingir os 11 quilômetros da superfície e então ficou perdida - esmagada pela pressão em Vênus.

Mariner 6 - Passagem por Marte dos EUA - 412 kg - (24 de Fevereiro de 1969) 
A Mariner 6 chegou a Marte em 24 de Fevereiro de 1969, e passou a 3,437 quilômetros da região equatorial do planeta. As Mariner 6 e 7 obtiveram medidas da temperatura da superfície e da atmosfera, composição molecular da superfície e pressão atmosférica. Além disso, foram obtidas mais de 200 fotos. A Mariner 6 está agora em órbita solar.

Mariner 7 - Passagem por Marte dos EUA - 412 kg - (27 de Março de 1969) 
A Mariner 7 chegou a Marte em 5 de Agosto de 1969, e passou a 3,551 quilômetros da região polar sul do planeta. As Mariner 6 e 7 obtiveram medidas da temperatura da superfície e da atmosfera, composição molecular da superfície e pressão atmosférica. Além disso, foram obtidas mais de 200 fotos. A Mariner 7 está agora em órbita solar.

Apollo 10 - Módulo Orbital Lunar Tripulado dos EUA - 42,530 kg - (18-26 de Maio de 1969) 
Tripulação: Thomas Stafford, Eugene A. Cernan, John W. Young.
Voo tripulado de passagem pela Lua e regresso a Terra. Stafford e Cernan testaram o Módulo Lunar, separando-o da nave de Comando e de Serviço e desceram a 50,000 pés da superfície lunar. Os astronautas obtiveram um grande número de fotografias de 70 mm excelentes.

Luna 15 - Módulo de Poiso Lunar da URSS - 2,718 kg - (13 de Julho de 1969) 
Tentativa de regresso sem sucesso. Caiu e destruiu-se na tentativa de pouso.

Apollo 11 - Módulo de Pouso Lunar Tripulado dos EUA - 43,811 kg - (16-24 de Julho de 1969) 
Tripulação: Neil A. Armstrong, Edwin E. Aldrin, Jr., Michael Collins.
A Apollo 11 foi a primeira tripulada a pousar na Lua, o que ocorreu em 20 de Julho de 1969. O lugar de pouso foi Mare Tranquillitatis na latitude de 0°67' N e longitude de 23°49' E. Armstrong e Aldrin juntaram 21.7 quilogramas de amostras de solo e rocha e realizaram diversas experiências.

Zond 7 - Passagem pela Lua da URSS - 5,979 kg - (8 de Agosto de 1969) 
Passagem pela Lua e regresso a Terra.

Apollo 12 - Módulo de Pouso Lunar Tripulado dos EUA - 43,848 kg - (14-24 de Novembro de 1969) 
Tripulação: Charles Conrad Jr., Alan L. Bean, Richard F. Gordon, Jr.
A Apollo 12 foi uma missão de alunissagem em 19 de Novembro de 1969. O lugar de pouso foi Oceanus Procellarum na latitude de 3°12' S e longitude de 23°23' W. Foi o lugar de pouso da Surveyor 3. Conrad e Bean recolheram partes da Surveyor 3, incluindo a câmara. 34.4 quilogramas de amostras foram trazidos da Lua. Os astronautas também levaram a cabo um conjunto de experiências da Apollo (ALSEP), uma estação automática de pesquisa que também foi utilizado por todas as equipas lunares seguintes.

Apollo 13 - Voo de Passagem pela Lua - 43,924 kg - (11-17 de Abril de 1970) 
Tripulação: James A. Lovell, Jr., Fred W. Haise, Jr., John L. Swigert, Jr.
A missão Apollo 13 tornou-se numa missão de sobrevivência para os astronautas a bordo. Durante a viagem translunar uma explosão destruiu os sistemas de energia e de propulsão no Módulo de Serviço de Comando. O Módulo Lunar foi utilizado como salva-vidas para os astronautas.

Venera 7 - Módulo de Pouso em Vênus da URSS - 1180 kg - (17 de Agosto de 1970) 
A Venera 7 chegou a Vênus em 15 de Dezembro de 1970 e foi a primeira nave a pousar com sucesso em outro planeta. Utilizou um sistema de arrefecimento externo que lhe permitiu enviar para Terra 23 minutos de informações. A temperatura à superfície era de 475°C, e a pressão à superfície de 90 bar.

