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BRAVE NEW WORLD / ADMIRÁVEL MUNDO NOVO / UN MUNDO FELIZ (Part 2 of 2)

THE MIKE WALLACE INTERVIEW - GUEST: ALDOUS HUXLEY - 05/18/1958. ENTREVISTA DE MIKE WALLACE -  CONVIDADO: ALDOUS HUXLEY - 18/05/1958....

30 setembro 2021

PALEONTOLOGIA (Livros: vol. 1, vol. 2 e vol. 3)

PALEONTOLOGIA

Editor: Ismar de Souza Carvalho - paleontólogo.

Livros: Paleontologia 1, 2 e 3.


PALEONTOLOGIA - Volumes 1, 2 e 3:

Sinopse: Desde o surgimento da vida na Terra, as adaptações, transformações e inovações demonstradas pelos organismos, evidenciam-nos fenômenos e uma temporalidade que em muito transcende a dimensão da existência humana, marcada pelo surgimento e desaparecimento de continentes, bem como catástrofes ecológicas que levaram à extinção incontáveis espécies animais e vegetais. A presente edição do livro Paleontologia apresenta os diversos grupos que existiram no últimos 3,8 bilhões de anos, além dos contextos geológico e paleobiológico em que se inseriam.

PALEONTOLOGIA (3ª edição 2010) encontra-se dividido em três volumes. O primeiro abrange os conceitos e métodos para o estudo dos fósseis. No segundo volume encontram-se aspectos relativos aos Paleoinvertebrados e Microfósseis. Já o terceiro volume apresenta os Paleovertebrados e a Paleobotânica.

Estes livros, contam-nos a instigante história geológica da vida. Tratam-se de obras destinadas a todos aqueles que desejam ampliar seus conhecimentos sobre a diversidade e transformações pelas quais passou o mundo orgânico no decurso do tempo profundo.




Algumas das ilustrações contidas nos livros.


Formato 21x28 cm, BROCHURA:

          - Vol. 1: 734 páginas;

          - Vol. 2: 532 páginas;

          - Vol. 3: 430 páginas.

Total: 1.696 páginas. 👈



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21 setembro 2021

Carl Sagan's Cosmic Calendar

If all of time, from the occurrence of Big Bang to the present time, was compressed into a single Earth calendar year... 365 days... each day is about 37.8 million years.



December - Cosmic Year.





Cosmology

Date Gya (billion years ago) Event

1 Jan 13.8 Big Bang, as seen through cosmic background radiation

14 Jan 13.1 Oldest known Gamma Ray Burst

22 Jan 12.85 First galaxies form

16 Mar 11 Milky Way Galaxy formed

12 May 8.8 Milky Way Galaxy disk formed

2 Sep 4.57 Formation of the Solar System

6 Sep 4.4 Oldest rocks known on Earth

Date in year calculated from formula


T(days) = 365 days * 0.100/13.797 ( 1- T_Gya/13.797 )


