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THE MIKE WALLACE INTERVIEW - GUEST: ALDOUS HUXLEY - 05/18/1958. ENTREVISTA DE MIKE WALLACE -  CONVIDADO: ALDOUS HUXLEY - 18/05/1958....

28 abril 2017

Curso Intermissivo e Programação Existencial

Introdução

O que difere uma consciência de outra é o acervo de pré-ciência que traz consigo, adquirido ao longo de incontáveis existências. Quanto maior a pré-ciência da consciência, menor é a influência da rigidez genética, do determinismo de certas leis básicas universais como o carma, as condições do ambiente e das carências pessoais de todos os tipos.

A educação é a maior ferramenta evolutiva da consciência. A consciência aprende na dimensão extrafísica a programar o futuro e, na dimensão intrafísica, lembrando do passado, ainda que de forma não objetiva, aprende a construir o presente.


Curso intermissivo ou curso pré-ressomático é o conjunto de disciplinas e experiências teóricas e práticas por que passam algumas consciências extrafísicas durante o período da intermissão, ou seja, entre uma existência intrafísica e outra. O objetivo desse curso é preparar as consciências para novas existências intrafísicas.

O curso intermissivo é um fator fundamental para possibilitar um bom aproveitamento de uma nova existência intrafísica com elevado percentual de cumprimento da programação existencial, contribuindo ainda para eliminar as experiências repetitivas desnecessárias de outras vidas.

Em nosso mundo, às pessoas tem suas vidas determinadas pela questão da sobrevivência e outros interesses materiais, tais como dinheiro, poder, fama, moda, dentre outros. Nesse contexto, uma pessoa que apresente real interesse por assuntos parapsíquicos possivelmente tem um curso intermissivo recente em sua bagagem consciencial, pois caminhando no sentido contrário ao da maioria, ela também se preocupa com seu auto-aprimoramento e com um entendimento maior de todas as coisas.

As consciências passam pelos cursos intermissivos em grupos mais ou menos grandes e variados, reunidas por diversos tipos de afinidade e grau evolutivo. Posteriormente, essas consciências poderão vir a se encontrar ou não durante a vida intrafísica para executarem juntos aquilo que programaram.

Programação Existencial

A programação é elaborada pela consciência durante o período intermissivo em conjunto com seu orientador evolutivo, uma consciência bem mais evoluída, que conhece profundamente o processo da primeira e presta suporte ao seu processo evolutivo. No curso intermissivo a consciência se prepara para realizar a programação que elaborou, revisando ou aperfeiçoando os pontos ou aspectos que forem necessários.

A programação envolve os aspectos mais importantes da existência intrafísica divididos em duas partes fundamentais:


  • Ambiente: Evolve o local e a situação em que a consciência vai reencarnar e pelos quais vai passar ao longo de sua existência. São programadas as condições do soma (corpo), grupo-familiar, condição social, econômica e cultural, reencontros com pessoas que serão coadjuvantes em sua programação, etc.
  • Metas: O que a consciência estabelece para ser realizado no campo pessoal (autoaprimoramento) e coletivo. Envolve profissão, estudo, pesquisas, trabalhos assistenciais, trabalhos de esclarecimento, etc.


Cada consciência realiza sua programação em conformidade com suas possibilidades íntimas, sua força de vontade e fatores benéficos ou adversos do ambiente em que vier a se encontrar. A realização dessa programação é mais importante do que quaisquer outras questões muito valorizadas na dimensão intrafísica, tais como dinheiro, poder, política, prestígio, sucesso, etc.

O enclausuramento em um novo corpo, a influência da hereditariedade genética e às tentações da vida material perturbam ou anulam em muito os esforços para realização das metas a que se propõe a consciência.

Em virtude disso, ao longo da vida intrafísica, ocorrem mudanças de rumo que podem resultar no fracasso do cumprimento da programação. Muitas vezes, contudo, podem ocorrer uma ou mais reciclagens existenciais, ou seja, processos de tomada de consciência de uma pessoa já desviada de sua programação. Tal processo pode se dar após uma EQM – Experiência de Quase-Morte – ou pela atuação de um agente retrocognitor, que promove rememoração de fatos anteriores a vida atual, tal como um livro, uma palestra ou curso, por exemplo. Com isso a consciência pode retomar sua antiga programação e realizar, pelo menos em parte, aquilo a que se propôs.

Tipos de Cursos Intermissivos

Os cursos intermissivos variam muito quanto ao conteúdo, objetivos e alcance, existindo centenas de tipos e variantes. Para efeito de comparação, pode-se agrupá-los, de um modo geral, nestas três categorias:


  • Categoria A: Cursos com objetivos mais simples do qual participam consciências ainda pouco evoluídas, mesmo para os padrões humanos, ou por consciências que falharam grave ou sucessivamente em questões básicas da vida humana. Os participantes se caracterizam pelo pouco poder de decisão sobre seu próprio processo evolutivo. As programações dessas consciências tendem a atingir reduzidas porções da coletividade humana, tais como o círculo familiar, o ambiente de trabalho, etc.;
  • Categoria B: Cursos com objetivos de maior alcance. Os participantes se caracterizam por já demonstrarem, claramente, um bom nível evolutivo para os padrões humanos, apresentando um poder de decisão mediano sobre seus processos evolutivos. As programações dessas consciências tendem a atingir porções maiores da coletividade, envolvendo comunidades, cidades, regiões diversas do globo, etc.;
  • Categoria C: Cursos com objetivos de alcance máximo em termos de pessoas envolvidas e progressos a serem obtidos. Os participantes se caracterizam por já apresentarem nível evolutivo notoriamente muito superior para os padrões humanos. Os participantes já tem grande ou mesmo total poder de decisão sobre seu processo evolutivo (1).