Luna 16 - Módulo de Pouso Lunar da URSS - 5,600 kg - (12 de Setembro de 1970) 
Pousou em 20 de Setembro de 1970 no Mare Fecunditatis localizado na latitude 0°41' S e longitude 56°18' E. 100 gramas de amostras da Lua foram trazidas para Terra.

Zond 8 - Voo de Passagem pela Lua da URSS - (20 de Outubro de 1970) 
Voo de passagem pela Lua e regresso a Terra.

Luna 17 - Módulo de Pouso Lunar e Veículo Lunar da URSS - 5,600 kg - (10 de Novembro de 1970 - 1971) 
Pousou na Lua com um veículo automático Lunokhod 1.

07 janeiro 2013

ESTATÍSTICAS DO BLOG (3)

Aqui estão todos os acessos deste Blog desde Dezembro de 2010 até 31 de Dezembro de 2012.
Até o momento foram 16759 acessos.


Acessos ao Blog até 31 de Dezembro de 2012.

16 dezembro 2012

POTÊNCIAS DE DEZ / POWERS OF TEN

0,0000000001 → 1 → 10000000000

Potências de dez: do muito pequeno (10^-16 metros) ao muito grande (10^24 metros).

"Potências de Dez" foi produzido em 1977. É um excelente material didático que explica em imagens as potências de dez, do Macrocosmo ao Microcosmo.

Ilustração "Potências de 10", de 10^0 a 10^9, de 1 a 1 bilhão.

Segue outro vídeo que exibe 37 objetos cada vez maiores, desde um Átomo e terminando com uma imagem do Universo. Na seqüência, cada imagem tem aproximadamente 10 vezes o tamanho da anterior.

37 imagens das "Potências de Dez".

15 dezembro 2012

KOYAANISQATSI (Movie) / KOYAANISQATSI (Filme)

Koyaanisqatsi also known as Koyaanisqatsi: Life Out of Balance, is a 1982 film directed by Godfrey Reggio with music composed by Philip Glass and cinematography by Ron Fricke.

KOYAANISQATSI - Poster.

The film consists primarily of slow motion and time-lapse footage of cities and many natural landscapes across the United States. The visual tone poem contains neither dialogue nor a vocalized narration: its tone is set by the juxtaposition of images and music. Reggio explains the lack of dialogue by stating "it's not for lack of love of the language that these films have no words. It's because, from my point of view, our language is in a state of vast humiliation. It no longer describes the world in which we live." In the Hopi language, the word Koyaanisqatsi means "unbalanced life". The film is the first in the Qatsi trilogy of films: it is followed by Powaqqatsi (1988) and Naqoyqatsi (2002). The trilogy depicts different aspects of the relationship between humans, nature, and technology. Koyaanisqatsi is the best known of the trilogy and is considered a cult film. However, because of copyright issues, the film was out of print for most of the 1990s.

Synopsis

The first image in the film is of a pictogram. The section shown depicts several tall darkly-shadowed figures standing near a taller figure adorned with a crown. The next image is a close-up of a rocket during liftoff. The film fades into a shot of a desolate desert landscape. From there, it progresses to footage of various natural environmental phenomena such as waves and clouds.

The film's introduction to human involvement in the environment is a low aerial shot of choppy water, cutting to a similar shot of rows of cultivated flowers. After aerial views of monumental rock formations partly drowned by a lake, we see a large mining truck causing billows of black dust. This is followed by shots of power lines in the desert. Man's continued involvement in the environment is depicted through images of mining operations, oil fields, a power plant, a dam, and atomic bomb detonations in a desert. Following the atomic bomb detonations, the next sequence begins with a shot of sunbathers on a beach, then pans to a power plant in the background. Shots of traffic patterns are seen during rush hour on a freeway and a shot of a large parking lot. This is followed by Soviet tanks lined up in rows and a military aircraft, and an aircraft carrier.

"KOYAANISQATSI: Life Out of Balance" 1982 - TRAILER.