Evolution of life on Earth


Date Gya (billion years ago) Event

14 Sep 4.1 First known remains of biotic life (discovered in 4.1 billion-year-old rocks in Western Australia).

21 Sep 3.8 First Life (Prokaryotes)

30 Sep 3.4 Photosynthesis

29 Oct 2.4 Oxygenation of atmosphere

9 Nov 2 Complex cells (Eukaryotes)

5 Dec 0.8 First multicellular life

7 Dec 0.67 Simple animals

14 Dec 0.55 Arthropods (ancestors of insects, arachnids)

17 Dec 0.5 Fish and Proto-amphibians

20 Dec 0.45 Land plants; Ordovician–Silurian extinction events

21 Dec 0.4 Insects and seeds

22 Dec 0.36 Amphibians; Late Devonian extinction

23 Dec 0.3 Reptiles

24 Dec 0.25 Permian–Triassic extinction event; 57% of all biological families and 83% of all genera die

25 Dec 0.23 Dinosaurs

26 Dec 0.2 Mammals; Triassic–Jurassic extinction event

27 Dec 0.15 Birds (avian dinosaurs)

28 Dec 0.13 Flowers

30 Dec, 06:24 0.065 Cretaceous–Paleogene extinction event, non-avian dinosaurs die out

Human evolution


Date / time Mya (million years ago) Event

30 Dec 65 Primates

31 Dec, 06:05 15 Apes

31 Dec, 14:24 12.3 Hominids

31 Dec, 22:24 2.5 Primitive humans and stone tools

31 Dec, 23:44 0.4 Domestication of fire

31 Dec, 23:52 0.2 Anatomically modern humans

31 Dec, 23:55 0.11 Beginning of most recent Glacial Period

31 Dec, 23:58 0.035 Sculpture and painting

31 Dec, 23:59:32 0.012 Agriculture Neolitic


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01 setembro 2021

In Memory - Two years

 Dois anos

 



Dois anos do falecimento do meu pai Salvatore Furnari.




In Memory - B. S.


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21 agosto 2021

A AURORA DO HOMEM / THE DAWN OF MAN

A AURORA DO HOMEM



Esta cena do filme "2001 UMA ODISSEIA NO ESPAÇO" (dirigido por Stanley Kubrick, 1968), mostra o início do Paleolítico (com início há cerca de 2,5 milhões de anos e final em 10.000 a.C) e revela que, com o uso de ferramentas, o homem pode deixar de ser vítima do mundo para se tornar um elemento ativo, que tem o poder de ação sobre a natureza.



2001 A SPACE ODYSSEY - THE DAWN OF MAN.

2001 UMA ODISSEIA NO ESPAÇO - A AURORA DO HOMEM.


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Veja também:

EVOLUÇÃO HUMANA (Parte 1) Histórico da Paleoantropologia;

ERAS GEOLÓGICAS (Parte 1).


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04 abril 2021

MATÉRIA-ENERGIA DO UNIVERSO / MATTER-ENERGY OF THE UNIVERSE (Part 1 of 3)

80% DA MATÉRIA DO UNIVERSO É ESCURA E NÃO INTERAGE COM A LUZ, SENDO ESSE UM DOS ASPECTOS MAIS ENIGMÁTICOS DA COSMOLOGIA MODERNA. AS EVIDÊNCIAS DA SUA EXISTÊNCIA SÃO GIGANTES, PORÉM INFORMAÇÕES SOBRE A SUA REAL COMPOSIÇÃO PERMANECEM ESCASSAS.

EM UMA GALÁXIA ESPIRAL COMUM, A PROPORÇÃO ENTRE MATÉRIA ESCURA E MATÉRIA LUMINOSA É PRÓXIMA DE 10 PARA 1.


Em 1933, pouco depois da confirmação de galáxias além da Via Lactea e do reconhecimento inicial de aglomerados de galáxias como estruturas físicas. Fritz Zwicky fez a primeira tentativa rigorosa para estimar a massa das galáxias. Ele pesquisou vários métodos, sendo que o mais curioso foi uma técnica matemática conhecida como teorema do Virial - um modo de estimar a massa de galáxias de um aglomerado a partir de seu movimento e de sua posição. Quando Zwicky aplicou esse teorema ao conhecido aglomerado de Coma, encontrou que suas galáxias estavam se comportando como se tivessem 400 vezes a massa sugerida por suas luzes visíveis. Ele atribuiu essa diferença ao dunkle materie, ou matéria escura.

As ideias de Zwicky amarravam-se às descobertas de Jan Oort, que estava ocupado mais perto de casa, medindo a rotação da Via Láctea. Oort descobriu que, enquanto a velocidade de objetos orbitando o centro da nossa galáxia (exatamente como os planetas mais distantes do nosso próprio sistema solar orbitam mais lentamente em torno do Sol), eles não vão tão mais devagar quanto seria de se esperar se a distribuição de massa da Via Láctea fosse a mesma que de suas estrelas. Oort, portanto, sugeriu que há uma grande quantidade de matéria invisível enchendo a região do halo da Via Láctea, além dos braços espirais visíveis.