O fato de alguém ter participado de um curso intermissivo, por si só, não significa que essa pessoa será notada no mundo intrafísico pelos seus feitos e realizações. Por vezes, missões de grande alcance podem ser executadas plenamente sem que ninguém na Terra tome conhecimento.

As consciências que participam de um curso intermissivo são as que apresentam quatro características de competência:


  • Maturidade extrafísica;
  • Passagem pela segunda morte (desativação do energossoma ou holochacra);
  • Libertação de existências trancadas, ou seja, existências onde, devido ao grau de comprometimento com a lei da causa e efeito (2), a liberdade de ação da consciência fica praticamente anulada, e;
  • Não estarem sujeitas a ressoma crítica, decisória, sujeita a transmigração interplanetária forçada e iminente, algo comum em nosso planeta.


Baseando-se no percentual de pessoas do mundo que tinham projeções conscientes e semi-conscientes no final dos anos 80, um forte indicador de lucidez extrafísica pregressa, estima-se que, no máximo, apenas 10% das pessoas passaram por estes cursos.

Curso Intermissivo Avançado

Na medida em que as consciências vão evoluindo, vão se habilitando a cursos mais avançados. Quanto mais consciências fizerem cursos intermissivos avançados, maiores serão os benefícios para a humanidade na dimensão intrafísica.

Os objetivos básicos de um curso intermissivo avançado (Categoria C) são manter a automotivação na agilização da própria evolução consciencial, utilizar com eficiência a próxima existência intrafísica, eliminando as experiências repetitivas dispensáveis, dinamizar áreas de pesquisas pessoais, grupais e coletivas e entrosar as existências intrafísicas pessoais, sob o aspecto retrocognitivo, numa linha evolutiva tecnicamente planejada com antecedência.

Conforme a categoria e alcance do curso, são empregados os mais diversos recursos educativos, tais como retrocognições de existências passadas (espontâneas ou provocadas), pré-ressoma avançada (intervenção da consciência extrafísica ainda no período de intermissão, na aproximação e amparo das consciência intrafísicas que lhe serão genitores), encarnações simuladas, em instalações e duplicatas de ambientes intrafísicos (holodecks) (3), etc..


As consciências que participam de cursos intermissivos avançados recentes são a maioria das crianças precoces, os superdotados em geral e benfeitores da humanidade.

Os cursos avançados abordam uma série de temas, muitos dos quais sequer podem ser descritos pelos parâmetros humanos intrafísicos, tal sua transcendência. Algumas dessas abordagens seriam: autoconsciência multiexistencial, autoconsciência multidimensional, autodomínio energético, universalismo, maturidade consciencial, parapsiquismo, projetabilidade extrafísica e serenismo (4).

Completismo Existencial

A realização da totalidade das metas traçadas na proéxis leva a consciência à condição de completista existencial, uma condição que pode levar a pessoa, quando ciente desse fato, a um estado de euforia que se estende para além da desativação do soma.

A consciência completista pode, eventualmente, gozar de uma moratória existencial, quando um período de sobrevida lhe é imputado para que ela prossiga em suas atividades, a esta altura de importância indiscutível dentro dos processos policármicos (5). O completista existencial passará por cursos intermissivos avançados de forma a prosseguir em sua senda evolutiva.

A execução insatisfatória da programação leva a um estado de melancolia‚ comum nas pessoas que já chegaram à idade adulta ou a terceira idade, tendo como sintomas um sentimento de vazio, falta de motivação, sensação de deixar de ter feito algo que nem mesmo sabe o quê, etc.

Quando o processo de melancolia intrafísica não é interrompido por uma reciclagem existencial, ao passar pela primeira morte (desativação do soma) a consciência fica no estado de melancolia extrafísica. Tal processo é muito mais doloroso que o primeiro pois, a consciência rememora sua proéxis e percebe como fracassou em sua execução, tendo que retornar a dimensão intrafísica para repetir suas lições, ficando impossibilitada de acompanhar  outras consciências, suas companheiras que tenham cumprido suas próprias proéxis.

O fracasso na realização da programação acarreta na longa cadeia de repetições pelas quais passa a consciência ao longo de seus ciclos existenciais. Por isso, é comum ouvir dizer que evoluímos muito pouco ao longo dos últimos milênios.

No atual estágio de nosso planeta, poucas consciências conseguem chegar à condição de completistas existenciais. Pode-se especular, portanto, os seguintes índices estimativos de sucesso na proéxis:


  • 90% das consciências não participaram de curso intermissivo nem tem proéxis;
  • Dos que tem proéxis, apenas 1% realizam de 90 a 100%;
  • Apenas 0,1% desses realizam mais do que 100% da proéxis.


O que determina o índice de realização da programação não é o nível do curso intermissivo, mas o grau de aproveitamento  da consciência.

Ciclo Evolutivo

Após um ciclo existencial como completista, a consciência extrafísica passa à qualidade de professor nos cursos intermissivos. Após certo período, os professores retornam em grupos à dimensão intrafísica, tendo por objetivo a melhoria geral da coletividade. Segundo Vieira (1986), tal processo se intensificou a partir do século XVII, de tal forma que cada vez mais consciências vêm à dimensão intrafísica com cursos avançados e na qualidade de professores. Isto explica, em parte, o progresso cada vez mais rápido da humanidade em diversas áreas do conhecimento.

A consciência chega a um ponto em que, durante o curso intermissivo, estabelece uma proéxis para todo um ciclo existencial, englobando duas, três ou mais vidas. Desta  forma, explica-se como é possível para algumas pessoas terem pré-cognições com relação a sua(s) próxima(s) vida(s).