Time-lapse photography of shadows of clouds are seen moving across the skyscrapers. Shots of various housing projects in disrepair, and includes footage of the decay and demolition of the Pruitt-Igoe housing project in St. Louis. The sequence ends with footage of the destruction of large buildings. A time-lapse shot of a crowd of people who appear to be waiting in a line. This is followed by shots of people walking along streets in slow motion.

The next sequence begins with shots of buildings and a shot of a sunset reflected in the glass of a skyscraper. The sequence uses time-lapse photography of the activity of modern life. The events captured in this sequence involve people interacting with modern technology. The first shots are traffic patterns as seen from skyscrapers at night. This is followed by a shot of the moon passing behind a skyscraper. The next shots are closer shots of cars on a highway. The sun rises over the city and we see people hurrying to work. The film shows at regular speed the operation of machines packaging food. People are shown sorting mail, sewing jeans, manufacturing televisions and doing other jobs with the use of modern technology. A shot of hot dogs being sent down rows of conveyors is followed by a shot of people moving up escalators. The frenetic speed and pace of the cuts and background music do not slow as shots of modern leisure are shown. People eat, play, shop and work at the same speed. The sequence begins to come full circle as the manufacturing of automobiles in an assembly line factory is shown.

KOYAANISQATSI - OPENING and ENDING (High Definition): This sequence shows footage of a Saturn V rocket lifting off, followed by footage of the May 1962 explosion of an Atlas-Centaur rocket.
Here, the camera follows a flaming rocket engine and a white vapor trail or smoke against a blue sky as the rocket plummets toward the ground.
The film ends with another shot of the pictogram.


More shots of highway traffic are shown, this time in daylight. The film shows the movement of cars, shopping carts, and televisions on an assembly line, and elevators moving from first person perspective. The film then shows clips from various television shows being channel surfed in fast motion. The film, in slow motion, then shows several people reacting to being candidly filmed on the street. The camera stays on them until the moment when they acknowledge its presence by looking directly at it. The sequence then shows cars moving much faster than they were moving before.

Pictures of microchips and satellite photography of metropolitan cities are shown, making a comparison between their layouts. Various shots of people are seen from all walks of modern life, from beggars to debutantes. The final sequence shows footage of a Saturn V rocket lifting off, followed by footage of the May 1962 explosion of an Atlas-Centaur rocket. Here, the camera follows a flaming rocket engine and a white vapor trail or smoke against a blue sky as the rocket plummets toward the ground. The film ends with another shot of the pictogram.

It makes we think: what are we doing?

11 dezembro 2012

FÁBULA CHINESA

O amor pelos dragões (Shen Buhai)

"Zigao, o Senhor de Ye, gostava tanto de dragões que havia mandado esculpir e pintar vários deles na sua casa e nas roupas e só vestia roupas que tinham dragões bordados.

O dragão do céu.

O dragão do céu, sabendo disso, desceu à Terra, entrou com a cabeça pela porta da casa e enfiou a cauda na janela. Ao perceber o que estava acontecendo, o Senhor de Ye fugiu, morrendo de medo.

Isso mostra que o Senhor de Ye não gostava verdadeiramente de dragões. Ele gostava daquilo que parecia ser um dragão, mas não dos dragões de verdade."

Shen Buhai (385?-337? a.C.) era um jurista do reino de Zheng, no período dos Estados Combatentes, antes da era atual (475-221). Exerceu o cargo de primeiro-ministro do reino de Han durante quinze anos. A sua fábula "O amor pelos dragões", é considerada uma das obras-primas das fábulas chinesas.

10 dezembro 2012

LONELY IS THE WORD (Black Sabbath)

Heaven and Hell is the ninth studio album by British heavy metal band Black Sabbath, released in April 1980. This is their first album featuring Ronnie James Dio, and first with producer Martin Birch.

Black Sabbath:
Ronnie James Dio – lead vocals
Tony Iommi – guitar
Geezer Butler – bass
Bill Ward – drums, percussion
Additional performer:
Geoff Nicholls – keyboards

Produced and engineered by Martin Birch
Smoking Angels by Lynn Curlee
Back cover illustration by Harry Carmean

Black Sabbath - "Heaven and Hell" front cover illustration.