Apesar das investigações iniciais, o estudo da matéria escura foi tirado de pauta durante diversas décadas pelos progressos em outros campos da astronomia. A descoberta de imensas nuvens de gás interestelar visíveis em comprimento de ondas de rádio - muitas das quais mapeadas pelo próprio Oort - pareceu resolver a questão. Ficou provado como certo que as galáxias realmente contém muito mais matéria do que o sugerido pela luz visível. À medida que telescópios em foguetes e satélites abriram ainda mais o espectro do invisível a partir de 1950, mais desse material, de nuvens de poeira infravermelha entre as estrelas a gás de raios X quente em torno de aglomerados de galáxias, foi trazido à luz.

Redescoberta da matéria escura

Assim o problema foi deixado de lado até 1975, quando a astrônoma norte-americana Vera Rubin publicou os resultados de sua diligente nova investigação a respeito do problema da rotação galáctica. Ela descobriu que, uma vez que todo gás e poeira interestelar foram levados em conta, as órbitas das estrelas ainda não estavam se comportando como deveriam. Os números de Zwicky eram significativamente excessivos, mas as galáxias pareciam se comportar como se pesassem cerca de 6 vezes mais do que a matéria visível dentro delas.

As alegações de Rubin eram compreensivelmente controversas, mas seu trabalho foi meticuloso, e assim que foi confirmado independentemente em 1978, a maior parte dos astrônomos voltou sua atenção à questão de saber se a matéria escura existia, o que poderia ser e como poderia ser estudada.

A maior parte das tentativas para explicar a matéria escura caiu em duas categorias: se isso se deve a grandes quantidades de matéria ordinária que nós simplesmente não vemos, porque mal emitem radiação (chamada matéria escura bariônica), ou se a alguma forma nova e exótica de material (matéria escura não bariônica). Noa anos 1980, os astrônomos cunharam acrônimos fáceis de serem lembrados para os dois candidatos mais prováveis - MACHOs [massive astrophysical compact halo objects] bariônicos e WIMPs [weakly interacting massive particles] não bariônicos.

Os MACHOs (objetos de halo maciços compactos) são acúmulos pequenos, mas densos, de matéria normal que se pensam estar em órbita nos halos galácticos. Entre esses objetos pedem estar hipotéticis planetas desgarrados, buracos negros, estrelas de nêutrons mortas e anãs brancas esfriadas. Esses objetos poderiam ter passado amplamente despercebidos sob telescópios antigos, e podem ter sido responsabilizados por uma grande quantidade de massa. Entretanto, progressos na tecnologia dos telescópios e engenhosas novas técnicas permitiram buscar intensivas na região do halo galáctico nos anos 1990. Embora tenham sido detectados alguns objetos desgarrados, pesquisadores concluíram que eles simplesmente não existem em número necessário para fazer uma contribuição significativa para a matéria escura.

A busca de WIMPs

Tendo os MACHOs sido desconsiderados, astrônomos e cosmólogos ainda ficaram com a inquietante ideia de WIMPs exóticos - material fantasmagórico que de algum modo existe em conjunção com a matéria bariônica do dia a dia, mas raramente interage com ela. As partículas WIMP não absorvem, espalham ou emitem luz, e podem passam direto através der átomos de matéria normal com se eles não existissem. O único modo de "ver" essas partículas é pelos efeitos de suas gravidades sobre outros objetos.

O primeiro passo importante para compreender os WIMPs é medir sua distribuição em relação à matéria normal: será que são "frias", unidas em torno, em associação próxima, a objetos luminosos; ou "quentes", voando através de grandes distâncias e mantendo apenas a conexão mais fraca com o universo visível? Desde os anos 1990, os astrônomos vem desenvolvendo uma nova técnica para pesar, e até mapear, matéria escura usando lentes gravitacionais, o modo pelo qual grandes concentrações de massa, como aglomerados de galáxias, dobram e distorcem a luz de objetos mais distantes (uma consequência da Relatividade Geral). Ironicamente Zwicky estava defendendo o uso das lentes gravitacionais para pesar galáxias ainda em 1937, mais de 40 anos antes de os primeiros exemplos desses objetos terem sido descobertos.