Recuperação de Cons

O “con” é uma unidade hipotética de consciência proposta por Vieira. Um con equivale a um atributo consciencial adquirido, que pode ser uma habilidade, dom ou traços positivos de personalidade.

Os cons referentes ao curso intermissivo foram os últimos a serem adquiridos pela consciência e, por isso mesmo, são os mais difíceis de serem acessados. A maior parte das pessoas recupera poucos ou mesmo nenhum destes cons. Raríssimos são os casos em que se consegue recuperar cons inteiros. O mais comum é a recuperação de "pedaços de cons" que não dão uma verdadeira idéia de sua dimensão. Na dimensão extrafísica, a consciência tem hipoteticamente 1000 cons. Ao nascer na dimensão intrafísica, fica reduzida a apenas 1 (um) con. Com o desenvolvimento biológico e psíquico, ela vai recuperando seus cons até que,  com a maturidade física e psicológica, algo que ocorre geralmente até os 27 anos de idade, ela dispõem, normalmente, de 300 cons. A recuperação da totalidade dos cons é muito raro e difícil mas trata-se de uma meta que deve ser perseguida.

O raport (6) ou a retrocognição (7) com o curso intermissivo, permitem que a consciência traga para a dimensão intrafísica ideias até então originais.

Rememorando o Curso Intermissivo

A lembrança do curso intermissivo e da programação ali estabelecida, em termos claros, pelo menos quanto aos objetivos e metas traçadas é condição essencial para o sucesso da existência intrafísica, permitindo alcançar-se a condição de completismo existencial.

A rememoração pode ser espontânea podendo ser meramente intuitiva, com afloramentos provenientes do subconsciente sob a forma de gostos, motivações e inspirações; ou pode ser retrocognitiva com lembranças de cenas, temas ou trechos inteiros da intermissão, ocorrendo durante a vigília ou durante uma experiência fora do corpo.

As pessoas que mantém estudos sérios e continuados sobre temas de cunho espiritual ou que produzam experiência fora do corpo de alto nível, acabam travando contato com seus cursos intermissivos e suas respectivas programações.

É comum para as pessoas com nível de projetabilidade mediano, fazerem visitas educativas a locais onde se realizam cursos intermissivos, na qualidade de alunos visitantes. É frequente inclusive o fato delas mesmas terem sido alunas permanentes destes locais antes de nascerem.

A consciência que ainda não tiver pelo menos uma ideia clara sobre seu curso intermissivo, pode produzir uma retrocognição com este objetivo. Quando movida de vontade sincera e já  dispõem do grau necessário de maturidade, ajudada neste intuito pelos amparadores. Estes por sua vez, intervêm à revelia da consciência quando a mesma, sucumbindo  ante os interesses materiais imediatistas, não demonstra estar consciente de seu processo. Nestes casos, os amparadores atuam de acordo com as possibilidades do caso, produzindo uma retrocognição extrafísica, enviando uma mensagem mediúnica ou provocando um encontro com outra pessoa ou situação que atue como agente retrocognitor da programação.

Pondo a Programação em Prática

Convenciona-se a idade de 35 anos como sendo o limiar entre as fases de preparação da programação, que vai de 0 a 35 anos, e a fase da realização da programação, que vai de 35 anos em diante. Aos 35 anos, os aspectos materiais referentes à profissão, estudos, família e finanças geralmente já se encontram definidos. Essa também é, nos dias atuais, aproximadamente, o meio de uma vida normal do ser humano.

A grande maioria das pessoas trabalha movida apenas pela necessidade de sobreviver, vivendo insatisfeita com seu trabalho e profissão. A consciência madura sente um impulso íntimo que a impele a escolher a profissão certa. Mesmo que ela mude com o tempo, será em conformidade com sua proéxis. Em certos casos, o sentimento pela profissão escolhida se manifesta desde a infância.

Casamento e filhos podem ou não fazer parte da proéxis. Se não fazem parte da sua proéxis, eles podem comprometer em maior ou menor grau o cumprimento da mesma.

Deve-se priorizar os recursos e possibilidades assistenciais em conformidade com a programação e com o nível de capacitação, de forma a atuar-se de maneira mais produtiva. Qualquer um pode dar uma esmola em alimentos ou dinheiro, poucos no entanto podem praticar tarefas mais complexas, sejam de consolação ou de esclarecimento, abrindo os horizontes das consciências para a maturidade.

Conclusão

Desde tempos imemoriais, pessoas nascem trazendo consigo alguma idéia sobre o que tem de realizar em sua vida, ou seja, qual é sua missão. Em alguns são vagas intuições, noutros certezas íntimas e, para uns poucos ainda, lembranças objetivas daquilo o que se propuseram fazer. No passado, entender a programação existencial era difícil devido à falta geral de informações, a influência religiosa, crendices e superstições. Hoje podemos estudar claramente essas questões e, por conseguinte, caminhar mais rapidamente rumo a um entendimento maior sobre nós mesmos.

Glossário

(1) Serenões: Consciências superevoluídas para os padrões humanos que se encontram em suas últimas encarnações e vivem em função da evolução coletiva.
(2) Lei da causa e efeito: Lei que governa o equilíbrio das relações entre os seres vivos e o meio ambiente em que vivem. Popularmente conhecida por carma.
(3) Holodeck: Ficção Científica. Ambiente de realidade virtual de imersão total dotado de sofisticados programas capazes de reproduzir por meio de campos de força todo tipo de objetos e ambientes.
(4) Serenismo: Condição de equilíbrio que caracteriza os serenões, seres que se encontram no ápice da evolução intrafísica.
(5) Policármico: O carma coletivo aplicado a sua extensão máxima, envolvendo milhares ou milhões de consciências.
(6) Raport: Acoplamento energético.
(7) Retrocognição: Rememoração de existência anterior com fortes componentes emocionais e energéticos.