Track Listing:

All songs are credited (writing and arrangement) to Ronnie James Dio, Tony Iommi, Bill Ward and Geezer Butler. Lyrics by Ronnie James Dio.

All lyrics are written by Ronnie James Dio (Credited to Black Sabbath), and all music is composed by Black Sabbath (Geezer Butler, Ronnie James Dio, Tony Iommi and Bill Ward).

Side One:
1. "Neon Knights" 3:53
2. "Children of the Sea" 5:34
3. "Lady Evil" 4:26
4. "Heaven and Hell" 6:59
Side Two:
1. "Wishing Well" 4:07
2. "Die Young" 4:45
3. "Walk Away" 4:25
4. "Lonely Is the Word" 5:51

This Song Is: "Lonely Is the Word"

"Lonely Is the Word" BLACK SABBATH 1980.

It's a long way to nowhere
and I'm leaving very soon
On the way we pass so close
to the back side of the moon
Hey join the traveler
if you got nowhere to go
Hang your head and take my hand
it's the only road I know

Oh! Lonely is the word, yeah yeah yeah!

I've been higher than stardust
I've been seen upon the sun
I used to count in millions then
but now I only count in one
come on, join the traveler
if you got nowhere to go
Hang your head and take my hand
it's the only road I know

Yeah, Lonely is the word
got to be the saddest song I ever heard

Yeah, Lonely is the name
Maybe life's a loosing game...

02 dezembro 2012

PERFECT STRANGERS (Cover - Jorn Lande)

Jorn Lande is a hard rock vocalist, and this cover is on his solo album "Unlocking the Past".

"Perfect Strangers" is a song by the British hard rock band Deep Purple. It is the title track of their 1984 album "Perfect Strangers".

The words tell of the sorrow of remaining "perfect strangers" after the end of a relationship. It is one of the few Deep Purple songs not to feature a guitar or organ solo. Band guitarist Ritchie Blackmore has called it his favorite Deep Purple song.

"Perfect Strangers" - Jorn Lande.

Perfect Strangers - 1984.

PERFECT STRANGERS (lyrics)

Songwriters: BLACKMORE / GLOVER / GILLAN

Can you remember remember my name
As I flow through your life
A thousand oceans I have flown
And cold spirits of ice
All my life
I am the echo of your past

I am returning the echo of a point in time
Distant faces shine
A thousand warriors I have known
And laughing as the spirits appear
All your life
Shadows of another day

And if you hear me talking on the wind
You've got to understand
We must remain
Perfect Strangers

I know I must remain inside this silent
well of sorrow

A strand of silver hanging through the sky
Touching more than you see
The voice of ages in your mind
Is aching with the dead of the night
Precious life
(your tears are lost in falling rain)

And if you hear me talking on the wind
You've got to understand
We must remain
Perfect Strangers

01 dezembro 2012

LA TEORÍA DEL TODO (Stephen Hawking)

EL ORIGEN Y EL DESTINO DEL UNIVERSO.

LA TEORÍA DEL TODO - Stephen Hawking.

En esta esclarecedora obra, el gran físico británico Stephen Hawking nos ofrece una historia del universo, del big bang a los agujeros negros. En siete pasos, Hawking logra explicar la historia del universo, desde las primeras teorías del mundo griego y de la época medieval hasta las más complejas teorías actuales, siempre con su característico tono didáctico y accesible a todos los públicos. Newton, Einstein, la mecánica cuántica, los agujeros negros y la teoria de la gran unificación desfilan por estas páginas acercando al lector los misterios del universo.

Expansión del Universo.

19 novembro 2012

TERRA 600 mi ANOS ATRÁS ATÉ 100 mi ANOS NO FUTURO

Os continentes no planeta Terra nem sempre foram como são hoje. Continentes formadas  a partir de movimentações e colisões das Placas Tectônicas da crosta da Terra ao longo de milhões de anos. Este vídeo mostra como os continentes atuais evoluiram ao longo dos últimos 600 milhões de anos, e como provavelmente vão ficar no futuro, nos próximos 100 milhões de anos.

São visualizações paleogeográficas da história da Terra fornecidos por Ron Blakey, professor de geologia, Northern Arizona University.