Ao comparar a força dos efeitos das lentes (dominados pela matéria escura) com a luz de matéria visível, os pesquisadores descobriram que as duas tendem a ter distribuição semelhante, sugerindo que a matéria escura fria é o tipo dominante. Matéria escura quente, incluindo neutrinos (a única forma de WIMP a ser descoberto experimentalmente até agora), faz uma contribuição relativamente menor. Mesmo assim, apesar desses sucessos, a própria natureza do mistério da matéria escura faz com que seja mais provável que sua resolução seja dada por meio de pesquisas em aceleradores de partículas como o Grande Colisor de Hádrons do que por observações telescópicas.


IDEIA CONDENSADA: OITENTA POR CENTO DA MASSA DO UNIVERSO É FEITA DE MISTERIOSA MATÉRIA INVISÍVEL.


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Pesquisa / Research: Livro - 50 Ideias de Astronomia (Giles Sparrow) - 2018.


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A matéria bariônica se refere a todo o material composto principalmente de prótons, nêutrons e elétrons. Porém, é um termo geralmente empregado pelos astrônomos no estudo das interações gravitacionais da macroestrutura. A princípio, o agrupamento de partículas subatômicas que formam o hidrogênio, o hélio e os elementos mais pesados, além de ser o “berçário das estrelas”, afeta as galáxias “gravitacionalmente”. Neste contexto cosmológico, a matéria bariônica é comumente atribuída ao gás e à poeira cósmica de onde nascem novas estrelas.

Os astrônomos advertem que a matéria bariônica não deve ser confundida com a matéria escura, que também se considera em parte bariônica. Embora diferentes, estas duas formas de "matéria escura", têm como característica comum, a pouca ou nenhuma emissão de luz ao serem extremamente difíceis de se observar no espaço. A matéria bariônica visível ocupa cerca de 4% do universo que conhecemos, onde 22% é "matéria escura" (bariônica e não-bariônica). Vale frisar, que na escuridão cósmica, é grande a possibilidade de haver de fato a manifestação da matéria não-bariônica, sempre relacionada a uma forma exótica de matéria fantasmagórica que exerce atração gravitacional e também a chamada energia escura, uma força de ação repulsiva que permea todo o espaço.

A distribuição de matéria bariônica ao longo do cosmos é detectada não pelo quanto ela brilha (em estrelas e galáxias), mas pela quantidade de luz que ela bloqueia.


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03 abril 2021

PARTIDA COMPLEXA ENTRE MECKING E SHIROV EM 2017


Final: Henrique Mecking X Alexei Shirov (Ano 2017).


Vídeo da análise de Raffael Chess.


PGN:

1.Nf3 d5 2.g3 g6 3.Bg2 Bg7 4.d4 Nf6 5.O-O O-O 6.c4 c6 7.cxd5 cxd5 8.Nc3 Ne4 9.Qb3 Nc6 10.Be3 Na5 11.Qb4 Nxc3 12.Qxc3 Bf5 13.Rfc1 Qb6 14.b3 Rfc8 15.Qd2 Nc6 16.Ne5 Nb4 17.g4 Be6 18.h3 a5 19.f4 f6 20.a3 Rc2 21.Nd7 Rxc1+ 22.Rxc1 Bxd7 23.axb4 e6 24.bxa5 Rxa5 25.f5 Qxb3 26.Rc7 Ra1+ 27.Kf2 Ra2 28.Qxa2 Qxa2 29.Rxd7 gxf5 30.gxf5 Qc2 31.fxe6 Qf5+ 32.Kg1 Bf8 33.Bxd5 Be7 34.Bg2 Kf8 35.d5 Qe5 36.Kf2 f5 37.Bh6+ Ke8 38.Bf3 Qh2+ 39.Ke3 Qg1+ 40.Kd3 Qb1+ 41.Kd4 Qb2+ 42.Kd3 Qb3+ 43.Kd4 Qb4+ 44.Kd3 Qb3+ 45.Kd4 Qb2+


Acesse o ótimo Canal: Rafael Chess.


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26 março 2021

Viagem na Eletricidade (Part 26 of 26)




VIAGEM NA ELETRICIDADE é uma série de desenhos animados da televisão francesa que tem 26 episódios sobre o mundo da eletricidade, cada um deles com pouco mais de 5 minutos de duração. A série totaliza quase 2 horas e 24 minutos e foi produzida de 1981 à 1983.




EPISÓDIO 26 - Os Elétrons em Liberdade.