26 março 2017

SONHOS / DREAMS (Akira Kurosawa)


  • Título: "Dreams" (EUA), "Yume" (Japão), "Sonhos" (Brasil).
  • Idioma: Japonês.
  • Diretor: Akira Kurosawa.
  • Elenco:  Akira Terao, Mitsuko Baishô, Toshie Negishi, Mieko Harada, Toshihiko Nakano e Yoshitaka Zushi.

O filme "Yume" (japonês), "Sonhos"(português), "Dreams" (inglês), produzido em 1990 por Akira Kurosawa, é uma produção íntima, associada a diversos sonhos que o diretor teve no decorrer da sua vida.

Diferente das demais produções, "Sonhos" possui oito filmes (sonhos) de curta duração acompanhados de fotografias, coreografias e maquiagens impressionantes. Os diálogos entre os personagens são temporais. Cada sonho possui contextos diferentes, mas em determinados momentos parecem que se encontram.  A singularidade de cada história envolve o espectador  e o faz refletir, do início ao fim do filme.

DREAMS (1990) Akira Kurosawa.

No primeiro sonho titulado "Um raio de sol através da chuva", a teimosia de um filho diante da proibição da mãe em um dia chuvoso resulta em um drama comovente, pois diz a lenda que "quando o sol está brilhando através da chuva, as raposas se casam". Se durante a cerimônia algum convidado indesejado aparecer, este não poderá mais retornar à sua família, sendo obrigado a seguir o caminho solitário e sem volta ao final do arcoiris (casa das raposas).

No quarto sonho, "O túnel", um oficial do exército japonês caminha por uma estrada até cruzar um túnel escuro. Retornando da guerra e sozinho, passa a sentir uma estranha presença no lugar. Durante a sua parada e retomada do percurso, um soldado yurei (fantasma japonês) sai das sombras e vai até o oficial. Explicar que a vida não pertence mais ao corpo do soldado, bem como das demais presenças sobrenaturais, pode ser o início de um irreversível e macabro desespero.

4° SONHO: O TÚNEL.
Uma Projeção Consciente.

8° SONHO: A ALDEIA.

Esses dois sonhos são uma pequena amostra da qualidade e da originalidade de Kurosawa. Unir todos os quadros de Van Gogh, descrever uma catástrofe nuclear no Japão (vale a pena comparar com os desastres naturais no início de 2011) e a sobrevivência de alpinistas diante de uma tempestade de neve são outros sonhos que vão se formando durante o filme.

São elementos significativos que fizeram do cineasta ser uma referência para Jorge Lucas e Steven Spielberg. Ícone e vencedor de diversos prêmios internacionais como melhor filme estrangeiro, Akira Kurosawa relutou pelo cinema japonês, promovendo os sentimentos do ser humano, em suas mais variadas situações.

13 março 2017

FORMAÇÃO DA LUA

Hipótese do grande impacto

A Hipótese do grande impacto (em inglês Giant impact hypothesis ou Big Splash) é uma hipótese astronômica que postula a formação da Lua através do impacto de um planeta com aproximadamente o tamanho de Marte, conhecido como Theia, com a Terra. A teoria foi proposta pela primeira vez em 1975 por investigadores do Instituto de Ciências Planetárias de Tucson e do Instituto Harvard-Smithsonian de Astrofísica. Desde então diversos trabalhos de modelagem numérica têm vindo a detalhar esta ideia, que é atualmente considerada consensual na comunidade científica.

A Formação da Lua - NASA.

Formação da Lua - Teoria de Theia (Vídeo Traduzido).

Lua

A Lua é o único satélite natural da Terra e tem várias características em comum e contrárias ao nosso planeta, postas em evidência depois da investigação das amostras recolhidas pelas missões Apollo. Por um lado, a composição dos isótopos estáveis das rochas lunares de oxigênio é idêntica à assinatura característica da Terra e bastante diferentes de outros objetos siderais. Isto sugere que a Lua, ou o seu precursor, tenha tido origem na mesma distância do Sol que a Terra, à data da formação do sistema solar.

Esta descoberta pôs de parte teorias mais antigas que sugeriam a Lua como um objeto capturado pela órbita da Terra, visto que se fosse esse o caso, a Lua teria composições isotópicas distintas. A Terra é formada por um núcleo interior de ferro e níquel, um manto composto por rochas silicatadas e a crosta terrestre constituída essencialmente por granito e basalto. O núcleo ferroso representa cerca de trinta por cento da massa da Terra. Pelo contrário, a Lua é composta essencialmente por rochas silicatas equivalentes à do manto da Terra e tem um núcleo ferroso mínimo, que compõe cerca de 8 por cento da sua massa. Esta disparidade impede que a Lua tenha sido formada por acreção tal como a Terra, pois se tal tivesse sucedido, a proporção de ferro seria semelhante nos dois astros.

Qualquer tentativa de explicação para a formação da Lua tem que ter em conta estas duas características: a composição isotópica e a proporção do núcleo de Ferro. A hipótese do Big Splash consegue harmonizar estas duas perspectivas, mas levanta outra série de problemas: o que é que colidiu com a Terra para formar a Lua, e de onde surgiu este corpo?