Earth last 600 million years, and where they´ll end up in the next 100 million years / A Terra nos últimos 600 milhões de anos, e como vão ficar nos próximos 100 milhões de anos.

Earth about 250 million years ago / A Terra cerca de 250 milhões de anos atrás.

Earth's landmasses were not always what they are today. Continents formed as Earth's Crustal Plates shifted and collided over long periods of time. This video shows how today's continents are thought to have evolved over the last 600 million years, and where they'll end up in the next 100 million years.

Paleogeographic Views of Earth's History provided by Ron Blakey, Professor of Geology, Northern Arizona University.

site: www2.nau.edu/rcb7

Veja também neste blog:
Eras Geológicas (Parte 7)
Eras Geológicas (Parte 6)
Eras Geológicas (Parte 5)
Eras Geológicas (Parte 4)
Eras Geológicas (Parte 3)
Eras Geológicas (Parte 2)
Eras Geológicas (Parte 1)

18 novembro 2012

99% DO UNIVERSO É PLASMA (Parte 1)

Em Física e em Química, o plasma é um dos estados físicos da matéria, similar ao gás, no qual certa porção das partículas é ionizada. A premissa básica é que o aquecimento de um gás provoca a dissociação das suas ligações moleculares, convertendo-o em seus átomos constituintes. Além disso, esse aquecimento adicional pode levar à ionização (ganho ou perda de elétrons) dessas moléculas e dos átomos do gás, transformando-o em plasma contendo partículas carregadas (elétrons e íons positivos).

A presença de um número não desprezível de portadores de carga torna o plasma eletricamente condutor, de modo que ele responde fortemente a campos eletromagnéticos. O plasma, portanto, possui propriedades bastante diferentes das de sólidos, líquidos e gases e é considerado um estado distinto da matéria. Como o gás, o plasma não possui forma ou volume definidos, a não ser quando contido em um recipiente; diferentemente do gás, porém, sob a influência de um campo magnético ele pode formar estruturas como filamentos, raios e camadas duplas. Alguns plasmas comuns são as estrelas e placas de neônio. No universo, o plasma é o estado mais comum da matéria comum, a maior parte da qual se encontra no rarefeito plasma intergaláctico e em estrelas.

O plasma foi primeiramente identificado em um tubo de Crookes e descrito por Sir William Crookes em 1879 (ele o chamava "matéria radiante"). A natureza da matéria do "raio catódico" do tubo de Crookes foi depois identificada pelo físico britânico Sir J.J. Thomson em 1897 e chamado de "plasma" em 1928 por Irving Langmuir, devido a capacidade que o plasma das descargas elétricas têm de se moldar dentro dos tubos onde eles são gerados. Langmuir escreveu:

"Com exceção das proximidades dos eletrodos, onde há bainhas contendo muito poucos elétrons, o gás ionizado contém íons e elétrons em quantidades aproximadamente iguais, de modo que a carga espacial resultante é muito pequena. Nós usaremos o nome plasma para descrever esta região contendo cargas equilibradas de íons e elétrons."

PLASMAS COMUNS

Os plasmas são, de longe, os mais comuns estados da matéria do universo, tanto em massa como em volume. Todas as estrelas são feitas de plasma e mesmo o espaço entre as estrelas é preenchido com um plasma, embora muito esparso. No Sistema Solar, o planeta Júpiter possui a maior parte dos não plasmas, apenas 0,1% da massa e 10−15% do volume no interior da órbita de Plutão. Grãos muito pequenos no interior de um plasma gasoso também assumem uma carga resultante negativa, de modo que eles podem atuar como um componente iônico fortemente negativo do plasma.