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Viagem na Eletricidade (Part 25 of 26)




VIAGEM NA ELETRICIDADE é uma série de desenhos animados da televisão francesa que tem 26 episódios sobre o mundo da eletricidade, cada um deles com pouco mais de 5 minutos de duração. A série totaliza quase 2 horas e 24 minutos e foi produzida de 1981 à 1983.




EPISÓDIO 25 - O Sábio Cosseno de Phi.



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Viagem na Eletricidade (Part 24 of 26)




VIAGEM NA ELETRICIDADE é uma série de desenhos animados da televisão francesa que tem 26 episódios sobre o mundo da eletricidade, cada um deles com pouco mais de 5 minutos de duração. A série totaliza quase 2 horas e 24 minutos e foi produzida de 1981 à 1983.




EPISÓDIO 24 - Fresnel, Siga as Setas.



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Viagem na Eletricidade (Part 23 of 26)




VIAGEM NA ELETRICIDADE é uma série de desenhos animados da televisão francesa que tem 26 episódios sobre o mundo da eletricidade, cada um deles com pouco mais de 5 minutos de duração. A série totaliza quase 2 horas e 24 minutos e foi produzida de 1981 à 1983.




EPISÓDIO 23 - R, L, C, Phi e Outros.



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Viagem na Eletricidade (Part 22 of 26)




VIAGEM NA ELETRICIDADE é uma série de desenhos animados da televisão francesa que tem 26 episódios sobre o mundo da eletricidade, cada um deles com pouco mais de 5 minutos de duração. A série totaliza quase 2 horas e 24 minutos e foi produzida de 1981 à 1983.




EPISÓDIO 22 - Operação Seno.



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Viagem na Eletricidade (Part 21 of 26)




VIAGEM NA ELETRICIDADE é uma série de desenhos animados da televisão francesa que tem 26 episódios sobre o mundo da eletricidade, cada um deles com pouco mais de 5 minutos de duração. A série totaliza quase 2 horas e 24 minutos e foi produzida de 1981 à 1983.




EPISÓDIO 21 - Assim São Feitos os Pequenos Motores.



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Viagem na Eletricidade (Part 20 of 26)




VIAGEM NA ELETRICIDADE é uma série de desenhos animados da televisão francesa que tem 26 episódios sobre o mundo da eletricidade, cada um deles com pouco mais de 5 minutos de duração. A série totaliza quase 2 horas e 24 minutos e foi produzida de 1981 à 1983.




EPISÓDIO 20 - A Eletricidade em Bobina.



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Viagem na Eletricidade (Part 19 of 26)



VIAGEM NA ELETRICIDADE é uma série de desenhos animados da televisão francesa que tem 26 episódios sobre o mundo da eletricidade, cada um deles com pouco mais de 5 minutos de duração. A série totaliza quase 2 horas e 24 minutos e foi produzida de 1981 à 1983.



EPISÓDIO 19 - A Eletricidade em Sanduíche.



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Viagem na Eletricidade (Part 18 of 26)




VIAGEM NA ELETRICIDADE é uma série de desenhos animados da televisão francesa que tem 26 episódios sobre o mundo da eletricidade, cada um deles com pouco mais de 5 minutos de duração. A série totaliza quase 2 horas e 24 minutos e foi produzida de 1981 à 1983.




EPISÓDIO 18 - O Retorno do Ohm.



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Viagem na Eletricidade (Part 17 of 26)




VIAGEM NA ELETRICIDADE é uma série de desenhos animados da televisão francesa que tem 26 episódios sobre o mundo da eletricidade, cada um deles com pouco mais de 5 minutos de duração. A série totaliza quase 2 horas e 24 minutos e foi produzida de 1981 à 1983.




EPISÓDIO 17 - Ohm faz a Lei.



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Viagem na Eletricidade (Part 16 of 26)




VIAGEM NA ELETRICIDADE é uma série de desenhos animados da televisão francesa que tem 26 episódios sobre o mundo da eletricidade, cada um deles com pouco mais de 5 minutos de duração. A série totaliza quase 2 horas e 24 minutos e foi produzida de 1981 à 1983.




EPISÓDIO 16 - O Senhor que Corta o Circuito pra Você.



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