Theia

De acordo com a composição isotópica da Lua, o objeto que colidiu com a Terra, denominado Theia (Halliday 2000; Hartmann and Davies 1975, Cameron and Ward 1976 and Cameron 1984) deve ter tido origem dentro da órbita terrestre. Inicialmente pensava-se que a força gravítica da Terra agregou todo o material ao seu alcance para formar o planeta. No entanto, conforme sugerido em 1772 pelo matemático Lagrange, existem cinco pontos na órbita da Terra nos quais os efeitos da gravidade do planeta se anulam em relação ao Sol. Dois dos pontos de Lagrange – L4 e L5 – são considerados estáveis uma vez que qualquer material que lá se encontre só pode ser libertado por colisão ou qualquer outro evento catastrófico. L4 e L5, situados a 150 milhões de quilómetros da Terra, são, portanto, zonas com potencial para permitir acrecção planetária em competição com a Terra. Foi em L4 que se pensa que Theia se terá começado a formar há 4,5 bilhões de anos atrás, no Hadeano.



Com o decurso da acreção (aumento da sua massa), Theia aumentou progressivamente de tamanho, atingindo uma dimensão comparável à de Marte. Este crescimento tornou instável a sua posição em L4, a partir de 20 a 30 milhões de anos do seu aparecimento. Nesta altura, a força gravitacional impulsionava Theia para fora do ponto lagrangiano, ao mesmo tempo que a força de Coriolis puxava o planeta de volta para a origem (o tratamento mais preciso do problema é feito no contexto do problema dos três corpos da mecânica celeste). Esta combinação de forças levou ao desenvolvimento de uma órbita cíclica em ferradura: Theia adquiria velocidade e escapava de L4 até um determinado ponto, sendo depois puxada de volta. Num novo ciclo, o planeta adquiria velocidade e alcançava um ponto mais distante até a força de Coriolis ganhar o balanço de novo. Esta órbita em ferradura, ilustrada na figura do meio, continuou até Theia adquirir massa suficiente para escapar de vez a L4.

Big Splash – a formação da Lua

Enquanto Theia se encontrava presa nesta órbita cíclica, a Terra teve tempo para se diferenciar na estrutura de núcleo e manto que actualmente exibe. A crosta era apenas incipiente, visto que a superfície estava ainda quente demais para permitir a formação de massas continentais. Theia também deve ter desenvolvido alguma estratificação durante a sua estadia em L4.

Quando Theia cresceu o suficiente para escapar do ponto lagrangiano entrou numa órbita instável e a colisão com a Terra tornou-se inevitável, visto que ambos os planetas ocupavam a mesma órbita. Os investigadores acreditam que o impacto – o Big Splash – possa ter acontecido escassas centenas de anos após o escape definitivo. A colisão não foi frontal, mas sim de lado, e ocorreu a uma velocidade de 40 mil quilómetros por hora. Parte substancial do núcleo de Theia afundou-se na Terra e o seu material incorporou o núcleo terrestre. O resto do planeta e parte da zona superficial da Terra foram projetados para o espaço. O que sobrava do núcleo estabilizou a cerca de 22.000 km da Terra apenas 27 horas depois do impacto, segundo a modelação utilizada pelos cientistas, num precursor do que seria a Lua.

Depois do Big Splash, o material resultante do impacto foi acreccionado às sobras do núcleo de Theia e pouco a pouco a Lua como satélite adquiriu consistência. As forças de maré fizeram (e continuam fazendo) a Lua se afastar da Terra, sendo a distância média atual de 385.000 km. Calcula-se que cerca de 90 por cento do seu material seja originário dos destroços do planeta Theia. O Big Splash explica as duas características da Lua que mais têm intrigado os cientistas: a Lua tem a mesma composição isotópica das rochas da Terra porque o seu precursor (Theia) se desenvolveu na mesma distância relativa do Sol; tem uma proporção de núcleo ferroso bastante inferior porque a parte principal do núcleo de Theia afundou na Terra na altura da colisão.

Esta teoria encontra hoje em dia bastante aceitação dentro da comunidade científica embora persistam no entanto algumas dúvidas e pontos por esclarecer. Um dos principais problemas é a posição e existência dos pontos lagrangianos na época do Big Splash, que pode ser afetada pelas condições do sistema solar há 4,5 bilhões de anos, que não são conhecidas na sua totalidade.

Fonte: Wikipedia

Nova interpretação sobre a Formação Lunar

O choque que deu origem à Lua, de acordo com a teoria do grande impacto, tem duas novas interpretações

A explicação mais comumente aceita para a formação da Lua afirma que um protoplaneta gigante, às vezes chamado de Theia, chocou-se contra a Terra recém-formada há 4,5 bilhões de anos e criou uma nuvem de destroços que rapidamente se transformou na lua. Mas essa hipótese apresentava  um problema incômodo. As colisões simuladas para a formação da lua mostraram que Theia teria sido o principal doador do material lunar. As análises de rochas lunares da missão Apollo, no entanto, mostraram que a lua se aproxima, de várias maneiras, a um clone químico da Terra, e não de Theia.

“A teoria do grande impacto explica muitos traços do sistema – e por isso é a preferida – mas essa discrepância é um pouco desafiadora”, admite a cientista planetária Robin Canup, do Southwest Research Institute em Boulder, no Colorado, que teve um papel fundamental no desenvolvimento da proposição de Theia [como doadora do material para a lua]. “Esse problema já é uma pedra no sapato da teoria do impacto há algum tempo”.

Mas essa pedra pode estar desaparecendo. Dois artigos publicados online em 17 de outubro na Science, um por Canup e o outro por cientistas planetários do SETI Institute, em Mountain View, na Califórnia, e na Harvard University, demonstram duas possibilidades de produzir uma lua muito semelhante à Terra, do ponto de vista químico, a partir de um impacto.