Produzidos artificialmente

 Globo de Plasma (plasma produzido artificialmente).
  • Aqueles encontrados em telas de plasma, inclusive TVs;
  • Interior de lâmpadas fluorescentes (luz de baixa energia), sinais de neônio;
  • Exaustão de foguetes e propulsores de íons;
  • A área adiante do escudo térmico de uma nave espacial, durante a reentrada na atmosfera terrestre;
  • Interior da descarga de corona de um gerador de ozônio;
  • Pesquisa de energia de fusão nuclear;
  • O arco elétrico em uma lâmpada a arco voltaico, um arco de solda ou um maçarico de plasma;
  • Globo de plasma;
  • Arcos produzidos em bobinas de Tesla (transformadores ressonantes de núcleo de ar ou bobinas interruptoras que produzem arcos similares a raios, mas com corrente alternada, em vez de eletricidade estática);
  • Plasmas utilizados na fabricação de circuitos integrados, inclusive gravação iônica reativa, pulverização catódica, limpeza superficial por plasma e deposição de vapor químico induzida por plasma;
  • Plasmas produzidos por lasers, encontrados quando lasers de alta potência interagem com materiais;
  • Plasmas indutivos, tipicamente formados em gás argônio para espectroscopia de emissão óptica ou espectrometria de massa;
  • Plasmas magneticamente induzidos, tipicamente produzidos utilizando-se micro-ondas como método de acoplamento ressonante.

 Plasmas terrestres

Auroras Boreais e Austrais (plasmas terrestres).
  • Raios;
  • Raios globulares;
  • Fogo-de-santelmo;
  • Sprites;
  • A ionosfera;
  • A aurora polar;
  • A maioria das chamas.

Plasmas espaciais e astrofísicos

Sol (plasmas espaciais e astrofísicos).
  • O Sol e outras estrelas (plasmas aquecidos por fusão nuclear);
  • O vento solar;
  • O meio interplanetário (espaço entre planetas);
  • O meio interestelar (espaço entre sistemas de estrelas);
  • O meio intergaláctico (espaço entre galáxias);
  • O tubo de fluxo Io - Júpiter;
  • Discos de acreção;
  • Nebulosas interestelares.

 PROPRIEDADES E PARÂMETROS DE PLASMA

DEFINIÇÃO DE UM PLASMA

O plasma é livremente descrito como um meio eletricamente neutro de partículas positivas e negativas (isto é, a carga total de um plasma é aproximadamente zero). É importante notar que, embora não tenham limites, essas partículas não são "livres". Quando as cargas se movem, elas geram correntes elétricas com campos magnéticos e, como resultado, cada uma é afetada pelos campos das outras. Isto determina o comportamento coletivo com muitos graus de liberdade. Uma definição pode ter três critérios:

1. A aproximação de plasma: partículas carregadas devem estar suficientemente próximas, de modo que cada uma influencie muitas partículas carregadas na sua vizinhança, em vez de somente interagir com a mais próxima (esses efeitos coletivos são característicos de um plasma). A aproximação de plasma é válida quando o número de portadores de carga no interior da esfera de influência (chamada de esfera de Debye, cujo raio é o comprimento de Debye) de uma partícula em particular é maior do que uma unidade, para que haja comportamento coletivo das partículas carregadas. O número médio de partículas na esfera de Debye é representado pelo parâmetro de plasma "Λ" (a letra grega lambda).

2. Interações de volume: o comprimento de Debye (definido acima) é pequeno se comparado ao tamanho físico do plasma. Este critério significa que as interações no interior do plasma são mais importantes do que nas bordas, onde podem ocorrer efeitos de fronteira. Quando este critério é obedecido, o plasma é praticamente neutro.

3. Frequência de plasma: a frequência dos elétrons do plasma (medindo a oscilação da densidade dos elétrons do plasma) é alta se comparada à frequência de colisões entre elétrons e partículas neutras. Quando esta condição é válida, as interações eletrostáticas predominam sobre os processos da cinética normal dos gases.

Nas próximas postagens:
99% do Universo é Plasma (Parte 2)
99% do Universo é Plasma (Parte 3)

23 outubro 2012

CIP CURSO INTEGRADO DE PROJECIOLOGIA

Ajudando a divulgar atividades do IIPC (Instituto Internacional de Projeciologia e Conscienciologia), segue abaixo programação do próximo CURSO INTEGRADO DE PROJECIOLOGIA.

Divulgação: CIP - Curso Integrado de Projeciologia (Clique na imagem para ampliar).

Dúvidas, entrem em contato com o IIPC nos telefones indicados.

Veja também outros detalhes na postagem "Curso Integrado de Projeciologia"
Acesse também o site do IIPC: www.iipc.org.br
Contatos: (11) 3287.9705 e (11) 3287.9706
Informações: saopaulo@iipc.org