No modelo de Canup, o impactante é substancialmente maior que a Theia canônica – em vez de um objeto do tamanho de Marte colidindo com uma proto-Terra muito maior, seu novo estudo propõe um choque entre dois objetos de tamanho semelhante. “O conjunto de impactos que eu identifico como capaz de fazer isso envolve um impactante muito maior do que se considerava anteriormente”, explica ela. “O tipo de impacto que defendo aqui é a colisão de dois objetos com metade da massa da Terra. Eles se fundem para formar a Terra”. A lua então se formaria a partir dos destroços restantes, explicando suas semelhanças com a Terra naturalmente.

Uma concepção diferente, de Matija Ćuk do SETI e Sarah Stewart de Harvard, invoca um projétil pequeno, de alta velocidade, chocando-se contra uma proto-Terra em rotação rápida. Como um morteiro interplanetário, esse impacto de alta energia lançaria uma nuvem de destroços composta principalmente de material terrestre. “A diferença crucial é que a Terra giraria mais rápido”, aponta Ćuk. “Se você acertá-la com força, é fácil fazer com que seus destroços sejam lançados no espaço”.

Os dois estudos aproveitam a recente descoberta feita por Ćuk e Stewart de que as interações gravitacionais com o Sol podem rapidamente enfraquecer o momento angular do recém-nascido sistema Terra-Lua. Como resultado, a Terra pode ter girado muito mais rápido antes da formação da Lua do que se pensava anteriormente – um dia na Terra pode ter durado apenas duas ou três horas imediatamente após o impacto. E a possibilidade de uma Terra em giro rápido abre a porta para tipos de colisões antes consideradas inviáveis.

De fato, a principal contribuição dos novos estudos não está nas especificidades dos modelos revisados da formação lunar, mas no fato de que essas revisões agora parecem plausíveis, aponta Erik Asphaug, cientista planetário da University of California, Santa Cruz.

Ćuk também prevê a abertura de um novo capítulo na descoberta da história do nascimento lunar. “Esse será, espero, o primeiro de um novo conjunto de artigos, e não a última palavra sobre o assunto”, declara.

O único problema é que o tamanho e magnitude de Theia, que pareciam razoavelmente bem compreendidos, agora estão abertos a debate. E muitos outros cenários para explicar o sistema Terra-Lua podem surgir. “Isso me preocupa – me pergunto se a formação da lua se tornou um problema insolúvel”, desabafa Asphaug. “Se concebermos uma Terra que pode estar girando com qualquer velocidade, todas as apostas estão erradas”.

Fonte: Scientific American (Brasil) - John Matson


27 fevereiro 2017

EXOPLANETAS HÁ 39 ANOS LUZ DE DISTÂNCIA

Astrônomos descobrem sistema com 7 exoplanetas que podem ter água

Sete exoplanetas foram descobertos orbitando uma estrela próxima, a cerca de 39 anos-luz de distância, de acordo com comunicado feito pela Nasa (Agência Espacial Norte-Americana). E as condições de alguns deles podem ser favoráveis para água em estado líquido.

Cientistas da NASA revelam a descoberta muito importante de um sistema planetário com 7 mundos potencialmente habitáveis.

A estrela anã que fica no centro desse sistema estelar, como se fosse o nosso Sol, é chamada de TRAPPIST-1, e é um pouco maior que Júpiter (o planeta é cerca de 12 vezes maior que a Terra). Um dos autores da pesquisa, Michael Gilion, explica que se o nosso Sol fosse do tamanho de uma bola de basquete, a TRAPPIST-1 seria uma bola de golfe.

Estimativas iniciais sugerem que os novos planetas têm massas semelhantes à da Terra e composições rochosas. Para você ter uma ideia, os maiores exoplanetas, o primeiro (por ordem de proximidade da estrela) e o sexto, são 10% maiores que a Terra. Já os menores, o terceiro e o sétimo (o mais distante da estrela), são 25% menores que nosso planeta. A descoberta foi feita em parceria entre astrônomos de todo o mundo, usando telescópios da Nasa e do ESO.

Este é o sistema com o maior número de planetas tão grandes quanto a Terra já descoberto, bem como aquele que tem o maior número de mundos que podem ter água líquida. Antes disso, o sistema com mais exoplanetas já descoberto tinha apenas três planetas.

Thomas Zurbuchen, diretor da área de missões científicas da Nasa relatou o seguinte: "A descoberta nos dá uma pista de que encontrar outra Terra não é uma questão de 'se' ela existe, mas de 'quando' será encontrada".

Possibilidade de ter água

As análises, publicadas na Nature, indicam que em ao menos seis deles as temperaturas na superfície devem variar entre 0ºC e 100ºC, mas não é possível confirmar que exista água em estado líquido. Ainda é preciso buscar por mais dados.

Com as condições adequadas da atmosfera, pode ter água em qualquer um dos desses sete planetas. Principalmente em três deles, que estão em localizações privilegiadas", explicou Zurbuchen, durante anúncio.

A ilustração sobre como deve ser o sistema planetário de TRAPPIST-1 com base nos dados disponíveis sobre os diâmetros, massas e distâncias dos exoplanetas.

Nasa

Três exoplanetas no meio do sistema são os mais prováveis de ter água em estado líquido
As hipóteses mostram que talvez nos três mais próximos da TRAPPIST-1 seja muito quente para água ficar líquida e não evaporar. No mais distante, é possível que exista gelo. Mas três exoplanetas (o quarto, quinto e o sexto) são os com maior probabilidade de ter vida fora da Terra, por estarem em uma zona habitável com possíveis oceanos. No caso do Sistema Solar, por exemplo, Vênus, Terra e Marte são os planetas na zona habitável.

Cientistas vão continuar estudando o solo e também a atmosfera, para ver se é possível encontrar água e sinais de vida.

Outros detalhes

Durante a pesquisa, os astrônomos também descobriram características importantes e curiosas sobre os sete exoplanetas.

Por exemplo, os cientistas afirmam que se você puder ficar na superfície de um dos mundos e de olhos no céu, você verá os outros seis planetas maiores do que nós, terráqueos, vemos a Lua.

Ilustração de como poderiam serem vistos os outros exoplanetas do sistema no céu.

Os sete planetas são tão próximos que viagens interplanetárias seriam feitas em dias, e não em meses ou anos como acontece no nosso sistema.

Outra característica é que a iluminação dos planetas deve ser semelhante à que temos em Vênus, Terra ou Marte.

Além disso, é possível que alguns, se não todos os planetas, estejam sempre com a mesma face virada para a estrela, um fenômeno chamado de "tidal locking", como acontece com a Lua em relação à Terra.

O planeta mais próximo da TRAPPIST-1 demora apenas um dia e meio para orbitar a estrela. O mais distante deve demorar cerca de 20 dias. Lembre que a Terra demora 365 dias para dar toda a volta no Sol.

As pesquisas não mostram se os exoplanetas têm luas. Mas de acordo com Gilion, "seria estranho ter luas tão perto de uma estrela, estudos ainda esclarecerão essa questão". Se não tiverem o satélite natural e tiverem oceanos, a proximidade entre os exoplanetas pode influenciar no movimento das ondas, assim como a Lua faz na Terra.

A descoberta dos planetas

Em maio de 2016, Michael Gillon e sua equipe encontraram três exoplanetas girando em torno de uma estrela anã, na constelação de Aquário. Empolgados com a novidade, os cientistas realizaram uma campanha de monitoramento da estrela a partir do solo e do espaço para saber mais sobre os planetas.

Na Terra, a pesquisa usou observações do instituto STAR, na Universidade de Lieja, na Bélgica, o telescópio de Liverpool, operado pelo Instituto de Pesquisa de Astrofísica da Universidade John Moores, na Inglaterra e do Very Large Telescope do ESO, no Chile.

Relações de proporção entre os novos exoplanetas e alguns planetas do Sistema Solar.

No espaço, o grande aliado foi o telescópio espacial da Nasa chamado Spitzer, que observou a TRAPPIS-1 por 21 dias em 2016 e conseguiu 500 horas de material.

Os astrônomos analisaram as variações no brilho da estrela e anotavam de quanto em quanto tempo havia uma sombra, momento em que um exoplaneta estava passando pela estrela anã.

Com os dados recolhidos, já foi possível saber o tempo de translação, a distância da estrela, a massa e o diâmetro de alguns dos sete exoplanetas.

Os astrônomos afirmam que informações adicionais são necessárias para caracterizar com mais detalhes os novos planetas, particularmente o sétimo (o mais distante da estrela), que só foi registrado pelo Spitzer uma vez, e ainda não foi possível descobrir seu período orbital e sua interação com os outros exoplanetas.

Principal fonte de pesquisa: UOL - São Paulo - Fev. 2017.


26 fevereiro 2017

F1 Golden Years

This is 1964 Formula 1 World Champiomship.

1964 German Grand Prix - Classic Formula 1

The 1964 German Grand Prix was a Formula One motor race held at Nürburgring on 2 August 1964.

It was the sixth race of the 1964 Formula One season. The 15-lap race was won by Ferrari driver John Surtees after he started from pole position. Graham Hill finished second for the BRM team and Surtees's teammate Lorenzo Bandini came in third.

Official name: XXVI Grosser Preis von Deutschland.
Location: Nürburgring - Nürburg, West Germany.
Course: Permanent racing facility.
Course length: 22.810 km (14.173 mi).
Distance: 15 laps, 342.150 km (212.602 mi).
Weather: Dry.


Nürburgring circuit map, taken at the 1964 German Grand Prix; the legend advises: "No driving in the Eifel (mountains) without a lap on the Nürburgring".

Race report

The big news at the German Grand Prix was that the Honda team was finally ready for action and Ronnie Bucknum was there to drive the new machine. It was not a great success as Bucknum qualified over a minute slower than pole position man John Surtees in the Ferrari. Sharing the front row of the 4-3-4 grid were Jim Clark's Lotus, Dan Gurney's Brabham and the second Ferrari of Lorenzo Bandini. Graham Hill was down on the second row with Jack Brabham's Brabham and Bruce McLaren's Cooper, while the third row consisted of Phil Hill's Cooper, Chris Amon in one of the Reg Parnell Racing Lotus-BRMs, Jo Siffert in his private Brabham-BRM and Ritchie Ginther in the second factory BRM.

Practice was overshadowed by an accident on Saturday which left Dutch aristocrat Carel Godin de Beaufort with critical injuries after he went off in his outdated Porsche at Bergwerk and hit a tree.

At the start of the race Bandini made the best start to take the lead but Clark soon dispensed with the Italian and he was followed past the Ferrari by Gurney and Surtees. Surtees soon overtook Gurney and then Clark and took the lead. The Lotus driver ran into engine trouble and eventually retired and this left Surtees ahead of Gurney and G Hill with Brabham a long way back in fourth place. Gurney then dropped back as his engine overheated. Brabham also ran into trouble with his transmission. Surtees was able to win the race to score Ferrari's first win of the year and Graham Hill came home second over a minute behind. Bandini claimed third.

Watch the 1964 German Grand Prix Documentary (Part 1 of 4).

Watch the 1964 German Grand Prix Documentary (Part 2 of 4).

Watch the 1964 German Grand Prix Documentary (Part 3 of 4).

Watch the 1964 German Grand Prix Documentary (Part 4 of 4).

Formula 1 - 1964 - German Grand Prix - Race Results.

The karussell curve - mid-1960s.

The karussell curve - Nowadays.

The karussell curve - Nowadays detail.


22 fevereiro 2017

VIA LÁCTEA & ANDRÔMEDA

A Via Láctea deve colidir frontalmente com a nossa galáxia vizinha Andrômeda e a previsão é de que isso ocorra daqui 4 bilhões de anos.

A agência espacial também afirmou que a Terra e o sistema solar não correm riscos de serem destruídos. Mas há um porém: provavelmente o Sol será “arrastado” para uma nova região da galáxia e isso, obviamente, deve ter sérios impactos em nosso planeta.

Vídeo da NASA sobre a colisão entre as galáxias Via Láctea e Andrômeda.

A colisão já é considerada como o próximo evento cósmico de maior importância para nossa galáxia.

As duas galáxias estão a 2,5 milhões de anos-luz de distância uma da outra. Mas Andrômeda está se aproximando pouco a pouco da Via Láctea. A agência espacial NASA descreve o cenário como uma jogada de baseball: a Via Láctea seria o rebatedor que está a espera de uma bola rápida, no caso a galáxia de Andrômeda.

Nesta ilustração é possível ver as duas galáxias lado a lado (Andrômeda à esquerda) daqui 3,75 bilhões de anos, através da visão do céu noturno visto da Terra. Note como Andrômeda começa a distorcer o formato da Via Láctea ao puxá-la para perto de si.

A fusão das galáxias levará mais dois bilhões de anos para se completar, e no fim formarão uma imensa galáxia elíptica.

Cenário de colisão entre as galáxias Andrômeda e Via Láctea.

This series of photo illustrations shows the predicted merger between our Milky Way galaxy and the neighboring Andromeda galaxy.
  • First Row, Left: Present day.
  • First Row, Right: In 2 billion years the disk of the approaching Andromeda galaxy is noticeably larger.
  • Second Row, Left: In 3.75 billion years Andromeda fills the field of view.
  • Second Row, Right: In 3.85 billion years the sky is ablaze with new star formation.
  • Third Row, Left: In 3.9 billion years, star formation continues.
  • Third Row, Right: In 4 billion years Andromeda is tidally stretched and the Milky Way becomes warped.
  • Fourth Row, Left: In 5.1 billion years the cores of the Milky Way and Andromeda appear as a pair of bright lobes.
  • Fourth Row, Right: In 7 billion years the merged galaxies form a huge elliptical galaxy, its bright core dominating the nighttime sky.

Principal fonte de pesquisa: NASA.

28 janeiro 2017

GENESIS (Wind & Wuthering)

WOT GORILLA?

From the Genesis album "Wind & Wuthering", released on 17 december 1976.

WOT GORILLA - Instrumental song - Wind & Wuthering - 1976.


Genesis:

Phil Collins – vocals, drums, cymbals, percussion;
Steve Hackett – electric guitars, nylon classical guitar, 12 string guitar, kalimba, autoharp;
Mike Rutherford – 4, 6, and 8 string bass guitars, electric and 12 string acoustic guitars, bass pedals;
Tony Banks – Steinway grand piano, ARP 2600 synthesizer, ARP Pro Soloist synthesizer, Hammond organ, Mellotron, Roland RS-202 string/brass synthesizer, Fender Rhodes piano.

27 janeiro 2017

GENESIS - "Dance with the moonlit knight"

Genesis

SELLING ENGLAND BY THE POUND

Peter Gabriel – vocals, flute, oboe, percussion;
Tony Banks – keyboards, Hammond organ, piano, ARP Pro Soloist synthesizer, Mellotron, 12-string guitar;
Steve Hackett – electric guitar, nylon guitar;
Michael Rutherford – 12-string guitar, bass, electric sitar;
Phil Collins – drums, percussion, backing vocals.

GENESIS - "Dance with the moonlit knight" - 09 min. 32 sec. - Live version 1974.

GENESIS - "Dance with the moonlit knight" - 08 min. 02 sec. - Studio version 1973.

"Dancing With The Moonlit Knight"

"Can you tell me where my country lies?"
said the unifaun to his true love's eyes.
"It lies with me!" cried the Queen of Maybe
- for her merchandise, he traded in his prize.

"Paper late!" cried a voice in the crowd.
"Old man dies!" The note he left was signed 'Old Father Thames'
- it seems he's drowned;
selling england by the pound.

Citizens of Hope & Glory,
Time goes by - it's "the time of your life".
Easy now, sit you down.
Chewing through your Wimpey dreams,
they eat without a sound;
digesting england by the pound.

Young man says "you are what you eat" - eat well.
Old man says "you are what you wear" - wear well.
You know what you are, you don't give a damn;
bursting your belt that is your homemade sham.

The Captain leads his dance right on through the night
- join the dance...
Follow on! Till the Grail sun sets in the mould.
Follow on! Till the gold is cold.
Dancing out with the moonlit knight,
Knights of the Green Shield stamp and shout.

There's a fat old lady outside the saloon;
laying out the credit cards she plays Fortune.
The deck is uneven right from the start;
and all of their hands are playing apart.

The Captain leads his dance right on through the night
- join the dance...
Follow on! A Round Table-talking down we go.
You're the show!
Off we go with - You play the hobbyhorse,
I'll play the fool.
We'll tease the bull
ringing round & loud, loud & round.

Follow on! With a twist of the world we go.
Follow on! Till the gold is cold.
Dancing out with the moonlit knight,
Knights of the Green Shield stamp and shout.